domingo, 31 de março de 2024

Novidade - "25 de Abril, no Princípio Era o Verbo" de Manuel S. Fonseca; Ilustração: Nuno Saraiva

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


Festa. Este livro festeja os 50 anos do dia que derrubou uma ditadura de 48 anos. O 25 de Abril, catarse e delírio, foi uma das mais impressionantes algazarras de liberdade, loucura, e inocente destrambelhamento colectivo que o modesto povo português já viveu.

A liberdade chegou como uma inundação: proliferaram partidos políticos; levantaram-se do chão incendiários educadores do povo; agitaram-se estandartes; colaram-se cartazes; pichagens pintaram paredes; ruas, largos e avenidas entupiram-se com torrentes de gente em loucas manifs.

De tudo isso este livro quer ser a mais despretensiosa - e divertida - testemunha. Primeiro, num preâmbulo mansinho, nocturno, visitamos e descrevemos, hora a hora, os incidentes e o suspense da noite de 24 de Abril, da madrugada e do dia 25 em que os militares de Abril derrubaram o Estado do estado a que isto chegara.

Depois, redescobrimos as palavras de ordem, o alucinado desatino das palavras que varreu Portugal, evocando cartazes, os gritos das manifestações, as paredes e muros pintados. Mais de duas dezenas de ilustrações de Nuno Saraiva recriam, neste 25 de Abril, no Princípio Era o Verbo, um Portugal de cabelos desvairadamente compridos, calças boca de sino, soutiens a serem queimados, um Portugal a pôr a ávida boca na orgia de novos costumes.

O 25 de Abril foi um dia polifónico em que da voz de cada português saiu uma palavra, fosse essa palavra exaltante, ridícula, hiperbólica, tímida, ou do mais sublime humor. Dessas palavras se construiu o Portugal que hoje somos. Dessas palavras é feito este livro.

Fazia desta livraria a minha casa 60

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Adaptive Reuse - Pequim - China

sábado, 30 de março de 2024

Novidade - "Eu Não Quero Ler!" de A. P. Hernández

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


Ei, tu! Sim, tu. Ouvi-te dizer
«Eu não gosto de ler»?
Então, és como o Martim, e este livro é para ti!

Calma, não faças já essa cara! O Martim, que tu ainda não conheces, não gosta de estudar e… não gosta mesmo nada de ler. Quer dizer, isso era o que ele achava, até chegarem as férias do verão e lhe darem uma coisa que é, ao mesmo tempo, uma aventura e uma surpresa; uma coisa que o faz rir e sonhar; uma coisa que o leva a conhecer pessoas e lugares novos. Bem, já estás a ver o que é? Não? É um livro! Mas como?, perguntas tu.

Sabes, o que agora está nas tuas mãos chama-se livro, sim, mas tu tens, agora, a oportunidade única de descobrir, como o Martim, exatamente o que essa palavra quer dizer. E mais! Vamos revelar-te já um segredo, mas promete não contar: esta história foi escrita só para ti e mais ninguém a vai viver da mesma maneira. Não acreditas? Descobre o final!

Lembra-te:
Ler é viver e sonhar como tu queres,
sem limites!

Apontamentos para além dos Livros - "The Bear"

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Tenho andado um bocado desligado da televisão no geral e dos prémios televisivos em particular, por isso, apesar de já ter ouvido falar bem desta série pouco sabia sobre ela, logo, desconhecia em absoluto que é uma série multipremiada. Justificadamente diga-se.


Falo da série “The Bear”. Comecei a ver apenas na ótica de “experimentar”, mas acabou por ter de ser muito mais do que isso. É das melhores séries que vi nos últimos anos e o motivo é simples: parece verdadeiramente algo que podia acontecer na vida real, com pessoas reais, os seus problemas, sentimentos, relações, vivências. Muito simples, mas ao mesmo tempo muito profundo e real.


Fica a recomendação, forte recomendação para verem e confirmarem. Muito, muito bom.


Podem ver o trailer clicando na imagem abaixo.


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sexta-feira, 29 de março de 2024

Novidade - "Do 25 de Abril de 1974 ao 25 de Novembro de 1975 - Episódios menos Conhecidos" de Irene Flunser Pimentel

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


«Se houve vários "25 de Abril", "11 de Março" e "25 de Novembro", pode-se, porém, concluir que, no primeiro dia, em 1974, a ditadura portuguesa com a duração de 48 anos, nas suas fases militar e civil, de António de Oliveira Salazar e depois de Marcello Caetano, foi decididamente extinta.»

«Neste livro apresento uma análise pessoal de episódios ocorridos entre os anos finais da ditadura e o 25 de Novem­bro de 1975, com destaque para o que aconteceu à ex-polícia polí­tica e para a ação dos EUA, França e Alemanha nesse período relativamente a Portugal.

Como se verá, não se trata de qualquer análise exaustiva de todas as questões em torno da implantação da democracia em Portugal. Também não serão analisadas as movi­mentações populares, rapidamente controladas pelos partidos depois de um muito breve período de espontaneidade e autonomia.

A autonomia do campo político é o que se optou por aqui ana­lisar, através do estudo das principais instituições de poder erguidas durante o processo que se desenvolveu no período entre os dois "25", de Abril de 1974 e de Novembro de 1975, quer entre os militares, quer entre os principais partidos políticos portugueses.»
Da Introdução

Páscoa de Livros

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Questões religiosas à parte, se estiver a pensar oferecer algum mimo de Páscoa em particular aos mais pequenos lembre-se que em vez de gastar 10 ou 15 Euros num ovo de chocolate pode comprar um chocolate (ou umas amêndoas) mais pequeno e juntar um livro.


Entre um ovo com um embrulho vistoso e farfalhudo com uma bugiganga lá dentro e um livro creio que a segunda hipótese pode ser mais vantajosa. Cada um sabe de si, eu deixo a só sugestão. Uma Páscoa com livros!

quinta-feira, 28 de março de 2024

Novidade - "Um Espião Perfeito" de John le Carré

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Sinopse:




«Um homem com duas mulheres perde a alma. Mas um homem com duas casas perde a razão.» Fundamentalmente, é a esta quase impercetível perda que toda a história de Um Espião Perfeito se refere: ao destino de um homem que, na qualidade de conselheiro da embaixada britânica em Viena para «certos assuntos inconfessáveis», controlou o conjunto das redes inglesas na Europa de Leste, apesar de ter sido durante toda a sua carreira um agente duplo partilhado entre o universo comunista e o establishment ocidental.

«Magnus Pym», explicou um dia John le Carré, «é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós.» e é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão do livro que le Carré assumiu sempre ter querido escrever, e que foi unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das suas obras.

Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um romance superior e tornou-se um sucesso internacional. Na primeira página do The New York Times Book Review, o crítico Frank Conroy descreveu-o como «uma obra notável, que consegue um equilíbrio rigoroso entre o desenvolvimento da narrativa e a riqueza inteligente e hábil do seu estilo». E a Académie Goncourt, de Paris, não hesitou mesmo em declarar: «Um Espião Perfeito integrou le Carré no pequeno grupo dos grandes romancistas ocidentais.»





CRÍTICAS


«O melhor romance inglês do pós-guerra.»
Philip Roth


 






CRÍTICAS DE IMPRENSA


«Sem dúvida a sua obra-prima… um trabalho de ficção perfeito.»
Sunday Times


Ouvido numa Livraria

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Numa conversa com um vizinho que tem uma papelaria / livraria ele contava-me que recentemente uma senhora gastou 40€ em raspadinhas. O filho pequeno que vinha com ela terá mostrado interesse num livro de “Uma Aventura” que até estaria em desconto. A mãe ter-lhe-á dito que não. O senhor da papelaria terá, em tom de brincadeira dito à senhora que o livro custava o mesmo que uma raspadinha das mais baratas.
Conta o senhor da papelaria que, após o seu comentário, a mãe da criança olhou para ele com olhos fulminantes e respondeu: “É o mesmo preço, pois é, e dali sai alguma coisa? Também dá prémio? Se não dá é atirar dinheiro fora!”.
O senhor diz que ficou sem palavras e eu sou capaz de perceber porquê. Não era uma pessoa idosa, era alguém que provavelmente será até mais nova do que eu. Choca-me este tipo de perspetiva da vida. Note-se estamos a falar de raspadinhas… e de um pequeno que achou piada a um livro… não tenho muito mais a dizer.

quarta-feira, 27 de março de 2024

Novidade - "Atlas do Médio Oriente" de Pierre Blanc e Jean-Paul Chagnollaud

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Sinopse:


Mais de 80 mapas e documentos, todos totalmente actualizados, lançam luz sobre as muitas origens da violência no Médio Oriente, uma entidade geopolítica que se estende da Turquia ao Iémen e do Egipto ao Irão:

- As raízes históricas dos conflitos actuais desde o colapso do Império Otomano.
- Os impasses políticos dos regimes autoritários e os excessos nacionalistas, islâmicos e sionistas.
- Petróleo, gás, água, terras: recursos estratégicos muito disputados.
- Os interesses e as estratégias das grandes potências da região.

Nos conflitos do Médio Oriente, na Síria, no Iémen, no Iraque e em Israel-Palestina, está em jogo o destino de Estados, de povos e de sociedades civis, por vezes em frangalhos. Para que a estabilidade regional seja possível, é essencial compreender as origens da violência.

Leitura - "O Colecionador" de Daniel Silva

Cópia de Cópia de Uma das últimas compras (33).


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A primeiro nota é igual para todos os livros que já li de Daniel Silva. Ele não desilude, e Gabriel Allon também não.


Quem leu toda a série pode considerar que existe alguma suavização dos enredos nos últimos livros e menos belicismo. Creio que é verdade e isso em nada tira qualidade aos livros de Daniel Silva.


“O Colecionador” é mais um excelente livro, onde Daniel Silva faz uma receita muito bem conseguida, liga a história à guerra na Ucrânia, ficando claro (ao contrário do que normalmente acontece) qual é timing em que a ação decorre, encontra formas de relembrar personagens que já foram importantes no início da série, cria mais um ou dois personagens que podem vir a ser úteis em episódios futuros, e mantém Gabriel Allon como herói da história. Entre magnatas do petróleo, uma ladra de topo e muitos russos esta é mais uma história muito bem pensada e escrita. Com muitos toques de realismo também.


Não me canso de dizer que existe uma mestria enorme de Daniel Silva para conseguir trazer esta série até anos nossos dias. O primeiro livro data de 2000, são já 23 títulos com um tronco comum, mas com muitas evoluções pelo meio, sempre com muita qualidade.


Se não conhecem, leiam Daniel Silva. A única coisa de que tenho pena é que neste momento não tenho mais nenhuma aventura de Gabriel Allon para ler…

terça-feira, 26 de março de 2024

Novidade - "Quando as Montanhas Cantam" de Nguyen Phan Qué Mai

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Sinopse:




Um país em guerra. Uma família dividida. Uma história de coragem e esperança.
Vietname, 1972. Do seu refúgio nas montanhas, a pequena Huong, e a sua avó observam Hanói a arder sob o fogo dos bombardeiros americanos. Até àquele momento a guerra tinha sido apenas uma sombra que afastara a família e dilacerava o país. Agora, entrava de forma brutal nas suas vidas.

Quando regressam à cidade, descobrem a sua casa completamente destruída e decidem reerguê-la, tijolo a tijolo. Para animar a neta, Di¿u Lan começa a contar a história da sua vida: desde os anos nas terras da família durante a ocupação francesa, as invasões japonesas e a chegada dos comunistas; da sua fuga desesperada para Hanói, sem comida nem dinheiro, e a dura decisão de deixar os filhos pelo caminho, na esperança de que, mais tarde ou mais cedo, se reencontrassem.

O tempo passa e quando finalmente terminam a reconstrução da casa, a guerra já terminou. Os veteranos estão a regressar da linha da frente e Huong pode finalmente voltar a abraçar a mãe, que está uma mulher muito diferente daquilo que ela se lembrava. A guerra roubou-lhe a esperança e as palavras; e caberá a Huong dar-lhe voz e ajudá-la na dura tarefa de se libertar do fardo amargo de todos os segredos...





CRÍTICAS


«Um romance fascinante.»
Viet Thanh Nguyen, vencedor do Prémio Pulitzer


 






CRÍTICAS DE IMPRENSA


«O fenómeno literário do ano.»
A escolha dos editores do The New York Times

«Uma história arrebatadora. uma brilhante e generosa carta de amor ao Vietname que vai encantar todos os leitores!»
Publishers Weekly

«Um relato épico e comovente.»
The New York Times


Notícias Livescas

22508650_mpzzF.png- A Feira do Livro de Lisboa, que este ano se realizada de 29 de maio a 16 de junho, irá ter mais dez expositores e atingirá o limite de capacidade.
- O jornalista e escritor Fared Zakaria tem um novo livro intitulado 'Age of Revolutions'. O livro é publicado hoje nos EUA e deverá chegar a Portugal brevemente pela mão da Gradiva.
- Os cheques-livro começam a ser entregues já no mês de abril. A medida abrange 200 mil jovens que tenham completado 18 anos.
- Lisboa é este ano convidada de honra da Feira do Livro de Buenos Aires. A participação portuguesa contará com 37 autores. A Feira decorre entre 23 de abril e 13 de maio.
- A Rede Municipal de Bibliotecas de Almada inaugurou no passado dia 21 de março, a nova Biblioteca Itinerante de Almada, um equipamento que pretende facilitar o acesso ao livro por parte das comunidades do concelho.

segunda-feira, 25 de março de 2024

Novidade - "O Ocidente Uma Nova História de um Conceito Milenar" de Naoíse Mac Sweeney

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:




O Ocidente não é uma coisa ou um lugar, mas uma ideia. Uma ideia que é excecionalmente poderosa — o conceito de uma herança cultural única que se estende da Grécia antiga até aos tempos modernos, tendo moldado as vidas de milhões de pessoas e transformado o curso da História.

Nesta arrojada abordagem à história do Ocidente como conceito, a premiada historiadora Naoíse Mac Sweeney desconstrói os mitos que sustentam as origens e desenvolvimento da História como a conhecemos. Narrado através das vidas de catorze fi guras extraordinárias, que representam diferentes milénios e religiões, níveis de riqueza e educação, tradições e nacionalidades distintas, este é um relato da história do Ocidente, através de heróis esquecidos e faces familiares.

Uma abordagem verdadeiramente global da História, que vai redefinir a formacomo vemos o mundo. Neste momento notável, temos a oportunidade de repensar radicalmente o Ocidente e reconstruí-lo para um futuro melhor. Mas só respondendo à questão de onde vem o Ocidente, poderemos responder à questão sobre o que o Ocidente poderia e deveria ser.





CRÍTICAS DE IMPRENSA


«Uma análise brilhante daquilo que representa o Ocidente.»
The Guardian


A wishlist do Ministério atualizada

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Dia de atualizar a wishlist do Ministério. Há alguns repetentes, mas uma boa parte são novidades (e como sempre tiveram de ser selecionadas entre outras possíveis). Principais novidades / entradas a destacar:


"Eichmann em Jerusalém"de Hannah Arendt


"O Canto da Célula"de Siddhartha Mukherjee


"A Dança dos Ossos"de Katie Stallard


"A Matéria de que Somos Feitos"de Kathleen Stock


"Notas sobre uma Execução"de Danya Kukafka


"Poder e Progresso" de Daron Acemoglu e Simon Johnson


"O Fim da Vergonha"de Vicente Valentim


"O Problema Bill Gates"de Tim Schwab


"A Próxima Guerra Civil"de Stephen Marche


"A Mercearia do Mundo" de Pierre Singaravelou e Sylvain Venayre


Se encontrou alguma coisa com interesse saiba que hoje há 20% de desconto em novidades na Bertrand. Link na imagem abaixo.


Em www.bertrand.pt

domingo, 24 de março de 2024

Novidade - "A Revolução antes da Revolução" de Luís de Freitas Branco

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


As senhas da Revolução, é sabido, foram duas canções que fazem hoje parte do cancioneiro da Música Popular Portuguesa.
O papel da música na queda da ditadura não começou apenas, no entanto, na madrugada de 25 de Abril de 1974.
A editora Livros Zigurate, a coincidir com as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, publica que lança uma nova luz sobre a revolução e os caminhos musicais que a ela conduziram.

O ponto de partida é o ano de 1971, o ano da publicação de discos emblemáticos de José Mário Branco, Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira ou Carlos Paredes. E de José Afonso. O ano que deu à música portuguesa e à revolução a canção-senha «Grândola, Vila Morena».

Neste trabalho de investigação é feito um levantamento rigoroso, exaustivo e em grande parte surpreendente que documenta o modo como a música popular portuguesa abriu as portas para o clima cultural, social e político que desencadeou o dia «inicial inteiro e limpo» e que mudou Portugal há 50 anos.

Para este livro foram entrevistadas dezenas de figuras e foi analisada uma extensa bibliografia, tendo sido consultados mais de 700 jornais e cerca de duas centenas e meia de revistas.

As histórias recolhidas e a análise desta vasta documentação - tratadas simultaneamente com o rigor de um estudo aprofundado e com a desenvoltura da linguagem jornalística - lançam pistas novas e um olhar inédito sobre o momento em que a música popular portuguesa iniciou uma revolução antes revolução.

Poemas de Livros

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Read to Me


Read to me riddles and read to me rhymes


Read to me stories of magical times


Read to me tales about castles and kings


Read to me stories of fabulous things


Read to me pirates and read to me knights


Read to me dragons and dragon-book fights


Read to me spaceships and cowboys and then


When you are finished- please read them again.


De Jane Yolen

sábado, 23 de março de 2024

Novidade - "Segunda-Feira – Na Caverna dos Ladrões - Caos Total 1" de Ralph Lazar e Lisa Swerling

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


O dia a dia do Dário Faz-Tudo nunca é aborrecido.
Na segunda-feira, quando se preparava para se deliciar com o seu sumo de sáurio e a sua tigela de cereais, foi atacado por um grupo de vigaristas-guerreiros, prontos para o combate, e pelo Gato-Diabo de duas caudas. E tudo isto antes do pequeno-almoço!

A situação só tende a piorar quando o Dário vai para a escola e se vê obrigado a lidar com inúmeras Situações de Caos Total, incluindo os misteriosos desaparecimentos de um troféu de Campeão do Mundo de Bola-Saltadora e do frasco de perfume mais caro do mundo.

Onde será que tudo isto vai dar? Talvez os túneis secretos que existem debaixo das salas de aula possam dar uma ajudinha...

Livros que chegam até ao Ministério - "Quem somos quando ninguém nos vê?”

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Há algum tempo que não trazia aqui a rubrica “Livros que Chegam Até ao Ministério”. Faço-o hoje com uma obra de poesia que me chegou recentemente e cujo título, devo confessar, acho muito bem conseguido “Quem Somos quando ninguém nos vê?”. O autor é um jovem, Rúben Marques.


Acho sempre de grande valor quando alguém tenta expressar ideias e sentimentos por via de poesia. Irei ler o livro certamente, para já deixo a sugestão para espreitarem, na expetativa de que possa despertar o mesmo interesse que despertou no Ministério.


Podem encontrar mais sobre o livro AQUI ou na imagem abaixo.


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sexta-feira, 22 de março de 2024

Novidade - "O Ocidente Uma Nova História de um Conceito Milenar" de Naoíse Mac Sweeney

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:




O Ocidente não é uma coisa ou um lugar, mas uma ideia. Uma ideia que é excecionalmente poderosa — o conceito de uma herança cultural única que se estende da Grécia antiga até aos tempos modernos, tendo moldado as vidas de milhões de pessoas e transformado o curso da História.

Nesta arrojada abordagem à história do Ocidente como conceito, a premiada historiadora Naoíse Mac Sweeney desconstrói os mitos que sustentam as origens e desenvolvimento da História como a conhecemos. Narrado através das vidas de catorze fi guras extraordinárias, que representam diferentes milénios e religiões, níveis de riqueza e educação, tradições e nacionalidades distintas, este é um relato da história do Ocidente, através de heróis esquecidos e faces familiares.

Uma abordagem verdadeiramente global da História, que vai redefinir a formacomo vemos o mundo. Neste momento notável, temos a oportunidade de repensar radicalmente o Ocidente e reconstruí-lo para um futuro melhor. Mas só respondendo à questão de onde vem o Ocidente, poderemos responder à questão sobre o que o Ocidente poderia e deveria ser.





CRÍTICAS DE IMPRENSA


«Uma análise brilhante daquilo que representa o Ocidente.»
The Guardian


Não é só uma prateleira para livros # 1

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quinta-feira, 21 de março de 2024

Novidade - "Contos, Parábolas, Fragmentos" de Franz Kafka

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


«Este livro reúne todos os textos narrativos breves de Kafka. Isso abrange "não apenas a totalidade da prosa narrativa curta publicada em vida de Kafka, mas também uma selecção das publicações póstumas mais ampla do que a incluída em edições ou traduções correntes. […] O critério de selecção visou incluir, tanto quanto possível, todos os textos cuja forma ou cujo estado de desenvolvimento permite conferir-lhes um certo grau de autonomia, deixando de lado tão-somente tentativas de carácter embrionário ou interrompidas antes de uma suficiente definição da intenção textual. A selecção incidiu apenas sobre textos de carácter narrativo, não contemplando os fragmentos de natureza ensaística ou aforismática.»
Da nota prévia de António Sousa Ribeiro

Booker Prize International 2024

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Com uma semana de atraso deixo aqui a longlist do Booker Prize International de 2024. Algum destaque? sim, claramente, a escolha do livro "Torto Arado" de Itamar Vieira Junior que venceu o Prémio Leya 2018.


Lista completa:


“Not a River” de Selva Almada, traduzido por Annie McDermott 


“Simpatía” de Rodrigo Blanco Calderon, traduzido por Noel Hernández González and Daniel Hahn 


“Kairos” de Jenny Erpenbeck, traduzido por Michael Hofmann 


“The Details” de Ia Genberg, traduzido por Kira Josefsson


“White Nights” de Urszula Honek, traduzido por Kate Webster 


“Mater 2-10” de Hwang Sok-yong, traduzido por Sora Kim-Russell and Youngjae Josephine Bae 


“A Dictator Calls” de Ismail Kadare, traduzido por John Hodgson 


“The Silver Bone” de Andrey Kurkov, traduzido por Boris Dralyuk


“What I’d Rather Not Think About” de Jente Posthuma, traduzido por Sarah Timmer Harvey 


“Lost on Me” de Veronica Raimo, traduzido por Leah Janeczko 


“The House on Via Gemito” de Domenico Starnone, traduzido por Oonagh Stransky


“Crooked Plow” de Itamar Vieira Junior, traduzido por Johnny Lorenz 


“Undiscovered” de Gabriela Wiener, traduzido por Julia Sanches

quarta-feira, 20 de março de 2024

Novidade - "Modernidade e Democracia" de Pedro T. Magalhães

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


A entrada das massas na arena política é um marco da modernidade. Rompendo com séculos de restrição cívica e imobilismo político, num processo que teve tanto de gradual quanto de revolucionário, a democracia moderna redefiniu a natureza e a justificação da comunidade política.

Max Weber, Carl Schmitt e Hans Kelsen pensaram essa transformação em tempos conturbados, nas cinzas de velhos Impérios e na antecâmara dos totalitarismos do século XX. Cerca de um século depois, este livro recupera as suas ideias com o intuito de compreender a riqueza e a ambiguidade do pensamento democrático moderno.

Segundo vislumbre sobre as novidades do mês - março

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O habitual zoom sobre algumas das novidades da segunda metade do mês. Para espreitar e tirar notas. 


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“Romancista como Vocação” de Haruki Murakami (disponível dia 19)


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“A Mercearia do Mundo” de Pierre Singaravelou e Sylvain Venayre (disponível dia 21)


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“Atlas do Médio Oriente - As raízes da violência” de Pierre Blanc e Jean-Paul Chagnollaud (disponível dia 19)


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“O Problema Bill Gates - O mito do bom bilionário” de Tim Schwab (disponível dia 19)


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“Eichmann em Jerusalém - Uma reportagem sobre a banalidade do Mal” de Hannah Arendt (disponível dia 20)


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“Notas sobre uma Execução” de Danya Kukafka (disponível dia 20)


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“A Guerra a Leste - 8 Meses no Donbass” de Bruno Amaral de Carvalho (disponível dia 26)


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“O Canto da Célula - Uma história da vida” de Siddhartha Mukherjee (disponível dia 20)


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“Uma Vida Singular - A história verdadeira de Nicholas Winton” de Barbara Winton (disponível dia 26)


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“A Dança dos Ossos - História e poder na China, na Rússia e na Coreia do Norte” de Katie Stallard (disponível dia 21)


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“Três Ditaduras na Europa Ocidental - Histórias de vida até 1974” de Isabel do Carmo, Kostis Kornetis e Sofia Rodriíuez (disponível dia 19)


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“A Matéria de que Somos Feitos - Sobre sexo e género” de Kathleen Stock (disponível dia 19)


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“Cartas de um Astrofísico” de Neil deGrasse Tyson (disponível dia 18)


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“Modernidade e Democracia” de Pedro T. Magalhães (disponível dia 19)


 

terça-feira, 19 de março de 2024

Novidade - "A Caixa dos Botões de Gwendy" de Stephen King e Richard Chizmar

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Mais sobre o livro AQUI


A pequena cidade de Castle Rock, no Maine, tem testemunhado acontecimentos estranhos e recebido visitantes invulgares ao longo dos anos, mas há uma história que nunca foi contada… até agora.

Gwendy Peterson tem 12 anos. Com um pouco de peso a mais para a idade, é a vítima preferida de Frankie, o bully de serviço da escola. Para se ver livre da perseguição, o plano de Gwendy para o verão é simples: subir as Escadas do Suicídio - um promontório elevado que deve o nome a um acontecimento trágico há vários anos - as vezes necessárias até emagrecer, para que o paspalho do Frankie a deixe em paz.

Um dia, enquanto recupera o fôlego após mais uma subida, Gwendy é surpreendida por uma inesperada aparição: vestido de preto, com um casaco apesar da manhã quente de agosto e um elegante chapéu, um homem apresenta-se-lhe educadamente como sendo Richard Farris. «Um homem errante», nas suas palavras, que fica de olho em certas pessoas - e Gwendy é uma das que tem andado a observar. Como a todas as crianças, também a Gwendy foi dito mil vezes que nunca falasse com estranhos, mas o tipo parece especial e é convincente. Tem, além disso, um presente para esta rapariga tão conscienciosa e responsável, um presente que talvez seja mesmo aquilo de que ela precisa de momento: uma caixa de mogno, com duas alavancas e vários botões coloridos.

A caixa dos botões ficará a partir de agora ao cuidado de Gwendy. Mas as pessoas são curiosas, e quando veem uma alavanca querem puxar e quando veem um botão querem carregar. Já aquilo que Gwendy poderá alcançar pressionando os botões depende inteiramente dela. Para o bem e para o mal…

Dia do Pai... Leitor

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Hoje celebra-se o Dia do Pai, por isso, para todos os filhos interessados que tenham pais leitores aqui ficam algumas sugestões livrescas que podem marcar positivamente este dia! Sei que marcariam positivamente o meu! 


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“Um Mundo Imenso” de Ed Yong


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“O Colecionador” de Daniel Silva


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“Quando o Vaticano Caiu” de Pedro Catalão Moura


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“Antes do 25 de Abril: Era Proibido” de António Costa Santos


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“Coisa que Não Edifica Nem Destrói” de Ricardo Araújo Pereira


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“Confissões de um Jovem Escritor” de Umberto Eco


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“Como o Mundo Realmente Funciona” de Vaclav Smil


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“Um Dia na Vida de Abed Salama” de Nathan Thrall


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“A Mercearia do Mundo” de Pierre Singaravelou e Sylvain Venayre


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“O Império da Dor” de Patrick Radden Keefe


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“O Mapa do Conhecimento” de Violet Moller


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“Michel Jordan – A Vida” de Roland Lazenby