sábado, 29 de fevereiro de 2020

Novidade - "Gosto de ti (quase sempre)" de Anna Llenas

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Porque será que determinadas características de uma pessoa por vezes nos agradam mas outras vezes nos incomodam?
O Rui e a Rita são muito diferentes um do outro. Aceitar as diferenças nem sempre é fácil... Mas quem disse que seria?
Este livro destina-se não só a crianças mas também a adultos, e convida-nos a compreender o que nos diferencia, mostrando o efeito mágico dos opostos.


 

Novidade - "O Erro de Galileu - Bases para uma nova ciência da consciência" de Philip Goff

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo.

Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.




Críticas

 


«Um manifesto para uma nova geração de filósofos que pensa que é preciso reavaliar a nossa visão do mundo físico para nele acomodarmos a consciência. As ideias de Goff são radicais, mas os seus argumentos são rigorosos e é um prazer ler este livro. Recomendo-o a todos os que desejem saber mais sobre o mistério da consciência.»
David J. Chalmers, autor de The Conscious Mind e professor na Universidade de Nova Iorque

«Corajoso e claro, o novo livro de Goff apresenta ao público uma abordagem revolucionária de um dos mistérios mais persistentes: como é que o cérebro, com os seus processos químicos e elétricos, dá origem a uma mente cujos pensamentos, emoções, cores e timbres apreendemos de imediato?»
Lee Smolin, autor de Einstein’s Unfinished Revolution e membro fundador do Perimeter Institute for Theoretical Physics


Leitura - "O Pequeno Livro dos Buracos Negros" de Steven S. Gubser e Frans Pretorius

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Mais sobre o livro aqui


Foi uma leitura mais difícil do que o esperado, mas está concluída.


A base para a dificuldade não está no livro, mas sim no leitor. Obviamente já sabia que o tema do livro (Buracos Negros) não é simples para leigos, mas acabou por ser um pouco mais complicado do que estava à espera. Não tem nada a ver com a forma de escrita, mesmo a ver com o tema: o tema é complexo, por isso não é simplificável. Não é possível simplificar explicações que podem inclusive meter equações pelo meio, e, é preciso dizê-lo, os autores fazem um enorme esforço para explicar questões mais complexas recorrendo a exemplos mais correntes.


Quando leio livro no campo da astronomia / astrofísica, faço-o sempre com a consciência de existe uma parte significativa que eu vou conseguir entender apenas em parte, mas continuo (e continuarei) a fazê-lo porque é um tema que adoro e porque a cada livro há mais um pedaço de conhecimento adquirido. Nesse ponto, este livro não foi exceção.


Uma nota particular para o epílogo do livro que é uma carta muito bem conseguida dirigida a Einstein.


É uma leitura interessante, sobre um tema complexo e muito técnico (se assim se pode chamar), mas que permite a qualquer amante do espaço alargar conhecimentos. Talvez não tanto quando desejaria, no caso deste leitor, mas, repito, o problema não está no livro.


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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Novidade - "Os Tempos do Ódio" de Rosa Montero

 


dddaa.jpgMais sobre o livro aqui


Sinopse:


Independente, pouco sociável, intuitiva e poderosa, a detetive replicante Bruna Husky tem apenas um ponto vulnerável: o seu enorme coração. Dilacerada pelo súbito e inexplicável desaparecimento do homem que ama, o inspetor Paul Lizard, a replicante enceta uma investigação desesperada e em contrarrelógio que a conduz até uma colónia remota dos Novos Antigos, uma seita que nega a tecnologia, e às origens de uma trama sombria de luta pelo poder, que remonta ao século XVI. Enquanto isso, a situação no mundo é cada vez mais tumultuosa, a tensão popular aumenta e a guerra civil parece inevitável. Numa história que é, no essencial, um retrato preciso e deslumbrante dos tempos em que vivemos, Bruna terá de enfrentar o seu maior medo: a morte.

Os Tempos do Ódio é um romance intenso e emocionante, no qual estão presentes os grandes temas da escrita de Rosa Montero: a passagem do tempo, a paixão como forma de vencer a morte, o amor ao próximo como fator indispensável para uma vida plena, a luta contra os excessos do poder e o horror aos dogmas.


Críticas de imprensa


"Desde o primeiro momento […] seguimos Bruna Husky com paixão."


Sobre Bruna Husky
Babelia (El País)

Longlist do Booker Prize International de 2020

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Foi conhecida ontem a longlist dos candidatos ao Booker Prize International de 2020.


De entre os 13 candidatos o nome mais sonante será provavelmente Michel Houellebecq, com o livro “Serotonina”, livro que por acaso tenho na calha para leitura a curto prazo. Dos restantes autores confesso que conheço muito pouco.


A 2 de abril será conhecida a shortlist e o vencedor será anunciado a 19 de maio.


A vencedora do ano passado foi Jokha Alharti com o livro “Corpos Celeste”, editado recentemente em Portugal (mais sobre o livro aqui).


Deixo abaixo a lista dos três nomeados da longlist


1.“Red Dog”, de Willem Anker (África do Sul). Traduzido por Michiel Heyns


2.”The Enlightenment of The Greengage Tree”, de Shokoofeh Azar (Irão). Tradutor anónimo


3.”The Adventures of China Iron”, de Gabriela Cabezón Cámara (Argentina). Traduzido por Iona Macintyre e Fiona Mackintosh


4.”The Other Name: Septology I – II”, de Jon Fosse (Noruega). Traduzido por Damion Searls


5.”The Eighth Life”, de Nino Haratischvili (Geórgia). Traduzido por Charlotte Collins e Ruth Martin


6.”Serotonina”, de Michel Houellebecq (França). Traduzido por Shaun Whiteside


7.”Tyll”, de Daniel Kehlmann (Alemanha). Traduzido por Ross Benjamin


8.”Hurricane Season”, de Fernanda Melchor (México). Traduzido por Sophie Hughes


9.”The Memory Police”, de Yoko Ogawa (Japão). Traduzido por Stephen Snyder


10.”Faces on the Tip of My Tongue”, de Emmanuelle Pagano (França). Traduzido por Sophie Lewis e Jenninfer Higgins


11.”Little Eyes”, de Samanta Schweblin (Argentina). Traduzido por Megan McDowell


12.”The Discomfort of Evening”, de Marieke Lucas Rijneveld (Países Baixos). Traduzido por Michele Hutchison


13.”Mac and His Problem”, de Enrique Vila-Matas (Espanha). Traduzido por Margaret Jull Costa e Sophie Hughes

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Novidade - "A Insanidade das Massas" de Douglas Murray

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Mais sobre o livo aqui


Sinopse:


Neste seu novo livro, Douglas Murray analisa os assuntos mais fraturantes do século XXI, revelando as novas guerra culturais que acontecem nas empresas, nas universidades, nas escolas e dentro das nossas casas, em nome da justiça social e das políticas de identidade. Vivemos numa era em que as noções de religião e ideologia política colapsaram. No seu lugar emergiu um desejo cego de corrigir o que está errado e uma militância de identidade, ambos potenciados pelas redes sociais.


A agenda acabou dominada por um conjunto restrito de interesses enquanto a sociedade se torna cada vez mais tribal - e, como o autor mostra, as baixas estão a aumentar. Nenhum leitor, de qualquer quadrante político, pode ignorar este livro provocativo que procura dar sentido à discussão sobre os temas mais complicados do momento. A Insanidade das Massas termina com um impressionante apelo à liberdade de expressão, aos valores comuns e à sanidade numa era de histeria.

Leitura - "A Mensagem" de Mai Jia

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Mais sobre o livro aqui


Gosto de livros assim, que me surpreendem.


Escolhi esta leitura motivado pela curiosidade: nunca tinha lido nada de um autor chinês contemporâneo e tinha lido alguma (boa) critica ao livro anterior do autor, Mai Jia, traduzido para português, “A Cifra”.


O livro em si está dividido em 3 partes distintas. Quando cheguei ao fim da primeira parte a minha expetativa estava algo diminuída. O livro foi, até aí, interessante, mas comum, ou, diria mesmo normal.


Na segunda e terceira parte do livro o autor dá toda uma outra dimensão à história e consegue agarrar o leitor. Agarrou-me a mim pelo menos. Não é uma continuação da história, que até certo ponto “termina” na primeira parte, mas sim os outros lados da história.


O tema de fundo é um jogo de espionagem que tem lugar na China ocupada durante a II Guerra Mundial, onde é necessário identificar e apanhar o Fantasma, um espião infiltrado.


Não vou desvendar mais porque penso que é importante o leitor sentir-se surpreendido, como eu me senti.


É um excelente livro, construído com mestria de forma a cativar o leitor e a envolve-lo na trama. É importante estar atento.


Para quem está a procura de uma novidade interessante de um autor (por cá) menos conhecido, tem aqui uma excelente opção. Excelente leitura.


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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Novidade - "Teatro de Fantoches" de M. W. Craven

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Haverá algo pior do que ser queimado vivo?

Um assassino em série anda à solta. Ele raptou, mutilou e queimou homens nos círculos de pedra pré-históricos do condado de Cúmbria. Não deixou pistas, e a polícia está desorientada. Quando o nome do inspetor Washington Poe é encontrado gravado nos restos carbonizados da terceira vítima, ele é chamado a participar na investigação.

Poe não se quer envolver, mas o cruel assassino tem um plano e, por alguma razão, o inspetor faz parte dele. Acaba, então, por formar equipa com a brilhante, mas socialmente desajustada, analista de dados Tilly Bradshaw, e juntos irão identificar pistas que só Poe consegue seguir.

À medida que o número de corpos carbonizados aumenta, Poe percebe que há muito mais em jogo do que poderia imaginar. E, num final chocante que destrói tudo aquilo em que acreditava sobre si mesmo, o inspetor descobre que há coisas ainda piores do que ser queimado vivo…




Críticas de imprensa

 


«Um brutal e empolgante policial que se lê de um só fôlego.»
The Sun


Notícias Livrescas

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Dois livros portugueses ilustrados, “Plasticus Maritimus” e “Troca-Tintas”, foram distinguidos pela Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, em Itália.


"Plasticus Maritimus, Uma espécie invasora", da bióloga Ana Pêgo e da escritora Isabel Minhós Martins, ilustrado por Bernardo P. Carvalho, recebeu uma menção na categoria de melhor livro de não-ficção para a infância e juventude. O livro Troca-Tintas, de Gonçalo Viana, obteve uma menção do júri na categoria de Opera Prima.


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O Grupo Auchan lançou uma coleção de livros infantis intitulada “Histórias Divertidas”


Os primeiros títulos, “A Viagem do Saco Plástico” e “A Revolta das Leguminosas”, estão à venda desde o passado dia 22 de fevereiro.


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Vai ser lançado este ano em outubro o último livro do falecido Antony Bourdain, “World Travel: An Irreverent Guide” que foi organizado e concluído por Laurie Woolever, seu assistente.


Ao que se sabe o livro irá incluir também textos escritos por amigos e familiares.


 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Novidade - "Rockonomics" de Alan B. Krueger

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Mais sobre o livro aqui


Livro muito interessante. Despertou-me a curiosidade.


Sinopse:



Alan B. Krueger, que chefiou o Conselho Económico do Presidente dos EUA, serve-se da indústria da música, desde artistas rock a executivos do mundo da música, de agentes a promotores, para explicar os princípios da economia e as forças que modelam a nossa vida económica.

Os economistas reconhecem que, com frequência, a indústria da música é um bom indicador do estado da economia; é uma das primeiras a serem afetadas pela inovação tecnológica, e a análise da forma como os músicos compõem e vendem novas canções e como planeiam digressões mostra-nos o que aguarda as empresas e os funcionários de outras indústrias que se esforçam por se adaptar.




Críticas

 


«Uma voz essencial numa vasta gama de questões económicas.»
Barack Obama

«Leia este livro - quer seja um apreciador de rock, quer, como eu, ache que os Beatles e os Stones foram as últimas bandas de qualidade. Leia-o, porque Alan B. Krueger faz com que o tema pareça divertido e mostra como este 0,1 % da economia americana ilustra magistralmente as mudanças que se avizinham nas economias americana e global.»
Daniel S. Hamermesh, professor jubilado do Barnard College e autor de Spending Time

«A indústria musical tem percorrido um caminho tortuoso, mas Alan B.Krueger reconstitui a sua história de uma maneira inteligente e acessível. Rockonomics contém lições que vão para além da indústria musical. Por isso apertem os cintos e preparem-se para a viagem.»
Donald Passman, advogado e autor de All You Need to Know About the Music Business

«Uma mente absolutamente brilhante. A perfeita definição de equilíbrio entre os lados esquerdo e direito do cérebro!»
Quincy Jones, músico e produtor discográfico

«Rockonomics entretém, educa e esclarece. Alan B. Krueger leva-nos numa visita guiada pelos bastidores da indústria da música, criando, assim, uma metáfora brilhante da nossa economia. Extremamente recomendado.»
Harlan Coben, autor de Não Desistas, n.º 1 da tabela de vendas do New York Times

«Se gosta de música (soubemos que seriam precisas seis vidas inteiras para se ouvir uma vez todas as músicas já compostas), de ver os bastidores (digressões, streaming, scalping) e de conhecer as histórias por detrás das histórias (como Reginald Dwight conheceu Bernie Taupin e se tornou Elton John), então rock on! Ou, neste caso, RockOnOmics!»
Andrew Tobias, autor de The Only Investment Guide You’ll Ever Need

«Por acaso formei-me em Economia. Anos depois cruzei-me com um antigo colega que me perguntou o que andava a fazer. Disse-lhe que era gestor promocional de rock para rádio na Mercury Records. Ele respondeu-me: “Que desperdício de formação.” Espero que ele leia Rockonomics para perceber que eu não falhei por completo.»
Cliff Burnstein, cofundador, com Peter Mensch, da Q Prime, a empresa de management dos Metallica e dos Red Hot Chili Peppers


Acumuladores de livros?

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Este post surge na sequência de um artigo que li no Blogue da Bertrand, “Somos Livros”, dedicado ao tema “Os acumuladores de livros mais famosos do mundo”.


Antes de mais dizer que não tenho da contra o artigo, bem escrito e informativo, no entanto fiquei retido na palavra “acumuladores”. São duas palavras que não consigo relacionar: livros e acumuladores. Acho quem quem tem muitos livros é mais do que um acumulador, um amante de livros. Pelo menos eu acredio nisso.


Se eu tivesse 300 000 livros, que é referido como o número de livros detidos pelo falecido ícone da moda Karl Lagerfelt, considerar-me-ia o dono de uma sumptuosa biblioteca e não um acumulador de livros.


Se calhar sou eu e são coisas da minha cabeça, mas para mim acumuladores são pessoas que guardam tralha, (como nos programas no TLC). Penso que o termo acumulador pode tirar valor aos livros. Se calhar sou mesmo só eu.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Novidade - "Um Mar Sem Estrelas" de Erin Morgenstern

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Muito abaixo da superfície da Terra, na margem do Mar Sem Estrelas, existem inúmeros túneis e recintos cheios de histórias. As entradas que conduzem a este santuário costumam estar escondidas, às vezes no chão das florestas, outras vezes no interior de uma casa, ou mesmo à vista, sem se dar por elas. Mas aqueles que as procuram encontram-nas. As suas portas aguardam-nos.

Zachary procura a sua porta, embora não saiba. Segue um canto de sereia silencioso, uma certeza inexplicável de que está destinado a encontrar outro sítio. Quando descobre um livro misterioso nas prateleiras da biblioteca da universidade, começa a ler e sente-se cativado pelas histórias de prisioneiros que procuram amor, cidades perdidas e acólitos sem nome. De repente, um virar de páginas leva Zachary a uma história da sua própria infância, incrivelmente escrita naquele livro antigo.

Uma abelha, uma chave e uma espada impressas no livro conduzem Zachary a duas pessoas que mudarão o curso da sua vida: Mirabel e Dorian. Estes desconhecidos guiam-no através de bailes de máscaras e histórias sussurradas em salões clandestinos até à sede de uma sociedade secreta, onde as maçanetas estão penduram em fitas e, por fim, através de uma porta pintada que se abre magicamente para entrar num lugar que ele sempre desejara.

Entre túneis sinuosos repletos de livros, salões de baile e margens escuras como vinho, Zachary cai num mundo inebriante, permeado de romance e mistério. Mas trava-se uma batalha pelo destino daquele lugar e, embora haja quem sacrifique tudo para protegê-lo, outros estão determinados a destruí-lo.




Críticas de imprensa

 


«Erin Morgenstern traz-nos de volta a magia para adultos. E as comparações com Tolkien, Carroll e C.S. Lewis são inevitáveis. Um Mar Sem Estrelas é uma porta para outro universo.»
Entertainment Weekly


Semana da Leitura 2020

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Este post é dedicado a uma iniciativa que este Ministério gostaria de dar a devida importância: A Semana da Leitura.


Trata-se de uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura que decorre este ano entre dias 9 e 13 de março.


Há vários eventos, iniciativas, várias formas de participar. Qualquer entidade pública ou privada pode promover (e registar) as atividades a que se propõe, sempre com o objetivo de “celebrar a leitura, o livro e o leitor”, como podes ler no site do PNL2027.


No mesmo site está disponível toda a informação sobre a iniciativa.


Espreitem e considerem iniciativas que possam levar a cabo. Acho que não há iniciativas maiores ou menos. Todas valem, desde que contribuam para os objetivos indicados - celebrar a leitura, o livro e o leitor.


Poderão ainda encontrar um pequeno contributo do autor deste blog na área destinada aos “Leitores”.


No limite façam apenas o que refere o slogan da iniciativa: Ler sempre. Ler em qualquer lugar.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Novidade - "O Salto Social" de William Von Hippel

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Um olhar novo e provocador sobre a nossa espécie.

A psicologia humana está repleta de contradições: esforçamo-nos para alcançar os nossos objetivos, mas quando somos bem-sucedidos, a nossa felicidade é passageira. Desejamos que os nossos amigos tenham uma boa vida, mas sentimos inveja se for boa demais.

Reclamamos de chefes difíceis, mas não costumamos ser melhores quando assumimos a liderança. Estas incoerências podem parecer irracionais, mas cada uma é fruto da evolução com o propósito de servir uma função vital nas nossas vidas.

De facto, os aspetos mais fundamentais da nossa psicologia foram moldados permanentemente pelo salto social que os nossos antepassados deram ao migrarem da floresta tropical para a savana. Na sua luta pela sobrevivência, deram prioridade ao trabalho em equipa e à sociabilidade em detrimento das proezas físicas, criando um tipo inteiramente novo de inteligência.

Mesclando antropologia, biologia, história e psicologia com ciência evolutiva, O Salto Social é um olhar novo e provocador à nossa espécie que fornece novas pistas sobre quem somos, porque fazemos o que fazemos e como podemos viver uma boa vida.




Críticas de imprensa

 


«Esqueça os bens materiais. A chave da felicidade pode estar onde menos espera. Repleto de conhecimento sobre o caráter humano, este livro faz-nos refletir sobre o que verdadeiramente importa.»
Kirkus Reviews


Fazia desta livraria a minha casa 10

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The Last Bookstore, Los Angeles, EUA

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Novidade - "Escrever Direito por Linhas Tortas" de Joana Rombert

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


«O meu filho fala mal. Poderá vir a escrever como fala?»
«Desenha as letras em espelho. É normal?»
«Já lê, mas nem sempre compreende. É frequente?»
«Troca o "s" pelo "z" na escrita. Até quando pode fazê-lo?»
«Está no 2.º ano e troca "perfeito" com "prefeito". É comum?»
Escrever Direito por Linhas Tortas é uma ferramenta prática que procura responder a estas e a outras dúvidas dos pais, educadores ou professores.

Partindo de casos reais, este livro apresenta estratégias, atividades e jogos que facilitam o desenvolvimento das competências envolvidas na aprendizagem da leitura e da escrita, desde o pré-escolar até ao final do 1.º ciclo. Os jogos e as atividades devem ser adaptados ao momento, às necessidades e aos interesses de cada criança, numa viagem sem receitas.

Este livro apresenta também quadros de resumo com as etapas de desenvolvimento normativo e os sinais de alarme, de forma a despertar o olhar dos pais para o desenvolvimento dos filhos e permitir-lhes, assim, detetar possíveis dificuldades e agir.

A aprendizagem da leitura e da escrita é uma etapa muito importante na vida de uma criança, e o trabalho de equipa é um dos alicerces mais importantes para uma aprendizagem efetiva, coerente e participante.

Prémio Correntes d’Escritas 2020 para Pepetela

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Pepetela é o vencedor do Prémio Correntes d´Escritas 2020 com o livro “Sua Excelência, de Corpo Presente” editado em 2018 pela D. Quixote.


Atendendo a que nunca li nada de Pepetela, pensei que esta seria uma oportunidade de ouro para o poder fazer, por isso ontem mesmo adquiri o livro e conto lê-lo a muito breve prazo.


O prémio, cuja origem remonta a 2004, será entregue hoje, sábado, no encerramento do festival.


Mais sobre o livro aqui.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Novidade - "O Informador" de Jan-Erik Fjell

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Nova Iorque, década de 1960. Vincent Giordano foi admitido na máfia italiana, na infame família Locatelli, e é submetido ao seu batismo de fogo: executar um informador.


Fredrikstad, na atualidade. Wilhelm Martiniussen, dono de uma petrolífera norueguesa, é assassinado logo após ter anunciado uma mudança inesperada na política da sua empresa. Motivado por preocupações ambientais, havia decidido abandonar um projeto bastante lucrativo e investir nas energias renováveis, o que traria grandes perdas aos membros da direção. Há, por isso, razões para acreditar que o seu assassinato teve motivos financeiros.


Anton Brekke, famoso detetive do departamento de homicídios da Kripos, irá liderar a investigação. Brekke é um homem de contrastes, com uma paixão secreta pelo póquer. Sem grande jeito para lidar com pessoas, a sua personalidade provocadora e rude rendeu-lhe poucos amigos na polícia. No entanto, as suas competências são inegáveis e, por baixo da fachada, tem um coração bondoso.


Acompanhado pelo diligente cadete da polícia Magnus Torp, para resolver este caso, Brekke terá de trazer à tona uma série de eventos do passado e encontrar os pontos que unem um número desconcertante de pessoas muito diferentes, de diferentes épocas e lugares.

Dava um bom retiro livresco 57

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Sou grande apreciador da combinação livros / madeira. Qualquer espaço onde a madeira seja parte da estrutura dar um ar mais aconchegante aos livros e à leitura.


Se um dia me sair os Euromilhões será um aspeto a ter em conta!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Novidade - "A Arte da Lógica num Mundo Ilógico" de Eugenia Cheng

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Os cabeçalhos dos jornais e os meios de comunicação social usam as emoções para deturpar os factos. Os políticos e as empresas manuseiam a retórica para nos confundir.
E se um livro nos pudesse ajudar a viver melhor na era da pós-verdade?

Num mundo em que as fake news alteram os resultados das eleições, a racionalidade tornou-se fútil? Nesta obra, Eugenia Cheng atira uma boia de salvação aos leitores que se sentem afogar na ilógica da vida contemporânea. Este livro revela os mecanismos internos e as limitações da lógica, e explica porque é vital a alógica - por exemplo, a emoção - para o modo como pensamos e comunicamos. Mostra-nos como usar a lógica e a alógica em conjunto para navegar num mundo inundado de intolerância, sexismo e memes manipuladores.




Críticas

 


«Com humor, graça e um dom natural para tornar as explicações divertidas, Eugenia Cheng acertou mais uma vez em cheio. Este é um livro para saborear, consultar e oferecer a todos os seus amigos. Depois de ler este livro, pensará de forma mais clara, algo infelizmente raro nos dias que correm. Vou comprar vários exemplares para oferecer a chefes de Estado.»
Daniel J. Levitin, autor dos best-sellers This Is Your Brain on Music e The Organized Mind

«Este livro enriquece-nos! Eugenia Cheng torna a lógica viva e importante com uma prosa que é acessível, clara e cativante. Nesta obra-prima aprenderá como o poder da lógica pode esclarecer alguns dos problemas mais prementes que defrontamos, como indivíduos e como sociedade.»
Stephon Alexander, autor de The Jazz of Physics e professor da Universidade Brown


 






Críticas de imprensa

 


«Divertido. Uma introdução muito útil ao pensamento lógico.»
Kirkus Reviews


"Somos Livros" de cara lavada

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Já não é uma novidade absoluta, mas acho que vale a pena referir na mesma: o blog "Somos Livros" da Bertrand está de cara lavada.


É provavelmente um dos poucos espaços dedicado aos livros que sigo desde a sua criação, pelo interesse dos conteúdos: novidades, curiosidades, informações. Colocadas de forma simples e sempre com interesse.


O novo layout está mais clean e mais prático, embora confesse que gostava de ter a Bertrand do Chiado em pano de fundo no antigo.


Para quem gosta de livros é sempre um bom ponto de visita!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Novidade - "A Coragem de Cilka" de Heather Morris

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



A beleza salvou-lhe a vida - e condenou-a.

Em 1942, com apenas 16 anos, Cilka Klein é levada para o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. O comandante do campo, Johann Schwarzhuber, sente-se de imediato atraído pela beleza dos seus longos cabelos e decide separá-la das outras prisioneiras. Cilka depressa aprende que o poder pode ditar a sobrevivência.

Após a libertação, Cilka acaba por ser condenada pelos russos por ter colaborado com os nazis e é enviada para Vorkuta, um desolado e horrendo campo de trabalhos forçados na Sibéria, no Círculo Polar Ártico. Inocente, mas de novo prisioneira, Cilka enfrenta novos desafios, igualmente aterradores, numa batalha diária pela sobrevivência. Trava amizade com uma médica de Vorkuta e aprende a cuidar dos prisioneiros doentes esforçando-se para tratar deles, sob condições inimagináveis. Mas é ao cuidar de um homem chamado Aleksandr que Cilka descobre que, apesar de tudo, ainda há espaço no seu coração para o amor.

Baseado em factos conhecidos sobre o período em que Cilka Klein esteve detida em Auschwitz e nos testemunhos de prisioneiras nos campos de trabalhos forçados na Sibéria, A Coragem de Cilka é a continuação da narrativa do bestseller internacional O Tatuador de Auschwitz. É uma obra de cortar o fôlego, uma poderosa homenagem ao triunfo da resiliência, um romance que nos leva às lágrimas. Mas é também uma história que nos deixa estarrecidos e encorajados pela feroz determinação de uma mulher que, contra todas as probabilidades, sobreviveu.




Críticas de imprensa

 


«Esta sequela profundamente comovente sensibilizará o mais duro dos corações.»
Sunday Post

«Heather Morris faz-nos recordar o lado humano do Holocausto nesta sua narrativa sublime.»
The New York Journal of Books

«Uma história de sofrimento e sobrevivência que - o que é verdadeiramente importante - contribui para que o passado nunca venha a ser esquecido.»
INewspaper

«A extraordinária coragem de Cilka para enfrentar o mal e a sua determinação em sobreviver contra todas as probabilidades perdurarão na nossa memória.»
Sunday Express


 






Nota do autor

 


«É um privilégio trazer esta história de incrível coragem, paixão, e triunfo do espírito humano»
Heather Morris


Book quote

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Sei que há muita gente que não acredita nisto e que acha que os livros estão condenados à extinção. Não sei como será o mundo daqui dor 200 anos, nem tão pouco se o Homem ainda por cá estará, mas acho que enquanto o Homem for o que é hoje, um ser biológico, tenho muitas dúvidas que os livros em papel se extinga. Eu espero que isso nunca aconteça.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Novidade - "A Casa de Papel - Escape Book" de Ivan Tapia e Montse Linde

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Um Escape book baseado na A Casa de Papel, a série espanhola vencedora de um Emmy internacional, com mais de 7.5 milhões de seguidores nas redes sociais.

Os enigmas estão construídos a partir de fotogramas das três temporadas da série.

Novidade - "As Provadoras de Hitler" de Rosella Postorino

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Prússia Oriental, outono de 1943. Hitler esconde-se na Wolfsschanze - a Toca do Lobo -, o seu quartel-general oculto na floresta. As perspetivas de vencer a guerra começam a esboroar-se e os seus inimigos aproximam-se cada vez mais.
Dez mulheres são escolhidas.
Dez mulheres para provar a comida de Hitler e protegê-lo de ser envenenado.


Rosa Sauer, de 26 anos, perdeu tudo para esta guerra. Os pais morreram e o marido luta na frente russa. Sozinha e sem dinheiro, Rosa toma a fatídica decisão de deixar Berlim devastada pelos bombardeamentos para morar com os sogros no campo, em busca de refúgio. Mas uma manhã, as SS vêm dizer-lhe que foi recrutada para ser uma das provadoras de Hitler: três vezes por dia, ela e nove outras mulheres são levadas para as proximidades da Wolfsschanze, para provar as refeições do Führer. Forçadas a comer o que pode matá-las, na atmosfera turva destes banquetes perversos, as provadoras e os militares das SS traçam alianças insólitas - mas o que é insólito quando se vive no limite? E quando, na primavera de 1944, chega ao quartel o tenente Ziegler, instaurando um clima de terror, um inesperado vínculo nasce entre ele e Rosa.

Vendas no OLX a preços inflacionados

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De vez em quando o tema OLX vem aqui à baila. Desta vez faço-o por razões menos favoráveis.


Há algo que me faz alguma confusão nas vendas no OLX. Como já aqui escrevi inúmeras vezes, sou cliente frequente e ativo de compras de livros nesta plataforma. Regra geral acompanhou de perto o que fica disponível para venda, tento comprar pelo preço mais em conta, regateio por vezes, até porque no fundo é por isso que recorro a esta plataforma.


Obviamente que quem vende tem o direito de pedir o valor que entender, e quem compra decide se quer, ou não, comprar, no entanto, tem de imperar, diria eu, a regra do bom senso.


Já me aconteceu por vária vezes encontrar à venda livros normais que estão em circulação (ou seja, não são propriamente relíquias, nem tem nenhum valor adicionado, como por exemplo com um autógrafo), por valores iguais ao preço de editor, ou até mais caros.


Quando refiro preço de editor quero dizer o preço sem qualquer desconto, ou seja, um preço mais alto do que aquele que podemos pagar em qualquer grande superfície, ou numa das maiores livrarias que com cartão de aderente tem sempre 10% de desconto.


Se questiono se o preço está correto, normalmente sou recebido com7 pedras na mão e, como me aconteceu ontem, posso receber uma resposta bruta a dizer “Vendo pelo preço que eu quiser”. E eu respondi. “Certo. Está no seu direito. Fica sem efeito. Alerto apenas que o preço é superior ao valor do preço de editor.” Recebi a seguinte e esclarecedora resposta “Sabes isso porque tu és muito esperto, há quem não saiba”. Literalmente assim. Não respondi.


Ou seja, a pessoa acha que consegues vender um livro mais caro do que o valor real na expetativa de haver alguém que caia na esparrela. E acreditem que não é caso único, já apanhei outros. Este simplesmente colocou por escrito as suas intenções... enfim.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Novidade - "Os Outros" de C. J. Tudor

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Uma rapariga pálida num quarto branco…

Ao conduzir uma noite para casa, Gabe vai atrás de um velho carro, quando vê a cara de uma menina aparecer na janela.
Ela diz uma palavra: papá.
É a sua filha de cinco anos, Izzy.
E nunca mais a vê.

Três anos mais tarde, Gabe passa os dias a conduzir na auto-estrada à procura do carro que levou a filha, recusando-se a desistir. Apesar de todos pensarem que Izzy está morta.
Fran e a filha, Alice, também estão na auto-estrada.
Não estão à procura. Estão em fuga. Tentando manter-se um passo à frente das pessoas que lhes querem fazer mal. Porque Fran sabe a verdade. Ela sabe o que aconteceu à filha de Gabe.
Sabe quem é o responsável e o que lhe farão a si e a Alice se a apanharem.




Críticas

 


«C. J. Tudor conseguiu outra vez. Um hipnotizante, arrepiante e excitante livro.»
J. P. Delaney, autor best-seller de A Rapariga de Antes

«C. J. Tudor é uma brilhante contadora de histórias.»
Alex Michaelides, autora de A Paciente Silenciosa


Reflexões livrescas

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Uma das razões pelas quais eu gosto de intercalar entre livros de ficção e não ficção tem que ver com a muito menor propensão para a comparação entre livros.


Passo a explicar. Se intercalar entre ficção e não ficção o meu cérebro não sente tanto a necessidade de fazer comparação entre a qualidade do livro que li anteriormente e o que estou a ler.


Recentemente tive este problema porque terminei o livro “Luanda, Lisboa, Paraíso” e logo de seguida comecei o livro “Pessoas Normais”. O meu sentimento é que não apreciei devidamente o segundo livro porque o primeiro é de facto muito bom. É como se o cérebro estive numa escalada e de repente não sabe se o que vem a seguir é um ainda um plano inclinado ou se afinal está a descer. É como se não conseguisse apreciar devidamente o livro novo porque estou permanentemente no subconsciente a compará-lo com o anterior em vez se o apreciar por si só, mesmo que o tema seja (como é o caso) completamente diferente.


Ler intervaladamente entre géneros serve-me para limpar o cérebro e permite-me degustar melhor cada livro. Não quer dizer que o faça sempre, mas tenho para mim, cada vez mais, que é uma boa estratégia.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Novidade - "O Nascimento dos Deuses" de Luc Ferry

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Saídos do caos primordial, Geia, a terra, e Úrano, o céu, unem-se incansavelmente e dão vida aos primeiros deuses do panteão grego: os Titãs, mas também os três primeiros Ciclopes (Raio, Relâmpago e Trovão) e os Hecatonquiros, seres imortais devotados à guerra e dotados de uma força sem par. Receando que ocupem o seu lugar, Úrano encerra os filhos no ventre da mãe, mas o mais novo, Crono, consegue libertar-se. Imbuído do mesmo receio que o seu pai, Crono engole os próprios filhos, e é novamente o mais novo, Zeus, que consegue fugir. Este liberta os seus irmãos e irmãs, dando então início à guerra dos deuses, entre os olímpicos conduzidos por Zeus e os titânicos guiados por Cronos — uma guerra terrível que decidirá se será o caos ou a harmonia a reinar no cosmos...

Novas leituras – “O Pequeno Livros dos Buracos Negros” e “A Mensagem”

Voltei novamente ao formato de duas leituras em simultâneo, um de ficção e outro de não ficção e com temas completamente distintos.


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“O Pequeno Livro dos Buracos Negros” de Steven S. Gubser e Frans Pretorius, é um meu primeiro livro de ciência do ano. Uma gentil oferta da Gradiva. É um tema apaixonante em relação ao qual continuo a considerar-me um quase ignorante, mas a cada livro que leio vou aprendendo mais qualquer coisa.


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Num campo completamente diferente estou a ler também “A Mensagem” de Mai Jia, a minha primeira leitura de um autor chinês contemporâneo. Muito interessante, até ao momento. Mais uma oferta da Bertrand.


Ainda não me habituei completamente a esta ideia da leitura em simultâneo de dois livros, mas em alguns dias reconheço-lhe vantagens.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Novidade - "A Última Carta" de Cecelia Ahern

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Mais sobre o livro aqui


A sequela do livro "P.S. I Love You"


Sinopse:


Faz sete anos que o marido de Holly Kennedy morreu — seis, desde que ela leu a sua última carta, na qual ele lhe pedia que encontrasse coragem para forjar uma nova vida. Holly orgulha-se da forma como tem evoluído e crescido. Até que recebe a mensagem: «Precisamos desesperadamente da sua ajuda, Holly. Estamos a ficar sem ideias e...» — ela respira fundo, em busca de energia — «… todos nós estamos a ficar sem tempo.» Os membros do Clube P. S. Eu amo-te, inspirados nas últimas cartas do seu marido, Gerry, querem que Holly os ajude a escrever as suas próprias mensagens de despedida para os que lhes são queridos. Holly vê-se atraída, de novo, para um mundo que se esforçou tanto por deixar para trás. Relutante, começa a relacionar-se com o clube, mesmo quando a amizade deles ameaça destruir a paz que ela acredita ter alcançado. Porque cada uma dessas pessoas espera de Holly a ajuda para deixar algo significativo àqueles que mais ama, ela embarcará numa jornada notável que a desafiará a questionar se abraçar o futuro implica trair o passado e o que significa amar alguém para sempre…

Leitura - "Alecrim" de José Vieira

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Recebi recentemente o livro (ebook) “Alecrim” de José Vieira, diretamente pela mão da autora, Teresa Vieira Logo (José Vieira é um pseudónimo), com um pedido para leitura e registo de apreciação ao mesmo aqui no blog.


Acedi a fazê-lo, desde logo porque tenho sempre curiosidade na leitura de obras de autores mais ou menos anónimos, porque sei que por vezes encontra-se muita qualidade.


No caso em concreto, embora deva referir que achei este pequeno livro interessante, o primeiro pensamento que me assalta é que sabe e pouco.


Partindo de uma história real, muito próxima da autora, esta procura romancear tudo o que desconhece dessa mesma história, mas acaba por ficar pela rama e não aprofunda muito o tema. Está bem escrito, mas senti que foi pouco explorado. Gostaria de ter lido mais sobre a história de Carlota. Já que optou (e bem) a história poderia ter ido mais além.


Acho que fica um bom ensaio para ir um pouco mais além numa futura obra, ou, quem sabe, no desenvolvimento desta.


Para quem tenha interesse em espreitar, o livro está disponível no link abaixo para download gratuito.


"Alecrim" de José Vieira


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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Sugestão - "Para Sempre, Talvez" de Cecelia Ahern

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Mais sobre o livro aqui


Não leio muitas histórias de amor, mas li esta, por recomendação do meu, e gostei bastante, porque é uma história que amores e desamores, contada de forma muito original. Não é uma novidade, mas parece-me uma recomendação adequada ao dia de hoje.


Sinopse:



Alex e Rosie atravessaram a infância e a adolescência juntos, sempre presentes na vida um do outro como melhores amigos. Mas, quando chega o momento de começarem a descobrir as alegrias das noites na cidade e das primeiras aventuras amorosas, o destino prega-lhes uma partida, a família de Alex muda-se da Irlanda para Boston, e Alex vai com ela, para sempre. Rosie não consegue imaginar a vida sem o companheiro de todas as horas e decide ir também para os Estados Unidos. Só que, uma vez mais, o destino intervém nas suas vidas, obrigando Rosie a permanecer na Irlanda. Mas poderão o tempo, a distância e o próprio destino ser mais fortes que um grande amor?




Críticas de imprensa

 



«Divertido, inteligente e compulsivamente divertido, vale a pena ler este livro.»
Cosmopolitan


«Os segundos romances são geralmente mais pobres mas Para Sempre, Talvez confirma as expectativas de bestseller.»
Irish Independent


«O trabalho de Ahern é surpreendentemente bom.»
Heat




Livros & Namorados(as)

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Hoje é dia dos namorados e embora houvesse muita coisa a dizer sobre o tema a outros níveis, sendo este um blog dedicado aos livros, tinha de encaminhar o tema para os... livros, e no caso, para a minha experiência pessoal.


O primeiro presente que eu achei por bem oferecer àquela que viria ser a minha namorada e futura mulher, foi precisamente um livro, acompanhado de uma flor e uma pequena carta. Foi no Natal de 2006, obrigou a uma logística algo complicada, e faltariam ainda muito meses até que pudesse vir a chamá-la sequer de namorada.


Se fizer uma retrospetiva, considerando que vivo há mais de 12 anos com a pessoa em causa, a ideia do livro se calhar não foi uma má opção. Aceito outras opiniões, mas eu diria que um livro nunca é uma má opção.


Cá em casa uma das coisas que ainda hoje nos une de sobremaneira são os livros, podem não ser muitas vezes presente do dia dos namorados, mas são muitas vezes surpresas, quando se ouve dizer “este livro deve ser muito giro” e pouco tempo depois ele aparece como surpresa no banco do carro, ou mesmo numa numa encomenda postal.


Por isso, e abreviando, se há por aí alguém especial, que pode vir a ser especial, arrisque um livro como presente, nunca se sabe. Vale para ele e vale para elas.


Feliz Dia dos Namorados!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Novidade - "A História de Uma Serva - Uma novela gráfica" de Margaret Atwood

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Defred é uma Serva na República de Gileade, onde o trabalho, a leitura e a formação de amizades estão vedados às mulheres. Está ao serviço do Comandante e da sua mulher e, na nova ordem social, tem um único propósito: uma vez por mês, tem de se deitar de costas e rezar para que o Comandante a engravide, porque, numa era de nascimentos em declínio, Defred e as outras Servas são valorizadas apenas se forem férteis. Mas Defred lembra-se dos anos antes de Gileade, em que era uma mulher independente, com um emprego, uma família e um nome seu. Agora, as suas memórias e a sua vontade são atos de rebelião.


Provocador, chocante, profético, A História de Uma Serva transformou-se há muito num fenómeno global. Com esta belíssima adaptação do clássico contemporâneo de Margaret Atwood, executada de forma extraordinária pela artista Renée Nault, o mundo aterrador de Gileade ganha vida como nunca antes.

A minha wishlist atualizada

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Já há algum tempo que não atualizava aqui a minha wishlist. Depois de todas as compras dos últimos meses seria de esperar uma redução... mas não, nem por isso... e ainda ficaram alguns de fora.


Há um pouco de tudo, inclusive livros que já fazem parte da lista há mais de um ano, mas neste momento é este o espelho do que gostaria de adquirir nos próximos tempos. Aos poucos, por assim até tem mais piada.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Novidade - "Atletas das Contas" de Hélder Pinto e Cristina Silva

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Atletas das Contas oferece cinquenta enigmas matemáticos relacionados com vários desportos. Com dezenas de imagens e exemplos desportivos, os enunciados dos desafios são divertidos, emocionantes e acessíveis a quase todos os leitores.


Pretende-se assim, com o desporto, um tema tão empolgante como universal, captar o interesse dos estudantes pela matemática através de problemas/desafios apelativos e diferentes dos que se praticam usualmente nas escolas, mas tendo em conta a matéria curricular.

Leitura - "O que fazer dos estúpidos" de Maxime Rovere

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Mais sobre o livro aqui. Disponível a partir de 14 de fevereiro.


Aproveitando um período de miniférias já conclui o livro “O que fazer dos Estúpidos” de Maxime Rovere.


Antes de mais penso que é necessário deixar três notas prévias:


- é um livro escrito por um filósofo, por isso desengane-se quem procura um livro “fácil”;


- não existe uma receita para acabar com a estupidez e ela irá sempre existir;


- ultrapassar a estupidez exige-nos muito mais a nós os que aos estúpidos.


Não estamos de facto perante o livro fácil e direto. Confesso que já nem me lembrava de como isso nunca é possível de obter em qualquer obra escrita por um filósofo. São incontáveis os ângulos de abordagem ao tema da estupidez, as suas dimensões, as dimensões de quem contacta com os estúpidos. Perdi-me por diversas vezes tive de voltar atrás.


A parte interessante é a apresentação que o autor nos faz a dimensões do problema que nunca tinha equacionado. Enquadra-nos melhor o problema e o nosso papel perante o mesmo.


É um livro que, lido com muita atenção, nos permite perceber até um pouco mais sobre nós, os que acreditamos estar do outro lado da barricada dos estúpidos, porque como diz o autor “...os estúpidos vão ensinarmos mais do que vocês a eles, porque quem quer saber são vocês”


Mesmo sem receita milagrosa para o problema da estupidez, vale a pena ler e aprender sobre o tema. Penso que da próxima vez com o estúpido vou pensar de fora diferente. Talvez com exceção do trânsito...


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Curiosidades Livrescas

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A maioria das pessoas da minha idade cresceu a ler os livros “Os Cinco” de Enid Blyton. O que muitas pessoas não sabem é que apesar de ter escrito uma vida inteira para crianças Blyton não as suportava...a filha diz que só soube que tinha mãe aos 10 anos. A personalidade de Blyton tem sido alvo de muita controvérsia.


A também autora de “Noddy” e de “Os Sete” escreveu 753 livros, vendeu mais de 600 milhões de exemplares, está traduzida em mais de 90 línguas e ainda hoje vende anualmente mais de 1 milhão de livros de “Os Cinco”.


Para quem tenha interesse pode saber mais na biografia da autora escrita em bom português pela escritora portuguesa Alice Vieira “O Mundo de Enid Blyton”.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Novidade - "Os Informadores" de Juan Gabriel Vásquez

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



O primeiro romance de Juan Gabriel Vásquez é uma história apaixonante de traições e segredos pessoais e colectivos, no rescaldo da mais devastadora das guerras.

Quando o jornalista Gabriel Santoro publicou o seu primeiro livro, não imaginava que a crítica mais implacável fosse ser escrita pelo próprio pai. O tema parecia inofensivo: a vida de uma amiga da família, judia chegada à Colômbia em fuga da Alemanha nazi, pouco tempo antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial. Por que razão terá o seu livro sobre Sara Guterman ferido o pai a ponto de o levar a humilhá-lo publicamente? Que segredo imprevisto esconderão aquelas páginas? O que alimentará a raiva e a alienação do patriarca?
Impelido pela morte misteriosa do pai num acidente de automóvel, Santoro decide indagar a verdade, antes que o passado lhe escape por completo. A investigação irá destapar impensáveis traições e segredos da história familiar. Na dolorosa reconstrução do retrato da família - sombrio, complexo, enigmático - acabará por descobrir um episódio sinistro do seu país nos anos de trevas da Grande Guerra, a catástrofe que deixou a Europa em escombros e tocou milhares de vidas no outro lado do Atlântico.
Os informadores é uma apaixonante história de traições privadas e públicas. Comparado a obras como A mancha humana de Philip Roth ou Austerlitz de W.G. Sebald, o primeiro romance do premiado autor colombiano Juan Gabriel Vásquez é um terreno onde o autor explora com inteligência e sensibilidade os temas que lhe são caros: a memória e a história, o amor e a culpa.




Críticas

 


«Um romance esplêndido.»
Javier Cercas

«Juan Gabriel Vásquez é uma das mais originais vozes da literatura latino-americana. Este seu primeiro romance, uma história muito poderosa sobre os anos sombrios após a Segunda Guerra Mundial, é prova da riqueza da sua imaginação assim como da subtileza e elegância da sua prosa.»
Mario Vargas Llosa

«Um magnífico e aterrador estudo sobre como o passado pode invadir o presente, e uma revelação fascinante de um recanto pouco conhecido do teatro de guerra nazi.»
John Banville

«Vásquez reinventou a literatura latino-americana do século XXI.»
Jonathan Franzen


O Plano Nacional de Leitura e a minha ignorância

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Este é um post sobre ignorância, neste caso a minha ignorância em relação a algo em concreto: o Plano Nacional de Leitura.


Passo a explicar: até há cerca de duas semanas atrás o Plano Nacional de Leitura era para mim pouco mais do que uma entidade pública que desenvolve ações de promoção da leitura e uma signa que aparece nos livros como um cunho recomendação.


A frase acima é um pouco exagerada, mas o que pretendo dizer de facto é que estava muito longe de conhecer em detalhe todas as ações que o PNL leva a cabo. Muitas vezes elas estão à vista de todos, mas nunca lhe tinha prestado a devida atenção.


Recentemente, por via de um convite que recebi para participar numa das iniciativas do PNL2027, (que a seu tempo indicarei aqui), dei por mim a explorar o site e a descobrir, iniciativas, estudos, eventos, sugestões de leitura e muito mais pontos de interesse que desconhecia em absoluto.


Esta descoberta deixou-me até um pouco envergonhado, já que para alguém se já se vai movimentando bastante no mundo dos livros é um bocado triste só agora dar conta do que o PNL tem para oferecer. Em minha defesa, diria que mais vale tarde do que nunca.


Se são como eu e não conheciam ou ainda não exploraram, por favor visitem, fiquem a conhecer e aproveitem o manancial de conteúdos disponíveis.


Link para o site: Plano Nacional de Leitura

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Novidade - "Uma Mensagem Através da Vedação" de Doug Gold

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



O amor mais inesperado floresce nas horas mais negras.
Na Europa ocupada pelos nazis, dois estranhos conhecem-se por acaso. Um deles é uma resistente eslovena, que atira um bilhete amarrotado através de uma vedação de arame farpado e foge por entre a neve. O outro é um prisioneiro de guerra. O olhar de ambos cruza-se brevemente, mas é o suficiente para transformar as suas vidas para sempre. Através da história verídica de Josefine Lobnik, uma resistente política que ajudou soldados e prisioneiros de guerra a escapar aos nazis, e de Bruce Murray, um soldado neozelandês que foi capturado na Grécia e enviado para a Eslovénia, Doug Gold apresenta-nos um retrato dramático das relações em tempo de guerra e da destruição que assolou a Europa e o mundo.

Narrada através dos relatos de fugas audaciosas, traições, tortura e retaliação, esta é uma notável história de amor que sobreviveu a todas as contrariedades. Um testemunho extraordinário de duas pessoas comuns que viveram as inimagináveis dificuldades do bárbaro regime de Hitler.




Críticas

 


«Inesquecível… Não consigo deixar de recomendar.»
Heather Morris, autora de O Tatuador de Auschwitz