
É este o top de vendas nos EUA esta semana. Conforme já aqui escrevi, tenho muita curiosidade no livro de Bill Clinton e James Patterson. Espero que seja traduzido em breve.

É este o top de vendas nos EUA esta semana. Conforme já aqui escrevi, tenho muita curiosidade no livro de Bill Clinton e James Patterson. Espero que seja traduzido em breve.

Sinopse:
Natureza, Dinheiro, Trabalho, Cuidados, Alimentos, Energia e Vida São estas as sete coisas que fizeram o nosso mundo e que moldarão o futuro. Ao torná-las acessíveis e baratas, a economia moderna tem controlado, transformado e devastado a Terra. Este livro apresenta uma nova abordagem à análise das emergências do planeta nos dias de hoje. Associando as mais recentes pesquisas ambientais à história do colonialismo, das lutas dos povos indígenas, das revoltas dos escravos e de outros conflitos, Patel e Moore demonstram como, ao longo da história, as crises geraram novas oportunidades para tornar o mundo barato e seguro para o capitalismo. Num tempo em que estas sete coisas baratas estão em crise, impõe-se a urgência de um pensamento sistémico inovador. Este livro propõe uma forma nova e radical de compreender - e recuperar - o planeta neste turbulento século XXI.

José Eduardo Agualusa é uma das minhas pedras no sapato (tenho algumas). Já estive várias vezes para comprar um dos seus livros, mas por uma razão ou por outra acabou sempre por ser preterido.
Uma das razões para nunca ter lido nada do autor é precisamente o facto de não ter nenhum livro seu em casa. Tenho a certeza de que se tivesse muito provavelmente num daqueles momentos em que assalta a dúvida sobre o que ler a seguir, já teria agarrado num e já teria lido.
Agualusa é um daqueles autores que vai na volta alguém escreve uma crítica, ou simplesmente fala sobre um dos seus livros e aquilo que é dito é sempre muito positivo, quando não mesmo espetacular, logo, a ideia que fica é que estou a perder alguma coisa por não ter lido nada do autor.
Vou assumir o compromisso de, no segundo semestre deste ano, ler um livro de Agualusa, para poder confirmar, ou não, tudo o que se diz doa autor. O primeiro passo é comprar um dos seus livros.

Sinopse:
Pedro Baños revela-nos as táticas e os segredos dos países para dominar e influenciar à escala mundial, incluindo através da religião. Recorrendo a vários exemplos reveladores, o autor mostra-nos ainda as estratégias clássicas - todas com uma base de hipocrisia e aproveitamento das fragilidades alheias - e aponta os erros do passado que continuam a repetir-se e que são inerentes à condição humana. As regras do jogo podem ter mudado, mas há princípios imutáveis.
Uma análise reveladora sobre as principais estratégias de manipulação implementadas pelos países para manter e reforçar o seu poder ao longo dos séculos.

Bom, muita coisa se podia dizer sobre este local, mas para quê? quem é não gostaria de poder ter a possibilidade de passar uma horas sentado com um livro e com esta vista? Eu ia já. Aliás, era pesso para pagar para isso...

Sinopse:
Hoje em dia, é cada vez mais raro encontrar crianças a rebolar numa encosta de relva ou a trepar às árvores só por divertimento. Retirámos os carrosséis e os sobe-e-desce para manter as crianças seguras.
À medida que a vida das crianças se torna mais virtual, através da TV, do smartphone e dos ecrãs de computador, os professores estão a observar um decréscimo na capacidade de concentração, e os médicos, a registar um aumento alarmante de transtornos sensoriais e emocionais.
Por isso, como pode assegurar que o seu filho está a desenvolver completamente o corpo, a mente e todos os sentidos?

Li este livro há já alguns anos levado pela curiosidade que o próprio título nos desperta: “Um Mundo Sem Nós”. A frase abaixo retirada da revista Time resume em grande medida o teor do livro:
"Se a humanidade desaparecesse o que é que restaria? Um estudo inspirador e visionário sobre a forma como temos vindo a desestabilizar o planeta e de como a Terra respiraria de alívio com a nossa partida."
É um livro sobre o planeta Terra sem a humanidade. É um livro sobre tudo o que nós fizemos ao planeta e sobre como ele sobreviveria (bem) sem nós.
A base é um ensaio académico que o autor faz no pressuposto de que a humanidade deixaria de existir de um momento para o outro. Como evoluiria o planeta e tudo o que o Homem deixou? O autor Alan Weisman leva-nos numa viagem sobre o futuro do planeta sem os seres humanos que em muitos momento mais parece um filme de ficção cientifica.
Lembrei-me recentemente do livro porque aparece mencionado na última revista “Estante” no âmbito do tema Livros que nos ligam à Natureza” e fui revisitá-lo relendo algumas páginas.
É um livro diferente que vale a pena ler em particular por mentes mais curiosas.
Sinopse:
Se nos retirássemos agora da Terra, definitivamente, o que se passaria? Quais os vestígios do Homem (humanos) que permaneceriam e quais os que desapareceriam ? Como mudaria o planeta?
Numa altura em que vivemos tão preocupados e ansiosos com os efeitos do nosso impacto sobre o clima e o ambiente, este livro oportuno dá-nos uma oportunidade de ter uma ideia do que deixaríamos realmente como legado da nossa passagem por este planeta.
Regressaria o clima ao que era antes de ligarmos os nossos motores? Conseguiria a Natureza apagar todos os vestígios da civilização humana, incluindo as miríades de produtos sintéticos e de plástico? Por que razão certos edifícios, certas pontes, resistiriam mais à usura do tempo do que outros? O que ficaria da nossa arte? Que animais prosperariam e que raças se extinguiriam?
Pura fantasia para amadores de ficção científica? Nem por sombras! Alan Weisman tem uma investigação amplamente documentada - baseia-se, nomeadamente, na evolução de territórios actualmente virgens, as florestas que envolvem Chernobyl, a zona desmilitarizada que separa as duas Coreias - , cruza as opiniões dos especialistas com as observações dos autóctones, e convida-nos a uma instrutiva viagem à volta à Terra… sem nós!

Sinopse:
Paulo é um jovem que quer ser escritor. Deixa crescer o cabelo e parte numa viagem pelo mundo em busca da liberdade e do significado mais profundo da existência. Uma jornada que vai desde a prisão como terrorista pela ditadura militar brasileira, em 1970, enquanto viaja pela América do Sul, até ao encontro com Karla, em Amesterdão, e a decisão de partirem juntos para o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros que vivem uma extraordinária história de amor também passam por transformações profundas e abraçam novos valores para as suas vidas. O mais autobiográfico dos livros de Paulo Coelho, que nos leva a reviver o sonho transformador e pacifista da geração hippie.

Já andava para comprar este livro há algum tempo. É uma abordagem sobre o conflito entre religião e ciência. Trata-se de uma abordagem que vai muito ao encontro da minha perspetiva relativamente aos temas ciência/religião e que por isso me despertou interesse.
Sinopse:
This timely book delivers a trenchant analysis of the clash of reason and faith in today's world. Observing the effects of religious fundamentalism, it argues that the problem lies in all religions, because each of them believes that theirs is the one true god, and that all others must therefore be false. In an age of weapons of mass destruction, Harris concludes, such beliefs are potentially lethal, and must be abandoned.

Sinopse:
Domenico Starnone oferece-nos um olhar incisivo e terno sobre o amor, o casamento, a família, o legado que deixamos aos nossos filhos e o lugar que a liberdade individual pode ter no meio de tudo isso.
Um romance provocador, intensíssimo e verdadeiro, pela mão de um dos maiores nomes da literatura italiana contemporânea.
O amor é um jogo sublime.
E uma perigosa armadilha.
Um romance magistral sobre as forças subterrâneas do amor.

Sinopse:
Quando chega a Olhão, numa tarde de sábado de 1936, Boris Skossyreff está sensivelmente a meio do seu turbulento e invulgar percurso: apátrida e falso aristocrata, já deixou para trás países, a espionagem, uma mulher legítima, uma amante e o trono de Andorra. Vem à procura de barco que o transporte até Marrocos. Vicissitudes várias levá-lo-ão, em vez disso, a Marselha, de volta a Portugal, à Guerra Civil de Espanha, a França, às hostes nazis, à prisão de Koblenz- -Metternich na Alemanha e a um gulag na Sibéria.
Um romance picaresco e pós-moderno, em que a História da Europa do século xx se entretece com a saborosa petite histoire, conferindo às personagens ignoradas pela grande História o estatuto de protagonistas. Embora centrado na figura do russo Boris Skossyreff, O Centro do Mundo é também uma declaração de amor à cidade branca e cubista que seduziu Raul Brandão, por «pescadores comunistas e alegres» habitada, «onde o sentimento da igualdade é como em nenhum outro lugar».

Este post surge, tardiamente é verdade, na sequência da morte de Antony Bourdain.
Há uns bons anos atrás li o livro “Cozinha Confidencial” escrito por Bourdain depois de, quase sem querer, ter agarrado do livro na FNAC e ter começado a folhear. Li meia dúzia de páginas e fiquei cativado pelo livro. Comprei e poucos dias depois comecei a ler.
A leitura do livro foi cativante porque é uma mistura: uma parte informativa, uma parte autobiográfica, uma parte negra sobre o mundo da restauração. Não é um livro sobre cozinha e culinária é um livro sobre o mundo da cozinha e o submundo da cozinha.
Lembro-me de ter sido um dos melhores livros que li nesse ano e para mim fui uma agradável surpresa e um complemente ao seu programa “Sem Reservas”. Foi um daqueles livros que aconteceu por acaso mas que acabou por ser um feliz acaso.
Para quem pretenda conhecer um pouco mais sobre o homem este é um livro obrigatório. É um livro cru e muito bem conseguido que importaria ler independentemente das circunstâncias menos felizes que também me levam a falar aqui dele.
O mundo da restauração é um mundo que me fascina a vários níveis que não apenas do da comida em si. Acho muito interessante toda a realidade que rodeia este mundo, desde a parte criativa à parte mais terrena de toda a logística associada.
Este livro juntamente com outro do qual já aqui falei, “Negócios à Mesa” de Danny Meyer, permitiram-me ter uma visão muito mais abrangente sobre a realidade da restauração. Para quem tenha interesse nestes temas são dois livros a considerar.

Vai seguindo a um ritmo razoável a minha leitura de "Um Gentleman em Moscovo". Neste momento o objetivo será conseguir terminar o livro até final de junho.
É preciso dizer que o livro está muito bem escrito, simplesmente é um tipo de escrita que exige um pouco mais de uma cabeça que no final do dia já está bastante cansada e que por isso vai fazendo avançar o livro devagar.

Esta frase terá sido proferida no século XVIII mas é extremanente atual. Com tanta porcaria associada à saúde que se publica hoje em dia esta frase é muito mais verdadeira hoje do que era quando o seu autor a proferiu!

Sinopse:
A Monarquia Constitucional portuguesa explicada por Vasco Pulido Valente. Num primeiro ensaio, a Contra-Revolução, esclarece como D. Miguel falhou a tentativa de restaurar o absolutismo. Com o irmão, D. Pedro IV, precipitou o país para as Guerras Liberais.
Ressurreição e Morte do Radicalismo, o segundo ensaio, descreve a posterior tentativa falhada de modernização do país, que não conseguiu reformar o Estado, fazer a economia crescer e educar a sociedade. Assim se conduziu o país para uma nova revolução, a republicana, de 1910.
Um livro escrito no estilo inconfundível de Vasco Pulido Valente, O Fundo da Gaveta é uma descrição brilhante do Portugal oitocentista e uma poderosa metáfora do nosso país.

Mais um retiro livresco a puxar para o Verão. Acho que não vale a pena fazer uma grande descrição... há alguém que não gostasse de estar aqui com um livro na mão?

Não é uma novidade no sentido de novo livro mas sim no sentido de reedição de um grande clássico.
Sinopse:
Guy Montag é um bombeiro. O seu emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos. Ele nunca questiona a destruição causada, e no final do dia regressa para a sua vida apática com a esposa, Mildred, que passa o dia imersa na sua televisão. Um dia, Montag conhece a sua excêntrica vizinha Clarisse e é como se um sopro de vida o despertasse para o mundo. Ela apresenta-o a um passado onde as pessoas viviam sem medo e dá-lhe a conhecer ideias expressas em livros. Quando conhece um professor que lhe fala de um futuro em que as pessoas podem pensar, Montag apercebe-se subitamente do caminho de dissensão que tem de seguir.
Mais de sessenta anos após a sua publicação, o clássico de Ray Bradbury permanece como uma das contribuições mais brilhantes para a literatura distópica e ainda surpreende pela sua audácia e visão profética.
Como já escrevi esta semana, as compras na Feira do Livro foram reduzidas mas foram ao encontro dos desejos de todos os elementos do agregado familiar. Cada um comprou aquilo que pretendia. Aqui fica a lista de compras:


Muita curiosidade neste livro: primeira incursão do ex-presidente americano Bill Clinton pela ficção, em parceria com James Patterson. Um grande escritor e um ex-presidente a escreverem em dupla sobre... o desaparecimento de um presidente. Tem todos os ingredientes para ser um bom livro. Espero que seja traduzido a breve prazo.
Sinopse:
An unprecedented collaboration between former US President Bill Clinton and bestselling thriller writer James Patterson. The President is Missing brings together first class fictional credentials, with unique inside information on the workings of the White House and the president’s inner circle.
The President is Missing.
Amid an international crisis, the impossible has happened. A sitting U.S. President has disappeared.
What follows is the most dramatic three days any president has ever faced - and maybe the most dramatic three days in American history. And it could all really happen.
Full of details only a president could know, Bill Clinton and James Patterson have written the most authentic - and gripping - presidential thriller ever.

“A Rapariga Inglesa” de Daniel Silva foi o meu livro de férias conforme já aqui referi.
A lógica da escolha foi simples: num dos melhores momentos do ano ler aquilo de que mais gosto. Demorei quatro dias a lê-lo e no final estive a fazê-lo durar.
Já aqui escrevi que sou grande fã de Daniel Silva e do seu personagem Gabriel Allon. Já levo lidos no total X livro que tem como principal ator o espião criado por Daniel Silva e ainda me faltam quatro para os ter lido todos, se contarmos com “A Casa de Espiões” editado já em 2018.
É mais um livro de grande qualidade, com muito trabalho de investigação pelo meio e uma ação muito bem construída. Daniel Silva, é, não me canso de dizer, brilhante na construção da narrativa e nos seus pormenores.
Sendo um livro para quem, como eu, gosto do género (espionagem), convido quem nunca o tenha feito a ler um dos livros de Daniel Silva. Sem exagero, é mesmo muito bom. Recomendo vivamente.
Sinopse:
Madeline Hart é uma estrela ascendente no partido britânico no poder: bonita, inteligente, motivada para o sucesso por uma infância pobre. Mas Madeleine tem também um segredo sombrio: é amante do primeiroministro, Jonathan Lancaster. Os seus raptores descobriram o romance e decidiram que Lancaster deve pagar pelos seus pecados. Receoso de um escândalo que lhe destrua a carreira, ele decide lidar com o caso em privado, sem o envolvimento da polícia britânica. Trata-se de uma decisão arriscada, não só para si próprio, como para o agente que conduzirá as buscas. «Tens sete dias, depois a rapariga morre.» Entra em cena Gabriel Allon — assassino implacável, restaurador de arte e espião —, para quem as missões perigosas e a intriga política não são novidade. Com o relógio a contar, Gabriel tenta desesperadamente trazer Madeleine de volta a casa em segurança. A sua missão leva-o do mundo criminoso de Marselha a um vale isolado nas montanhas da Provença, depois aos bastidores do poder londrino e, finalmente, a um clímax em Moscovo, uma cidade de espiões e violência, onde há uma longa lista de homens que desejam ver Gabriel morto. Desde as páginas de abertura até ao chocante final, em que se revelam os verdadeiros motivos por detrás do desaparecimento de Madeleine, A Rapariga Inglesa irá deixar os leitores completamente mergulhados na história.

Sinopse:
Enquanto humanos não conseguimos deixar de nos interrogarmos acerca de nós mesmos e de onde viemos. Existirá algures um ser que criou o universo? Haverá algo para lá da morte? e se houver, como será? Questões como estas ocupam a mente humana desde sempre e por todo o mundo.
E, na procura de respostas, as explicações encontradas são diversas. Baseado numa pesquisa rigorosa, séria e metódica, Richard Holloway reescreve a história das grandes religiões, desde os primórdios à atualidade. Indo muito além do judaísmo, islamismo, cristianismo, budismo e hinduísmo, ele dirige-se às pessoas com fé, aos não crentes e a todos aqueles que ainda não sentiram o apelo divino.
Um importante contributo para uma melhor compreensão dos diferentes credos - indispensável e esclarecedor.

Sinopse:
Janeiro de 1562. A Europa é o epicentro de uma verdadeira luta entre a luz e as trevas. Em Moscovo, Matthew Longstaff tenta cumprir a missão que lhe foi confiada: roubar um livro da biblioteca privada de Ivan, o Terrível. Longstaff trabalha para os Otiosi, um grupo clandestino de livres-pensadores determinado a manter acesa a chama do livre-pensamento que começa a expandir-se por toda a Europa. Também a trabalhar para os Otiosi encontra-se o médico e aventureiro Gaetan Durant, encarregado de obter um palimpsesto raro.
Numa Itália mergulhada na Contrarreforma os inquisidores do papa mostram-se determinados a destruir qualquer foco de conhecimento livre. O seu líder, Gregorio Spina, chefe censor e espião do papa, captura o líder dos Otiosi em Florença e tortura-o em busca de informações. Os segredos da Biblioteca do Diabo podem estar ao alcance de Spina, e os primeiros passos dados pela humanidade em direção ao Iluminismo correm o risco de serem apagados da História.

(marcador da Feira do Livro de 2001 - o mais antigo que consegui encontar)
Há mais de 20 ano que vou à Feira do Livro quase religiosamente. Se bem me recordo nas últimas duas décadas houve apenas um ano em que não fui.
Durante muito tempo o foco foi mais direcionado para os alfarrabistas na procura de pechinchas e livros antigos. Uma parte da minha biblioteca teve origem nesta pesquisa, muitas vezes demorada pelas bancas dos alfarrabistas.
Mais tarde passei para o aproveitamento das promoções das editoras nos livros com mais de 18 meses, coisa que ainda hoje faço.
Nos últimos anos houve algumas alterações que tiraram algum encanto à Feira no que diz respeito às compras: as promoções dos grandes espaços, o OLX, fizeram com que existem menos compras para fazer.
Por outro lado, o espaço ganhou outra dimensão, nomeadamente com a parte gastronómica e de eventos, tornando-o mais familiar e agradável.
Em termos gastronómicos para mim a Feira do Livro é quase desde sempre sinónimo de fartura. Ir à Feira do Livro não faz sentido sem comer uma fartura, ou às vezes duas, uma à entrada e outra à saída.
Ir à Feira do Livro é um evento praticamente obrigatório mesmo que (como aconteceu este ano) sem muitas compras. Para mim é um dos locais onde me dá mais gozo passear, mesmo que num sábado, mesmo que com muita gente e eu não sou grande apreciador de multidões, e é um local onde tenho levado o pequeno todos os anos apesar da sua tenra idade exatamente para lhe incutir o gosto pela coisa.
Este ano a visita foi apenas de um dia, mas foi em família e houve direito a uma compra para cada elemento do agregado e ainda para uma fartura, por isso foi perfeito!

Depois de uma semana de férias onde comida foi coisa não faltou (bem pelo o contrário) esta máxima veio tranquilizar-me... considerando que li mais ou menos duas horas e meia por dia é possível que tenha conseguido eliminar alguns dos excessos cometidos...

Sinopse:
E se aquilo que nos contaram for apenas uma parte da história? Diz-se que a História é escrita pelos vencedores, mas… e se a História – ou o que conhecemos dela – tiver sido escrita pelas mãos erradas? E se aquilo que nos contaram for apenas uma parte, a versão dominante após séculos de disputa entre visões opostas do mundo? "História Secreta do Mundo", de Jonathan Black, resulta de mais de vinte anos de pesquisa e dá-nos um guia completo e definitivo da História do mundo e da Humanidade. Partindo dos ensinamentos das antigas escolas de mistérios e sociedades secretas – preservados ao longo dos séculos por algumas (poucas) pessoas e grupos como os Templários, os Maçons, os Rosacruzes ou os Illuminati –, recupera as origens do pensamento filosófico e esotérico, e reconta a História da Terra e das civilizações a partir de uma visão alternativa dos acontecimentos. Ao ler este livro, ficará a saber que as sociedades antigas eram profundíssimas conhecedoras da astrologia e da matemática, investigavam a origem do Universo e do planeta Terra e tinham plena noção da teoria da evolução, séculos antes de Darwin. Perceberá também que o conhecimento de fórmulas químicas e matemáticas secretas influenciou a ciência, a arte e a arquitetura, e ficará a conhecer as leis misteriosas que sustentam a História, desenvolvidas e guardadas secretamente ao longo dos séculos. Descubra os grandes mistérios desconhecidos do mundo. Apoiando-se em numerosas fontes e documentos históricos, História Secreta do Mundo leva-nos numa incrível viagem pelos grandes mistérios, por ensinamentos que cativaram personalidades como Leonardo da Vinci, Isaac Newton ou William Shakespeare, e relata a completa e verdadeira gesta da Humanidade desde o início dos tempos até aos dias de hoje. «O livro do ano! Um livro fascinante, uma viagem esotérica, do início dos tempos até ao presente, baseada nas crenças e escritos das sociedades secretas. Adorámos.» Mail on Sunday «Depois de lermos História Secreta do Mundo, compreendemos o sentido de tudo. Relacionamos Osíris, Siddhartha, Atena, Mitra, os Templários, John Dee, Tolstói, os Maçons, Jung, Lenine, C. S. Lewis, Philip K. Dick e Lewis Carroll no seu mundo do outro lado do espelho… estranhamente verdadeiro… excelente.» The Times «Posso dizer, sem exagero, que este livro é a melhor e mais acessível abordagem à tradição esotérica ocidental que li em décadas… uma obra-prima erudita e imaginativa.» Ronald M. Mazur, Winona State University «Revolucionário, desafiante, provocador e inspirador. Muito bem escrito. A minha mente está maravilhada.» Anne Rice, escritora «Uma obra-prima. A partir do momento em que comecei a ler, soube que este livro conseguira a proeza notável de pôr o conhecimento antigo novamente ao alcance de todos. Adorei!» Caroline Myss, escritora

Sinopse:
Há 100 anos, Joaquim Simões Costa acabou a Grande Guerra como tenente do exército português, na arma de infantaria. Foi um dos primeiros militares a entrar nas trincheiras, na primeira linha, face ao inimigo, em Ferme du Bois. No Dia de Santo António, em 1917, ainda sargento, tombou gravemente ferido. Por iniciativa sua, a sub-unidade que comandava desobedeceu a ordens de retirada, e resistiu mais uma hora, para dar tempo à entrada em acção da nossa artilharia.
Clemente e Nuno Rogeiro, dois dos seus nove netos, descobriram o diário de campanha do avô combatente: o treino em Tancos e a partida de Lisboa, a perseguição de submarinos, os combates aéreos, as ilusões e desilusões face a aliados e adversários, a crueza da guerra, as luzes de humanidade e romance, os dilemas da convalescença.

Termina hoje uma semana (curta) de férias dedicada a um conjunto de coisas que muito aprecio: família, descanso, livros e comida.
Foram umas férias passadas em família num descanso quase total e sem preocupações de qualquer natureza, a comer bem e sem preocupação de preparação e com a possibilidade de ler um livro dos que mais gosto em menos de uma semana. Perfeito.

Sinopse:
Um trabalho jornalístico minucioso que revela a história negra do contrabando e do narcotráfico na Galiza… Nos anos 90, 80% da cocaína que chegava à Europa desembarcava nas costas galegas. Para além da sua posição geográfica privilegiada, a Galiza dispunha de todos os ingredientes necessários para se converter numa “nova Sicília”: atraso económico, uma centenária tradição de contrabando (principalmente com Portugal) e um clima de admiração e tolerância em relação a uma cultura criminosa herdada da época dos “inofensivos” e “benfeitores” chefes do tabaco. Os clãs, poderosos e fechados, cresceram num clima de impunidade consolidada graças à apatia e cumplicidade da classe política e forças de segurança. Através de testemunhos diretos dos intervenientes, Farinha incluí ainda uma análise dos clãs que continuam as suas operações hoje em dia. Porque ao contrário da crença mediática e popular – tal como demonstra este livro –, o narcotráfico continua vivo na Galiza.

Sinopse:
Europa, século XXI: um retrato político e social. Bernardo Pires de Lima, um dos mais consistentes comentadores da actualidade política internacional, viajou pelas 28 capitais da Europa ao longo de um ano. O resultado é um mapa das mudanças e dos desafios que o Velho Continente enfrenta no novo século, numa viagem que transporta o leitor para o quotidiano destas cidades. «Entre Janeiro e Novembro de 2017, percorri todas as 28 capitais da União Europeia. Ao longo de 11 meses, fiz 54 viagens de avião, quatro de comboio, duas de autocarro e 563 quilómetros a pé. O objectivo era perspectivar a Europa através de uma grande angular, num ano crucial, e registar o momento geopolítico decisivo que o continente enfrenta a partir de cada uma das suas capitais, abordando alguns dos principais debates internos, testemunhando as decisões mais importantes, e entrevistando líderes nacionais nos mais variados sectores da sociedade.»

A questão é a seguinte: o livro "Um Gentleman em Moscovo" de Amor Towles é bom, mas nas férias (o meu momento preferido do ano) eu preciso do meu autor favorito, por isso, teve ser: estou a ler "A Rapariga Inglesa" de Daniel Silva e fiz uma pausa no livro "Um Gentleman em Moscovo".

De férias posso... ou pelo menos posso muito mais do que nos dias normais... e sabe tão bem!

É um dos temas do momento embora passe ainda despercebido a muita gente. Vale a pena perceber o que está em jogo. É informaçãuo pura sobre os nossos direitos.
Sinopse:
O Regulamento Geral de Proteção de Dados introduz no regime jurídico da proteção dos dados pessoais novos conceitos, novos direitos e novas obrigações.
As organizações têm até o dia 25 de maio de 2018 para garantir a conformidade dos seus procedimentos com o disposto no Regulamento Geral de Proteção de Dados, incorrendo, a partir daquela data, em elevadas coimas que poderão atingir 4% da faturação anual ou 20 milhões de euros.
Neste Manual, iminentemente prático e conciso, o leitor encontrará:
- Uma introdução clara e objetiva ao Regulamento Geral de Proteção de Dados;
- a resposta às dúvidas mais frequentes relacionadas com os novos conceitos, direitos e obrigações decorrentes do Regulamento;
- Um guião orientador das medidas técnicas e organizacionais a implementar para garantir a conformidade com o Regulamento e evitar coimas;
- Um glossário com os termos do regulamento;
- o Regulamento (EU) 2016/679 do Parlamento e do Conselho, de 27 de abril de 2016.

Sinopse:
Nápoles, lugar de luz e sombra, cidade bela e terrível, o reino da Camorra. Um bando de rapazes sem rei nem roque cruza as ruas de Nápoles nas suas motorizadas. Chamam-se Maraja, Dentino, Lollipop, Drone. Os miúdos calçam sapatos de marca e trazem tatuados nos braços os nomes das suas paranza, os seus gangues. Não querem ter de se levantar cedo todos os dias, como os pais, para ir ganhar algum. Querem mais, querem ter tudo. Em Nápoles, essa é uma possibilidade que está ao alcance daqueles que escolherem o lado certo da Camorra. E dos que não tiverem medo de matar. Ou de morrer. Nos telhados da cidade, os rapazes treinam com metralhadoras, fazem pontaria a contentores do lixo, disparam para janelas alheias. A vida de uma pessoa vale menos que uma palavra. Sentem-se imortais, até ao dia em que a sua própria vida fica no fio da navalha. Do autor de "Gomorra" — um dos mais corajosos e impactantes livros de investigação das últimas décadas — chega um grande romance, brutal na sua força, magistral no seu retrato de uma juventude perdida. Uma corajosa peça de ficção que se converte em crónica de uma cidade corrompida, corroída, em que o sangue se paga com sangue. Crónica de uma cidade que poderia ser muitas outras e de um tempo que requer uma urgente reflexão, "Os Meninos da Camorra" é um romance imperdível.

Durante uns dias ler vai ter toda uma outra dimensão para o Leitor: leitura entre praia, piscina e descanso - férias...

Sinopse:
Selvagem e furioso, Jun vagueia com os seus quinze anos pelas ruas de Tóquio, longe de uma família da qual se recusa a falar. O seu encontro com um mestre de sumo que o vê como gordo apesar do seu corpo emaciado, envolve-o na prática da mais misteriosa das artes marciais. com ele, Jun descobre o desconhecido mundo da força, inteligência e aceitação de si próprio.
Mas como alcançar o zen quando não há nada além de dor e violência?
Como tornar-se um lutador de sumo se não se consegue engordar?
Na populosa metrópole japonesa, o ancião Shomintsu guiará o jovem por um caminho iniciático que, misturando infância e espiritualidade, também acompanha o leitor à fonte do budismo.

É este o top de vendas atual nos States (dados os New York Times). Há nome que se repetem quase em permanência, e sempre com livros diferentes.

Sinopse:
«Estes invasores tinham vindo conquistar a nossa terra e, agora, nunca mais regressariam a casa. Ao ouvir aquelas mulheres de olhos negros, estremecia de prazer no escuro, e parecia-me que nunca iria conseguir contar histórias como aquelas.» Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar. Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, "Refugiados" é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família.
Aqui ficam as escolhas de Bill Gates para leitura neste verão. o que me salta mais à vista é "Leonardo Da Vinci" de Walter Isaacson, para além do Lincon no Bardo" que já li.

Sinopse:
No século XV, Hugo de Covarrubias decide que não quer tomar as rédeas do negócio do pai, um mercador de lãs. Esta decisão faz que parta de Burgos em busca da sua vocação, votando ao abandono o negócio familiar, o ambicioso meio-irmão Damián, e Berenguela, o seu grande amor.
No entanto, tudo muda quando descobre que o pai está a ser atraiçoado e vê-se obrigado a fugir para salvar a vida num baleeiro basco e conhece Azerwan, um homem fascinante que se define como contador de lendas e com quem iniciará em África um prometedor negócio de venda de sal.
Tudo corria bem até que uma vingança o obriga a fugir de novo, desta vez com uma mulher e um extraordinário falcão, em busca do seu verdadeiro destino: aprender a arte dos vitrais.
Um romance épico com panos de fundo variados numa época em que as antigas catedrais se foram abrindo para se transformarem em autênticos sacrários de vidro, perante os quais os fiéis acreditavam estar junto das Janelas do Céu.

Sinopse:
Uma história cheia de suspense que explora as complexidades do casamento e as verdades perigosas que ignoramos em nome do amor.Aos 37 anos, a recém-divorciada Vanessa está no fundo do poço. Deprimida, a morar no apartamento da tia, sem filhos, dinheiro ou amigos verdadeiros. Richard, o seu carismático e rico marido, era tudo para ela. Mas, ao descobrir que ele está prestes a voltar a casar, algo dentro de Vanessa se rompe. A partir de agora, na sua vida, só existirá uma única obsessão: impedir esse casamento. Custe o que custar. Nellie parece uma jovem qualquer, bela e sonhadora, que chega a Manhattan para começar a sua tão sonhada vida adulta. Mas a personalidade tranquila que ostenta é apenas uma fachada. Na sua cabeça perdura um segredo que a fez fugir da sua cidade natal e que a impede de caminhar sozinha para casa. Ao conhecer Richard - bem-sucedido, protector, o homem dos seus sonhos -, Nellie finalmente começa a sentir-se segura. Ele promete protegê-la de tudo para o resto de sua vida. Mas, de repente, começa a receber chamadas misteriosas. Algumas fotografias são mudadas de lugar no seu quarto. O lenço que planeava usar no seu casamento desaparece. Alguém a está a perseguir, alguém quer o seu mal. Mas quem?

Sinopse:
A história dos Judeus é sobre, e para, toda a humanidade. E na nossa época de chegadas ansiosas e partidas forçadas, a memória da procura de um lar pelos Judeus tem uma importância sem precedentes. Esta obra é uma história cultural extraordinária, palpitante de energia e cor, que se estende por séculos e continentes: partindo da expulsão dos Judeus de Espanha em 1492, navega por milagres e massacres, deambulações, discriminação, harmonia e tolerância até aos alvores do século XX, que parecia trazer uma esperança profunda para todos.

...este artigo no "Obervador" sobre um regresso à Feira do Livro de um antigo livreiro. Muito bom. Li com gosto.
"Trabalhei na Feira por um dia. Vendi livros e descobri minis a 1 euro"

Mais um livro para curiosos e entusiastas / receosos do futuro (onde me incluo). Não conhecia, mas pelo que tive oportunidade de ver parece-me interessante. Como qualquer livro que fale do futuro, especula e quem especula sabe que está sempre na berlinda.
Sinopse:
O que têm em comum os automóveis sem condutor, os serviços on-demand, a inteligência artificial e a desigualdade de rendimentos? Todos nos indicam, de forma inequívoca clara e em bom som, que estamos a caminhar desordenadamente para um mundo dominado pela tecnologia, que não compreendemos bem e que temos razões para temer. Tim O’Reilly é considerado «o oráculo de Silicon Valley». Em "Como Será o Futuro" explica que as tecnologias que estamos a criar podem no futuro vir a serem demasiado intrusivas, e mesmo controlar, as nossas vidas.

Por via da fonte de informação do costume - O Observador - fica a lista das novidades editoriais de junho. São bastantes, creio que também aproveitando o facto de ser mês de Feira do Livro de Lisboa.

Sinopse:
Uma poderosa reflexão sobre o sentido da vida, uma elegia da humanidade e do amor, uma celebração de tudo o que temos e que corremos o risco de perder. A humanidade desapareceu. E com ela o amor, as emoções e o culto da eterna juventude. Num futuro inquietante, o mundo é habitado por clones de seres humanos extintos. Estes clones parecem ter pago a imortalidade com a perda da capacidade de sentir emoções autênticas. Neste mundo, Daniel24 e Daniel25, duas misteriosas personagens, encontram o diário do seu antecessor, Daniel1, famoso pelos pensamentos cáusticos e provocadores, imbuídos de uma visão fria e cruel da existência. A leitura destes diários levará Daniel25 a partir em procura de uma possível ilha utópica, pondo em risco a sua imortalidade. Com "A Possibilidade de Uma Ilha", romance vencedor do Prémio Interallié, a voz mais irreverente das letras francesas consegue mais uma vez provocar e emocionar com a criação de um mundo que se parece perigosamente ao nosso.

Sinopse:
Luís Costa Ribas é um dos rostos mais conhecidos da televisão portuguesa. Todos assistimos aos seus directos nos telejornais da SIC a partir de Boston, Nova Iorque ou Washington, com notícias sobre o que se passa nos Estados Unidos e no mundo.
Em "Uma Vida em Directo", «o correspondente dos EUA» partilha reflexões sobre a sua profissão e conta-nos as histórias e episódios de vida mais marcantes da sua longa carreira de jornalista, nos quatro cantos do mundo.

Já está disponível a nova revista Estante. Já aqui falei dela anteriormente. Sou um leitor assíduo e apreciador dos seus conteúdos. Acho que a FNAC faz um excelente trabalho nesse campo e consegue criar uma revista que qualquer pessoa que goste de livro aprecia.

Já aqui escrevi várias vezes sobre a minha relação com os livros desde muito tenra idade e também sobre o tento fazer com o meu pequeno em relação a esse tema.
A ideia de base é simples: ler é uma ação estruturante do ser humano, logo tem de começar exatamente quando os pequenos seres estão a começar a estruturar as suas personalidades.
Os livros devem ser para as crianças uma mistura de interesse, conhecimento, diversão, aprendizagem, e nós, enquanto adultos, temos a responsabilidade de lhes procurar dar condições para que isso aconteça.
Eu gosto de pensar que hoje consigo “ser mais alguma coisa” porque gosto e sempre gostei de ler. Gosto de acreditar que os livros me ajudam a ser melhor a todos os níveis, por isso, acreditando nessa premissa, a única coisa que procuro garantir é que passo para o meu rebento essa máxima.
Hoje, no Dia Mundial da Criança, compre um livro para uma criança, ofereça um livro a uma criança, ou simplesmente leia uma história a uma criança.
Uma criança que aprenda a gostar de livros terá mais condições para ser um melhor adulto. Eu pelo menos acredito nisso.