terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Novidade - "A Década Prodigiosa Crescer em Portugal nos anos 80" de Pedro Boucherie Mendes

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


A década de 1980 em Portugal foi a primeira a começar em democracia - a primeira em que toda uma geração viveu sem a sombra da ditadura. Os portugueses fizeram dessa época um tempo extraordinário, dominados pela sensação de que cada novo ano seria ainda mais espantoso do que o anterior. Nem tudo foi bom, é certo. Dramas como o trabalho infantil, a heroína, a SIDA, os bairros de lata ou a vulgarização dos salários em atraso escurecem as recordações mais otimistas. No entanto, esse lado negro não é o que prevalece naqueles que cresceram nessa era.

Se a década começou triste, atrasada e falida, avançou numa crescente sede de modernidade e num ambiente de despreocupação, sobretudo entre os mais novos, que hoje parecem irrepetíveis. E quando os anos oitenta terminaram, Portugal era um país promissor, de mangas arregaçadas a encarar o futuro.

Entre a memória autobiográfica e a evocação de alguns dos acontecimentos que mais marcaram o país e o mundo nesses anos, A Década Prodigiosa é uma viagem a um passado onde tudo parecia possível, numa narrativa em que o retrato de época se cruza com a inevitável nostalgia de uma certa inocência perdida.

Jimmy Carter, um livro sumido, e alguém que valia a pena ler

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Ao longo na minha vida de amante de livros não “perdi” muitos. O “perdi” aqui assume diversas formas, perdi porque perdi de facto, perdi porque emprestei, perdi porque provavelmente ele “desapareceu” da minha casa… é, acredito, o caso do livro sobre o qual hoje escrevo, na sequência da morte do presidente americano Jimmy Carter,


Há mais de 25 anos comprei por 500 Escudos num numa livraria alfarrabista do Chiado, entretanto extinta, um livro do presidente Jimmy Carter. O livro, “Talking peace : a vision for the next generation”, apresentava sinais de uso, mas estava em bom estado.


Na qualidade de estudante de Relações Internacionais pareceu-me uma boa compra para adicionar à minha biblioteca até por reconhecer Jimmy Carter como alguém merece ser lido e conhecido o seu pensamento e as suas ideias.


Só quando cheguei a casa reparei que o livro estava autografado pelo seu autor com uma dedicatória a alguém que identificou como “Good friend” com uma dedicatória que não recordo na integra, mas que apontava para a necessidade de passarmos o que melhor sabemos para aqueles que trazemos ao mundo para que construam um mundo melhor.


Nunca dei muito valor ao facto de ter um livro autografado pelo autor, mas confesso que fiquei “todo inchado” por ter um livro assinado por um presidente americano, mais ainda, um dos mais humanos e realistas da história mais recente da América, e acabei por mostrá-lo a alguns colegas e amigos.


Cheguei a perguntar na livraria se tinha ideia de onde teria vindo. Sem certezas, disseram-me que teria sido entregue por alguém que recebeu um lote de livros oferecidos da embaixada americana. O livreiro ficou surpreendido porque não tinha noção da assinatura do livro e ainda levei nota, “se soubesse não tinha vendido por 500 Escudos”…


O livro acabou por desaparecer da minha pequena biblioteca. Não foi emprestado, foi “sumido”. Com muita pena minha. Esta semana, perante a morte do seu autor recordei-me desta história e quis partilhá-la aqui. O livro, já agora, era muito interessante e tinha muito do que falta hoje à maioria dos políticos. 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Novidade - "A Pequena Comunista que Nunca Sorria" de Lola Lafon

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Sinopse:


1976, Jogos Olímpicos de Montreal: uma frágil menina romena obtém um dez perfeito em ginástica artística e, aos catorze anos, ofuscada por flashes, deslumbra o mundo inteiro. Quatro anos depois, lia-se num diário francês: «A rapariguinha transformou-se numa mulher, a magia desapareceu.»

Fascinada pela ascensão e queda de Nadia Comaneci, Lola Lafon conta-nos uma infância sacrificada e uma adolescência comprometida, histórias de corpos que se convertem «numa prisão em vez de numa arma».

Das ruas de Bucareste, em plena ditadura de Ceau¿escu, à fuga da ginasta para a liberdade ilusória dos EUA em 1989, A PEQUENA COMUNISTA QUE NUNCA SORRIA (2014) mergulha o leitor num relato literário sobre ideais de perfeição asfixiantes e um corpo feito mito, escravo da avidez mediática e política.

Os livros de 2024 de Barack Obama

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É um registo habitual, por isso não podia deixar de o fazer: as escolhas de Barack Obama no que diz respeito aos livros de 2024.


Independentemente de ir procurar mais alguma informação sobre um ou outro que não conhecia, registo três que também já estavam no meu radar (para além do livro de Sally Rooney, “Intermezzo” que já foi lido cá em casa).


“Orbital” de Samantha Harvey


“Patriota” de Alexei Navalny


“A Geração Ansiosa” de Jonathan Haidt

domingo, 29 de dezembro de 2024

Novidade - "Lisboa Antiga em Vista Aérea" de Maria Calado

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Sinopse:


Lisboa Antiga em Vista Aérea é o livro onde se ilustra a cidade de Lisboa, através de uma narrativa visual, constituída por imagens aéreas acompanhadas dos textos da Professora Maria Calado.

São 150 imagens antigas (desde 1910 até final do século XX), que nos mostram como se caracterizava a cidade de Lisboa. A informação aqui reunida dá forma a um livro muito útil e indispensável, para o conhecimento de Lisboa, tornando-se um livro de referência da Cidade. Uma memória muito expressiva da evolução e história da cidade, contada pela sua própria imagem visual.

Fazia desta livraria a minha casa 68

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sábado, 28 de dezembro de 2024

Novidade - "A que Sabe a Lua? XL" de Michael Grejniec

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Sinopse:


Quem já não sonhou, pelo menos uma vez, em dar uma trincadela na Lua? Foi esse, precisamente, o desejo dos animais desta história: só queriam provar um pedacito, mas, por mais que se esticassem, mal conseguiam tocar-lhe.

Então, a tartaruga teve uma ideia genial: "Sobe para as minhas costas, assim talvez cheguemos à Lua.", disse ela ao elefante. Uma história de desejos que, à primeira vista, parecem inalcançáveis, tal como a Lua; mas que se conseguem concretizar graças à cooperação e à entreajuda de animais tão diferentes como a tartaruga, o elefante, a girafa, a zebra, o leão ou o rato.

A meio caminho entre a fábula e a lenda, esta narrativa encerra uma moral poética e temas tão fulcrais como os da generosidade ou da solidariedade; ao mesmo tempo que revela sonhos partilhados, não sem um toque de humor proporcionado por uma Lua sorridente, brincalhona e também um pouco saltarica.

Sugestão para o fim de semana - "A Baleia"

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Talvez não seja o típico filme desta quadra, mas não posso deixar de o sugerir. Vi com um ano de atraso “A Baleia”, o filme que deu o Óscar de melhor ator a Brendan Fraser. É um excelente filme, mas acima de tudo é a interpretação de uma vida. Se puderem, não deixem de ver.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Novidade - "As Vidas Secretas dos Números" de Kate Kitagawa e Timothy Revell

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Sinopse:




A matemática está em todo o lado e molda quase tudo o que fazemos. Mas apesar da sua reputação como a ciência do raciocínio lógico, assente em verdades fundamentais, a narrativa que nos foi sendo transmitida sobre ela não só é incompleta como por vezes manifestamente errada, tão distorcida como a visão eurocêntrica e deveras discriminatória que a inspirou.
Em As Vidas Secretas dos Números, a historiadora Kate Kitagawa e o jornalista Timothy Revell defendem que a história da matemática é infinitamente mais profunda, vasta e rica do que aquilo que pensamos e apresentam-nos os seus pioneiros, em particular os que foram apagados do conhecimento geral devido à sua raça, género ou nacionalidade – como Hipátia, a primeira matemática de renome, cujas ideias revolucionárias levaram a que fosse assassinada, ou Karen Uhlenbeck, a primeira mulher a ganhar o Prémio Abel, «o Nobel da Matemática», em 2019. Mas também os brilhantes académicos árabes da Casa da Sabedoria, cuja destruição, no século XIII, foi uma perda para a humanidade comparável à da Biblioteca de Alexandria; Madhava, o génio indiano que descobriu os princípios fundamentais do cálculo trezentos anos antes do nascimento de Isaac Newton; os matemáticos afro-americanos da época dos direitos civis, que ajudaram a derrubar os métodos «científicos» de discriminação racial; e as computadoras da NASA, que revolucionaram o nosso conhecimento do céu noturno.
«A fascinante história da matemática, num livro que é realmente acessível.» The New York Times





Críticas de imprensa


«[Um] relato surpreendentemente esclarecedor de como a humanidade aproveitou os números de uma forma que nos ajudou a conceber calendários e métodos de rotação de culturas. E também nos forneceu os meios para provar que o nosso pedaço de terra firme é de facto uma esfera e apenas um dos numerosos planetas que cruzam o céu noturno. [...] Amplamente pormenorizado e de âmbito abrangente, o livro oferece uma nova perspetiva sobre a forma como as culturas não ocidentais e as mulheres desempenharam papéis fundamentais no desenvolvimento da [matemática].»


Forbes





«Um livro que o vai fazer adorar a matemática.»


Financial Times





«Kitagawa e Revell são bons a explicar conceitos difíceis. [...] A tecnologia moderna é construída com base no trabalho daqueles que se dedicaram à matemática pela matemática. Este livro é um tributo inteligente a essas vidas brilhantes, embora por vezes erráticas.»


The Sunday Times





«Kitagawa e Revell fazem um brilhante trabalho ao alargarem a nossa visão para uma história [da matemática] muito mais vibrante, colaborativa, diversificada e interessante. [...] A matemática é a ferramenta mais poderosa que os seres humanos alguma vez inventaram e este livro é o esclarecimento necessário para a nossa compreensão de como ela surgiu.»


Booklist





«Uma excelente história da matemática, que procura dissociá-la do seu tradicional foco eurocêntrico [...] Uma clarificação sólida para uma série de mal-entendidos sobre a matemática.»


Kirkus Reviews




Não é só uma prateleira para livros # 9

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Novidade - "O Relógio de Parede" de Sara Aidos

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Sinopse:




Quando Mel levou para casa um belíssimo relógio de parede, não imaginava que, ao marcar a meia-noite, a sua vida mudasse para sempre. Adormecendo ao som hipnótico do tiquetaque, a jovem desperta num mundo onírico onde o céu é amarelo-torrado e os sonhos parecem estranhamente reais.

Inicialmente, os sonhos atraem-na com memórias felizes da sua infância e desejos não realizados. Contudo, conforme as noites passam, os sonhos transformam-se em pesadelos e os medos do passado regressam para atormentá-la. Desesperada, Mel tenta libertar-se do relógio, mas não consegue escapar. Determinada a acabar com o tormento, desenterra a verdade que o relógio esconde, descobrindo que corre um perigo muito maior do que imaginava.

À medida que as fronteiras entre sonho e realidade se desvanecem e as memórias felizes e dolorosas se entrelaçam, Mel deve descobrir como destruir de vez o relógio, antes que o tempo chegue ao fim. Tic Tac Tic Tac…





Críticas

 


«Um livro engenhoso e fascinante, onde a magia é tecida na própria essência da realidade.»
Soraia Couto | @BOOKSBYSOL


Natal - Imagem repetida, dimensão diferente, mas o espírito este lá

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Nos últimos anos esta é a terceira vez que esta imagem aparece aqui por ocasião do Natal. Gosto desta imagem. Em anos anteriores a imagem foi colocada antes do Natal, desta vez acontece depois.


A minha imagem de Natal ainda não é aquela que idealizei quando escrevi das outras duas vezes, chegará um dia, mas para já podia ser sempre como foi este ano, com uma família à volta de uma mesa, com uma lareira, miúdos a abrir presentes e um sentimento de relativa felicidade no ar. Relativa porque um dos catalisadores da junção foi precisamente uma perda (ou até duas para ser completamente honesto).


Natal devia ser só aquele momento em que celebramos a família, não como momento único do ano, mas por ela aconteceu durante todo o ano. Tenho esperança que alguma coisa tenha mudado este ano, e que embora o meu sonho de futuro avô ainda venha longe, possa ser antecedido de muitos mais momentos de família como o deste ano. O espírito da foto aconteceu. 


Para saberem do que falo nos outros textos podem ler aqui e aqui.

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Novidade - "A Picada de Abelha" de Paul Murray

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Sinopse:




A arrebatadora crónica familiar que conquistou a crítica em 2023, considerado um dos dez melhores livros do ano por The New York Times ou The Washington Post, finalista do Prémio Booker, vencedor do Prémio Nero Gold e Livro Irlandês do Ano


… todos nós somos expressões diferentes da mesma vulnerabilidade e carência.

Os Barnes estão em apuros. O negócio de venda de carros de Dickie, outrora tão lucrativo, vê-se brutalmente afetado pela crise e, em vez de procurar soluções, Dickie passa os dias enfiado na floresta com um sujeito estranho, construindo um bunker pós-apocalíptico. A sua mulher, a esplendorosa Imelda, é obrigada a vender roupas e joias na internet, enquanto resiste aos avanços do bem-sucedido Big Mike. A filha mais velha do casal, Cass, aluna notável prestes a fazer os exames de entrada na universidade, começa a trocar a secretária pelos balcões dos bares. E PJ, de doze anos, receia incomodar os pais e ser enviado para um colégio interno, pelo que aceita os conselhos de um amigo que conheceu num jogo online. Até onde seria preciso recuar para mudar o destino desta família? Ao dia em que Dickie contratou um enigmático estrangeiro? Ao acidente trágico ocorrido um ano antes do nascimento de Cass? Ou ao momento em que uma infame picada de abelha arruinou a festa de casamento de Imelda? Terá um só acontecimento determinado a sua sina? E, não sendo possível mudar o passado, como conduzir o presente a um final feliz?





Críticas de imprensa

 


«Murray conta as histórias de cada um a partir de pontos de vista distintos, alardeando a sua mestria no desenvolvimento da trama e na caracterização das personagens, deixando para o final um desfecho surpreendente e revelador.»


Helena Vasconcelos, Público




Recapitulando as sugestões de natal do Ministério - Bons Festas e Bons Livros e Boas Leituras!

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Em linha com a nota que deixei aqui ontem, se ainda tiver presentes em falta e se estiver a pensar num livro como (boa) opção, aqui ficam novamente as sugestões desde ano do Ministério.


Bons Festas e Bons livros e Boas Leituras!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Novidade - "António Gedeão, Príncipe Perfeito" de Cristina Carvalho

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Sinopse:


"Este é um breve encontro numas linhas escritas em algumas páginas. Tudo o que eu possa afirmar e informar, ainda que com muitas omissões, sobre este eminente professor, pedagogo, historiador, cientista, poeta, é que foi um Homem do Renascimento. De um outro Renascimento, o do século xx.

Quem foi, de quem nasceu, como cresceu, que desejos, que impulsos, que transcendência foi essa que o iluminou, tudo o que realizou, como e onde trabalhou, o que deixou dito, o que deixou feito, o desejo de ser útil, a vontade, a vida, tudo dito e escrito será nada ou quase nada. O seu dia-a-dia foi de trabalho, de pesquisa, de investigações demoradas e de criação. Incansavelmente. Essa vontade da ciência, da sua divulgação e do ensino, dentro do que foi possível, cum­priu-se. A disciplina, as regras e o método foram a orientação de toda a sua vida.

A compreensão da atitude para com o próximo e o espírito de dádiva que marcou o longo percurso da vida pessoal, familiar e profissional desenharam um traçado permanente. A estética, a beleza, o deslumbramento, o intangível acorde de um outro mundo — o da poesia — envolveram-no e tornou-se realidade."
[Da Nota Prévia]


 

Ofereça um livro, ofereça magia!

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É uma frase batida, mas não faz mal. Se ainda não comprou aquele presente para alguém especial, pense um oferecer um livro. Não um livro qualquer, para despachar. Ofereça um livro que pode ter a ver com personalidade ou os interesses de quem recebe. Miúdo ou graúdo. Não é assim tão difícil encontrar, há para todos os temas e gostos. Desembrulhar um livro pode efetivamente ser algo semelhante a desembrulhar magia. Pense nisso. Ofereça magia.

domingo, 22 de dezembro de 2024

Novidade - "Vinil" de Luís Vasconcelos

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Sinopse:


As fotografias do mundo da música do fotojornalista Luís Vasconcelos, nome indissociável dos retratos do chamado «rock português» e dos concertos que floresceram em Portugal nos anos 80.

«É a primeira vez que Luís Vasconcelos revisita este lote de trabalhos relacionados com o mundo da música, dos músicos e dos concertos que influenciaram a memória colectiva de pelo menos uma geração, entre o 25 de Abril e os anos subsequentes à entrada de Portugal na CEE, um período em que o vinil e os gira-discos ainda reinavam, a cassete pirata era o flagelo das editoras discográficas, e não havia auto-estrada entre Lisboa e Porto.

Como referi antes, muitas destas imagens são icónicas: canonizaram um momento, uma figura, uma pose, e desde então adquiriram o valor acrescido de tudo aquilo que evocam. Por vezes, é uma certa noite (eu sei, estive em várias). Uma certa atitude. Ou um certo ponto de vista sobre o mundo à nossa volta, em que se salienta o que há de melhor nas pessoas. Quando o resultado é esse, não há dúvida de que o fotógrafo interveio na sociedade, tocou os outros, transformou assim o que o rodeia, cumpriu a sua ética.» — Jorge Pereirinha Pires, Posfácio.

Tops de Vendas Lá por Fora - França

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Dia de deixar uma curiosidade sobre os Tops lá de Fora, neste caso o Top francês.


O que salta mais à vista é um nome também muito conhecido e vendido por cá, Freida Mcfadden. Por outro lado o facto de haver vários livros de bolso no top, com valores de venda mais baixo. E por falar em valores… não sei se os livros em Portugal são caros, mas se compararmos, então temos de dizer que em França são baratos…


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sábado, 21 de dezembro de 2024

Novidade - "Como o Grincho Perdeu o Natal!" de Dr. Seuss

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Sinopse:


O Grincho está de volta e pronto para provar aos habitantes da Vila Tal que mudou.

Uma comovente sequela, escrita e ilustrada ao estilo de Como o Grincho Roubou o Natal!, o clássico natalício de Dr. Seuss.

Passou um ano desde que o Grincho roubou o Natal. Agora, ansioso para provar aos habitantes da Vila Tal que o seu coração cresceu e que passou a amar o Natal, elabora um plano para ganhar a Coroa de Natal da Vila Tal, fazendo a maior e mais espetacular árvore de Natal que os Tais já viram! Mas, quando as coisas não correm como planeado, o coração do Grincho volta a ficar gelado e ele ameaça abandonar a Vila Tal para sempre... até que um Tal pequeno e especial lhe relembra que o Natal não é uma questão de vencedores.

Sugestão Livresca de fim de semana - "Todas as Palavras"

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Um episódio inteiro de “Todas as Palavras” dedicado a Yuval Noah Harari e ao seu novo livro "Nexus História breve das Redes de Informação da Idade da Pedra à inteligência artificial". Uma meia hora muito bem passada e de grande utilidade também. Link na imagem abaixo.


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sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Novidade - "De que Falamos quando Falamos de Direita?" de Jaime Nogueira Pinto

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Sinopse:


Porque é que «a permanente reductio ad hitlerum de todas as direitas» nunca é «acompanhada por uma correspondente reductio ad stalinum de todas as esquerdas»? Para Jaime Nogueira Pinto a resposta está no longo tempo de domínio cultural da Esquerda no mundo euroamericano, particularmente em Portugal, onde esse domínio é até anterior à revolução, e no consequente desconhecimento da história e do pensamento de uma Direita quase sempre amalgamada e definida pelos seus inimigos.

Mas, afinal, o que é que define a Direita? Haverá um núcleo duro identitário, um pessimismo antropológico à Maquiavel ou uma consciência da persistência do pecado original na natureza humana que a definam como um todo contra o suposto optimismo antropológico à Rousseau da Esquerda? Ou será a sua identificação como Direita - e a sua demarcação da Esquerda - quase sempre feita de alianças circunstanciais perante inimigos ou um inimigo principal?

Numa viagem ao longo da História, Jaime Nogueira Pinto reflecte sobre as diferentes famílias políticas direitistas e traça a filiação das novas direitas populares, confrontando-as com os movimentos fascistas de há um século.

"Mais Lento do Que a Luz" - Dez sugestões de livros de ciência para o Natal

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Infelizmente não tenho o tempo que gostaria para acompanhar todos os podcasts em que tenho interesse, mas alguns acompanho sempre. É caso de “Mais Lento do Que a Luz” de Carlos Fiolhais e David Marçal.
Este episódio em particular torna-se mais interessante porque é um dois em um, porque para além do interesse que normalmente já tem junta ainda uma parte interessante para esta quadra: são 10 sugestões de livros para o Natal.
Ouçam e aproveitem para tirar notas. Eu tirei, e até partilho abaixo. A boa notícia é que tenho em casa 6 dos 10...  Disponível AQUI


Livros de Física:
- A Ciência no Grande teatro do mundo, de António manuel Baptista (Tinta da China)
- Einstein no Tempo e no Espaço: Uma vida em 99 partículas, de Samuel Graydon (Saída de Emergência)
- Para o Infinito e Mais Além, de Neil de Grasse Tyson e Lindsey Walker (Gradiva)


Livros de biologia e medicina:
- Eva. Como o corpo feminino determinou 200 milhões de anos de evolução humana, de Cat Bohannon (Objectiva)
- O mundo misterioso da memória, de Charan Ranganath (Saída de Emergência)
- Psicodélicos em Português, de Pedro Teixeira (FFMS)
- Pessoas Ultra Processadas, de Chris van Tulleken (Lua de Papel)


Ciência e sociedade:
- Poder e Progresso. A nossa luta milenar pela tecnologia e prosperidade, de Daron - - Acemoglu e Simon Johnson (Temas & Debates)
- Como perder amigos rapidamente, de David Marçal (Gradiva)


Livro infantil:
- As peças mais pequenas, de Miriam Alves (Planeta Tangerina)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Novidade - "Educar Através da Arte" de Vicente Blanco e Salvador Cidrás

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Sinopse:


A arte como ação criadora é o núcleo deste ensaio de Vicente Blanco e Salvador Cidrás, artistas e docentes universitários, especializados na formação de professores. Direcionado não apenas para estes profissionais, mas também para todos os interessados na educação e arte, os autores tecem nele um modelo de trabalho orientado para instigar mudanças no sistema educativo, com enfoque no ensino artístico.

A partir de experiências concretas na sala de aula, no intuito de balizar as crenças e as problemáticas metodológicas instituídas e inibidoras da criatividade e do desenvolvimento pessoal, Blanco e Cidrás defendem alternativas que valorizem a diversidade e a diferença, o espírito crítico e a autonomia dos discentes, ao mesmo tempo que demonstram que é possível transformar o mundo, servindo-se muito simplesmente de papel ou barro, desenho ou colagens, mas acima de tudo da imaginação.

Leitura - “Protocolo do Caos” de José Rodrigues dos Santos

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Já escrevi aqui noutras ocasiões que acredito que José Rodrigues dos Santos é um autor incompreendido porque muitos dos que o criticam. Não digo que têm de gostar do que escreve, e da forma como escreve e monta as suas histórias, mas é preciso conferir-lhe mérito pelo propósito que procura, e consegue, alcançar.


“O Protocolo do Caos” é um livro que cumpre em toda a linha aquilo a que JRS nos habituou nos livros que tem como personagem principal Tomás Noronha. JRS tem um tema para abordar (ou mais) e constrói um enredo à volta desse(s) tema(s), apresentando-nos factos e informação verdadeira num contexto de história ficcionada. Aquilo que muitos não gostam nos livros de JRS é precisamente aquilo eu mais aprecio porque é entretenimento e conhecimento ao mesmo tempo.


Poderíamos discutir se os enredos por vezes saem prejudicamos pelo conteúdo factual que JRS transmite, mas creio que, conhecendo o conceito de base dos seus livros, esse tema não se coloca.


Neste “Protocolo do Caos” o autor leva-nos para o mundo da pós-verdade, da manipulação da informação através das redes sociais e das suas consequências ao mais alto nível, com a Rússia no centro da questão e sempre com um equilíbrio entre a verdade e a ficção. Vale a pena ler, como sempre.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Novidade - "Catedral" de Nelson DeMille

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Sinopse:




Dia de São Patrício, Nova Iorque. Todos estão a festejar, mas prestes a sofrer o maior choque das suas vidas. Nascido no calor e no ódio do conflito da Irlanda do Norte, Brian Flynn, homem do IRA, concebeu um brilhante ato terrorista -a tomada da Catedral de São Patrício, em Nova Iorque. Entre os reféns: a mulher que Brian Flynn amou em tempos, antiga terrorista que se tornou ativista pela paz.

Entre os seus inimigos estão um tenente da polícia que luta contra um traidor dentro das suas próprias fileiras e um sombrio agente dos serviços secretos britânicos a executar o seu plano cínico e sangrento.

Os polícias enfrentam uma zona de morte armadilhada e perfeitamente planeada no interior da igreja. Os reféns enfrentam a morte. Flynn, os seus próprios demónios, num duelo eletrizante de nervos, honra e traição...





Críticas


«Emocionante... cheio de suspense... Absorveu-me até ao fim.»
Walter Murphy

«Um romance de suspense fascinante... caracterização vívida... combinação perfeita de enredo e pessoas.»
Robert J. Serling


Sugestões de Natal do Ministério - Últimas Sugestões

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E pronto... não vos aborreço mais com sugestões de Natal e já prometi a mim mesmo que não volto ao tema. Tenho de o fazer porque já sei que daqui a nada vou lembrar-me de mais uns quantos que não inclui... enfim... a quem possa interessar aqui ficam mais duas mãos cheias de sugestões de excelente qualidade. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Novidade - "Futuro Tenso" de Martha Brockenbrough

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Sinopse:


«Claro, envolvente e apaixonante, Futuro Tenso é um livro essencial para o momento presente. A nossa civilização será remodelada pelas tecnologias de IA que Brockenbrough descreve. É necessário que reconheçamos as suas origens, limitações e o seu poder de transformar o nosso mundo, para o melhor e para o pior.»
M. T. Anderson, autor de The Astonishing Life of Octavian Nothing

Leitura - "Por Onde Irá a História?" de Miguel Monjardino

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Vivemos tempos em que a informação abunda, mas a desinformação abunda ainda mais, e por isso é fundamental escolher junto de fontes devemos beber o nosso conhecimento.


O que o autor, e por consequência este seu livro, garante é precisamente uma fonte credível de informação. Miguel Monjardino confere-nos opinião sustentada em factos, num percurso de vários anos sobre temas internacionais que permitem ao leitor sustentar o seu conhecimento (e as suas opiniões) de forma credível.


Uma fonte segura de informação sobre mundo de hoje e uma leitura sempre agradável. Recomenda-se para alguns, devia ser obrigatória para outros.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Novidade - "Sonny Boy - Memórias" de Al Pacino

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Sinopse:




Al Pacino é um dos mais importantes atores da atualidade, uma figura incontornável para várias gerações. Agora, pela primeira vez, conta-nos a sua história, que é, ela mesma, a história de várias décadas de cinema e de cultura. Mais do que isso: é um retrato singular e irrepetível do mundo.

Al Pacino surgiu, aos olhos do grande público, como uma supernova. O seu primeiro papel, em 1971, em Pânico em Needle Park, foi a rampa de lançamento. Em 1975, já tinha participado em quatro filmes icónicos: O Padrinho, O Padrinho - Parte II, Serpico e Um Dia de Cão. A forma como estes papéis marcaram imediatamente o panorama cultural só encontra paralelo em Marlon Brando e James Dean, na década de 1950.

Porém, nessa época, Pacino já vivera várias vidas. Boémio encartado, trabalhara em todo o tipo de coisas para conseguir estudar Teatro. Criado por uma mãe que o amava acima de tudo mas mentalmente desequilibrada, cresceu também com os avós maternos, depois de o pai os ter deixado, a ele e à mãe. Na verdade, Pacino cresceu nas ruas do South Bronx, rodeado por um grupo de amigos aventureiros que nunca esqueceria. Foi neste contexto que, certo dia, um professor viu nele o talento que nós veríamos anos mais tarde, e o encaminhou para a High School of Performing Arts, em Nova Iorque. Os dados estavam lançados: nos bons e maus momentos, na pobreza e na riqueza - e na pobreza mais uma e outra vez -, na dor e na felicidade, representar era o seu caminho e aquela seria a sua tribo.

Sonny Boy são as memórias de um homem que não tem mais nada a temer ou a esconder. Todos os grandes papéis que desempenhou e as relações que marcaram a sua vida pública e privada encontram aqui um relato completo, assim como a sempre difícil relação de equilíbrio entre dinheiro e criatividade. Porque, mais do que tudo, o homem com quem nos surpreendemos, rimos e comovemos é alguém que amou primeiro e profundamente a arte de representar, antes de ver as luzes da ribalta. Por isso, e por tanto mais do seu percurso único e irrepetível, este livro é um voo picado, um dia de vendaval, um golpe de asa, sincronia, comunidade, amor, alegria, choro, vida.





Críticas


«Al Pacino é a definição de magia.»
Martin Scorsese

«Uma lenda viva.»
Francis Ford Coppola

«Al Pacino é especial. Al Pacino é único.»
Robert de Niro

«O talento de Al Pacino é incomparável e absolutamente intemporal.»
Robin Williams

«O sentido de humor de Al Pacino é incrível.»
Oliver Stone

«O charme, a graça, a forma como descreve tudo - ele tem o melhor da criatividade e o melhor da sabedoria.»
Diane Keaton

«Uma boa dose de loucura, riso e talento, tudo numa só pessoa.»
Johnny Depp

«Al Pacino é quem faz acontecer. Trabalhar com ele não tem preço. É extraordinário.»
Samuel L. Jackson

«Um homem maravilhoso que é um ator fabuloso.»
Sean Connery

«A profundidade e a mestria de Al Pacino só são superadas pela sua generosidade. Al Pacino é Van Gogh. Al Pacino é Modigliani.»
Andy Garcia

«Al Pacino é o melhor ator do mundo.»
Jamie Foxx


Sugestões de Natal do Ministério - Novos Autores Portugueses

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Ainda dentro das sugestões de Natal (é possível que seja a penúltima) hoje deixo uma sugestão muito específica: novos autores portugueses.

São 5 sugestões, 4 de ficção e 1 de não ficção de autores que li este ano que considero que muito justamente devem ser considerados para as oferendas de Natal. Os mais atentos verificarão que duas delas já constavam das sugestões de ficção do início da semana, mas precisamente por isso não podem deixar de constar nesta lista.


"Maravíkia" de Carlos Canto Moniz


"Quando o Vaticano Caiu" de Pedro Catalão Moura


"Liderar de Costas para a Plateia" de João Lemos


"Demónios Portugueses - Catalunha 1794 - Saga dos Pirenéus – Livro 2" de Vítor Carmona


"O Escravo que se Tornou Fidalgo" de Florbela Melhorado

domingo, 15 de dezembro de 2024

Novidade - "Arena." de João Fazenda

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


Vinte anos de cartoons nesta arena onde cabe tudo e mais alguma coisa: personagens, episódios e trivialidades do país e do mundo em geral e em particular.

Se o tempo passa a correr, os retratos aqui reunidos são uma revisão possível, incompleta e feita a partir do banco de trás de um dos carros-vassoura dessa corrida. Com apresentação de Ricardo Araújo Pereira, que escreveu as crónicas que acompanharam todos estes cartoons: «Quando vemos estes desenhos em conjunto, percebemos mais claramente a sua natureza paradoxal: são ao mesmo tempo inocentes e perversos — o que os torna ainda mais perversos. Esperamos que um objecto perigoso, como uma arma, cause problemas, mas é surpreendente que um desenho — e um desenho como os do João, com o seu traço dissimuladamente simples, falsamente infantil — possa ser ameaçador.

E, no entanto, falamos destes desenhos com as palavras que costumam descrever as armas: são rápidos, compactos, furtivos, afiados, precisos. Não admira que sejam temidos.»

Poemas de Livros

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If Librarians Were Honest 


If librarians were honest,
they wouldn’t smile, or act
welcoming. They would say,
You need to be careful. Here
be monsters. They would say,
These rooms house heathens
and heretics, murderers and
maniacs, the deluded, desperate,
and dissolute. They would say,
These books contain knowledge
of death, desire, and decay,
betrayal, blood, and more blood;
each is a Pandora’s box, so why
would you want to open one.
They would post danger
signs warning that contact
might result in mood swings,
severe changes in vision,
and mind-altering effects.


If librarians were honest
they would admit the stacks
can be more seductive and
shocking than porn. After all,
once you’ve seen a few
breasts, vaginas, and penises,
more is simply more,
a comforting banality,
but the shelves of a library
contain sensational novelties,
a scandalous, permissive mingling
of Malcolm X, Marx, Melville,
Merwin, Millay, Milton, Morrison,
and anyone can check them out,
taking them home or to some corner
where they can be debauched
and impregnated with ideas.


If librarians were honest,
they would say, No one
spends time here without being
changed. Maybe you should
go home. While you still can.


De Joseph Mills

sábado, 14 de dezembro de 2024

Novidade - "Robot em Missão" de Peter Brown

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


A vida para Roz e os animais da sua ilha é perfeita: selvagem, natural, harmoniosa. O seu filho Brightbill até encontrou uma companheira! Mas, um dia, uma foca ferida chega à costa e avisa sobre águas perigosas e turvas que estão a aproximar-se da ilha - e logo os animais são forçados a entrar no interior para lutar por recursos escassos.

Livro que vai empolgar os leitores desta série, mas que também pode servir para muitas conversas interessantes sobre o meio ambiente e os obstáculos que impedem a solução dos enormes problemas que os humanos criaram. Sem ser deprimente, tem momentos divertidos, emocionantes, calorosos e até otimistas.

Uma série escrita e ilustrada por um autor consagrado da literatura infantojuvenil.

Livro que aborda várias temáticas importantes: família, respeito pela natureza, defesa do meio ambiente, amizade e bullying.

Livros que chegam até ao Ministério - "Pedro & Fernando - Teias Familiares”

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O post de hoje é dedicado a mais um livro que recentemente chegou até ao Ministério.
Trata-se de “Pedro & Fernando - Teias Familiares”, um romance histórico da autoria de Mariana Ginja.
Ultimamente tenho tido oportunidade de ler alguns romances históricos de autores portugueses de muito boa qualidade, acredito que poderá ser também o caso deste.
Podem encontrar mais informação sobre o livro AQUI e a sinopse partilho desde já abaixo.


Sinopse:


No verão de 1855, a rainha Victoria convida o então príncipe real português, Pedro, e o seu irmão Luís, para passar umas semanas no Reino Unido e distrair os príncipes portugueses da perda precoce da mãe de ambos, D. Maria II, amiga e confidente de Victoria.


Entretanto, em Lisboa, D. Fernando II, pai de Pedro e Luís vivia um luto cerrado e o fardo de uma regência indesejada, cego ao atribulado desenvolvimento emocional dos filhos.


D. Pedro V, depois de fazer dezoito anos e de ser aclamado rei, não imaginava até então a possibilidade de conhecer, de se apaixonar e de construir um reinado em conjunto com aquela que viria a ser a mulher da sua vida, sua consorte, D. Estefânia.


Os amores de D. Fernando por Elise e o casamento breve e platónico de D. Pedro com a rainha D. Estefânia, numa época de transição, oferecem-nos uma viagem política, social e íntima ao longo da vida das próprias personagens.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

Novidade - "War" de Bob Woodward (em inglês)

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


Two-time Pulitzer Prize winner Bob Woodward tells the revelatory, behind-the-scenes story of three wars—Ukraine, the Middle East and the struggle for the American Presidency.

War is an intimate and sweeping account of one of the most tumultuous periods in presidential politics and American history.

We see President Joe Biden and his top advisers in tense conversations with Russian president Vladimir Putin, Israeli prime minister Benjamin Netanyahu and Ukrainian president Volodymyr Zelensky. We also see Donald Trump, conducting a shadow presidency and seeking to regain political power.

With unrivaled, inside-the-room reporting, Woodward shows President Biden’s approach to managing the war in Ukraine, the most significant land war in Europe since World War II, and his tortured path to contain the bloody Middle East conflict between Israel and the terrorist group Hamas.

Woodward reveals the extraordinary complexity and consequence of wartime back-channel diplomacy and decision-making to deter the use of nuclear weapons and a rapid slide into World War III.

The raw cage-fight of politics accelerates as Americans prepare to vote in 2024, starting between President Biden and Trump, and ending with the unexpected elevation of Vice President Kamala Harris as the Democratic nominee for president.

War provides an unvarnished examination of the vice president as she tries to embrace the Biden legacy and policies while beginning to chart a path of her own as a presidential candidate.

Woodward’s reporting once again sets the standard for journalism at its most authoritative and illuminating.

Sugestões de Natal do Ministério - Não Ficção - parte 2

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Dia de publicar a segunda parte das sugestões de não ficção. E muitas mais havia que poderia aqui constar (não é líquido que sejam estas as últimas sugestões de presentes livrescos para o Natal). Muita e diversificada oferta, com um elo de ligação: a qualidade.


Link para cada um dos livros abaixo (para quem possa queres saber mais).


"Toda a Física Divertida" de Carlos Fiolhais


"Como Escrever" de Miguel Esteves Cardoso


"Páginas de Pensamento Político (1910-1935)" de Fernando Pessoa e António Quadros


"Mentirosos - Batota e dissimulação no mundo vivo" de Lixing Sun


"Filho do Hamas" de Mosab Hassan Yousef e Ron Brackin 


"Personalização em Marketing" de Mark Abraham e David C. Edelman 


"A Geração Ansiosa" de Jonathan Haidt 


"O Instinto Social" de Nichola Raihani


"História do Fascismo - Volume I" de Emilio Gentile


"Os Náufragos do Wager" de David Grann


"Por Amor à Língua e à Literatura" de Manuel Monteiro


"Por Onde Irá a História?" de Miguel Monjardino

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Novidade - "Atos de Desespero" de Megan Nolan

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:


Uma narradora anónima conhece Ciaran, um escritor por quem se torna obcecada. Após uma breve e avassaladora relação, ele rejeita-a, lançando-a numa espiral de obsessão, ciúmes e desejo. Parte confissão, parte crítica, Atos de Desespero retrata uma consciência dividida entre rebelião e submissão; entre escapar da degradação e erotizá-la; entre amar e ser amável.


Nolan disseca com precisão um dos mistérios mais importantes da vida: porque desejamos o que desejamos, e como o desejamos?


Críticas


«Um enorme talento literário.»
Karl Ove Knausgård