
Esta frase não é um clássico, não foi escrita / dita há décadas e não foi proferida por nenhum mestre da literatura. A frase (desconheço se com direitos de autor) é de outro mestre, o Prof. Carlos Fiolhais, e foi dita na apresentação da revista “Entreler” no Plano Nacional de Leitura na semana passada.
É uma frase simples, curta, mas muito poderosa, que aliás, subscrevo integralmente, na certeza que nunca somos uma obra acabada porque temos sempre mais livros para ler, livros que podem alterar o que somos por via do que pensamos e fazemos.
Quero acreditar que serei cada vez mais os livros que vou lendo, os bons e os maus, os que ensinam o que fazer, o que não fazer, os que divertem, os que emocionam. Todos. De todos tiramos e incorporamos alguma coisa. Que seja assim até ao fim do meu ser.
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