segunda-feira, 30 de abril de 2018

Novidade - "China em Dez Palavras" de Yu Hua

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Parece-me um livro bastante interessante para compreender um pouco melhor a China, esse país cada vez mais presente e ao mesmo tempo ainda tão desconhecido.


 


Sinopse:


«Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar.»
[Do Prefácio]

Mais dois títulos para os 100 melhores de sempre

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No último mês e meio quase não houve desenvolvimentos no meu projeto dos “100 melhores livros de sempre”. Vi algumas coisas a bom preço, mas acabei por não comprar nada.


No entanto, na semana passada, acabei por juntar mais dois títulos ao lote dos que já tenho: “Ulisses” de James Joyce e “Frankenstein” Mary Shelley.


Quero ver se consigo ir juntando pelo menos um novo título por mês, senão nem daqui por 20 anos tenho o lote completo. Ainda só tenho ¼ do total.

sábado, 28 de abril de 2018

Prémio Livro do Ano Bertrand

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 Já são conhecidos os vencedores do prémio Livro do Ano levado a cabo pela Bertrand.


Os vencedores são:


Ficção Lusófona: "Até que as pedras se tornem mais leves do que a água" de António Lobo Antunes


Ficção Autores Estrangeiros: "Homens sem Mulheres" de Haruki Murakami


Reedição de Obras Essenciais: "Os Miseráveis I" de Vitor Hugo.


 


Confesso que não votei em nenhum dos vencedores, por uma razão muito simples: não li nenhum dos livros. Mas pelo que tive oportunidade de ler muito boa gente votou em livros que não leu.


Faz-me confusão que se escolha um livro sem se ter lido o mesmo. Eu tinha duas hipóteses: ou não votava, ou votava nos que tinha lido. Optei pela segunda hipóteses e por isso votei nos livros “Sinal de Vida” de José Rodrigues dos Santos e “Estrada Subterrânea” de Colson Whitehead. No caso da ficção lusófona não tinhas mesmo outra hipóteses porque não li mais nenhum livro desta tipologia em 2017, já no caso da ficção estrangeira este foi efetivamente o meu livro favorito.


É provável que durante este ano ainda tente encaixar o livro de António Lobo Antunes. Não porque foi o vencedor, mas porque depois de ouvir uma entrevista do autor há uns tempos fiquei com curiosidade.


 


 

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Leituras - "Correr para Vencer" de Phil Knight

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E pronto teve de ser. A curiosidade foi mais forte. Não era o livro que estava alinhado para ler a seguir, mas a ordem teve ser alterada. Para adiantar (bastante, espero eu) no próximo fim de semana prolongado.

Book quote

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Esbarrei com esta frase há muitos anos atrás. Na altura era só uma citação. Hoje, enquanto pai, é uma máxima que pretendo seguir porque é um reflexo da educação que pretendemos passar. Pode parecer castradora à primeira vista, mas assumindo que os pais procurar dar a melhor educação possível aos filhos, este gesto está em linha com essa vontade.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

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Terminei já no domingo o livro “Guerra Americana” de Omar El Akkad.


Conforme escrevi aqui, o início do livro assustou-me um pouco. Digamos que, mesmo na ficção, evito o tema guerra/crianças e no início o livro retrata a vida da personagem principal, Sarat, em muito tenra idade, no entanto a ação rapidamente avança e o livro acaba por envolver o leitor pela qualidade da narrativa.


Um aviso à navegação: é um livro cru, muito cru, sem heróis, num contexto de guerra numa América futurista e autodestrutiva. A personagem principal, Sarat, é uma menina/mulher marcada pela guerra desde muito cedo e que vive a sua vida toda em função da guerra, da vingança independentemente dos custos que possa existir para outros.


A história é contada, muitos anos depois, por um sobrinho de Sarat. As razões pelas quais isso acontece só se percebem mesmo no final do livro, mas a narrativa está muito bem montada.


O autor prende o leitor não porque este esteja à espera de um final emocionante, mas porque a quer saber onde vai desaguar a história.


Ainda que seja uma distopia, não consegui deixar de acabar o livro e pensar em duas coisas: em como apesar de se tratar de uma distopia, a sua tradução prática para a realidade não é totalmente descabida, porque precisa apenas do pior que há no seu humano e em como muitas vezes penso, com receio, no mundo em que o meu filho pode vir a crescer. Bem sei que ele nasceu na época mais auspiciosa da história para o ser humano, mas se olharmos à volta percebemos que, pode bastar um idiota com poder para lançar o mundo numa espiral destrutiva. É pesado eu sei, mas às vezes penso nisso.


É um bom livro, uma boa história, que recomendo vivamente.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Compra - "Correr para Vencer" de Phil Knight

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Foi esta a minha comemoração do Dia Mundial do Livro. Tive de ir comprar um livro. Comprei um livro de que já tinha falado aqui, “Correr para Vencer” de Phil Knight, o fundador da NIKE.


Tenho mesmo muita curiosidade neste livro e é quase certo que ele irá alterar a ordem de leituras que tinha planeada para os próximos tempos....

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dia Mundial do Livro - um livro... what else?

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Eu não sou muito de comemorar “os dias de”, mas hoje é dia mundial do livro, e num blog sobre livros, esse é “o dia” por excelência para assinalar.


Não seu se muita gente tem essa perspetiva, mas o livro é muito provavelmente uma das maiores invenções do Homem. Tudo que existe, tudo o que sabemos está nos livros. Tudo o que supomos ter existido e o que gostaríamos de saber está nos livros.


O livro dá corpo e perpetua o conhecimento e a imaginação. O conhecimento e a imaginação, esses combustíveis da evolução dos tempos.


Por isso, neste dia, queiram por favor tentar levar a cabo uma, ou mais, das seguintes ações:


Comprem um livro,


Ofereçam um livro,


Partilhem um livro,


E acima de tudo façam por ler um livro. Não apenas hoje, todos os dias.


Um bom livro para todos!

Iniciativas do Dia Mundial do Livro

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Registo aqui algumas das iniciativas já conhecidas que vão ter lugar hoje, Dia Mundial do Livro.


 


Fnac vai oferecer livros no Metro de Lisboa


 


Porto Editora oferece ebooks no dia Mundial do Livro


 


Chiado Editora "Um livro num dia Vol. IV"

domingo, 22 de abril de 2018

Dava um bom retiro livresco 8

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Simples. No campo, em contacto com a natureza. Maior fonte de ruído? passarada nas árvores...

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Book quote

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Esta é mais uma daquelas citações em que eu tenho, por obrigação, e pelo menos em parte, de me encaixar. A minha ignorância em relação aos grandes clássicos é muitos grande. Pelas minhas contas, no lote dos clássicos que costumam constar dos “100 mais de todos os tempos”, em média, eu li 4 ou 5 ao longo da minha vida toda. e na minha biblioteca não tenho mais de 20. Inconscientemente, sem nunca os ter lido, reconheço-os como clássicos, como grandes livros e sou até capaz de os apontar como tal, mas, mais uma vez com base na opinião de terceiros e não porque os tenha lido.


Já aqui escrevi que tenho o projeto completar a minha biblioteca com todos os 100 maiores livros de sempre (segundo a listagem do site “The Greatest Books”) mas falta-me ainda a parte de começar a agendar a leitura de pelo menos um ou dois por ano para poder referir-me a estes livros como clássicos com elogios por conhecimento e não apenas por sim. Este ano tenho de ler pelo menos 1. Se o fizer é mais 1 do que em quase todos os últimos 20 anos.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Vencedor do Prémio Pulitzer de Ficção - "Less" de Andrew Sean Greer

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Já é conhecido o vencedor do prémio Pulitzer de Ficção. Trata-se do livro “Less” do autor americano Andrew Sean Greer.


Confesso que não conhecia nem o livro nem o autor.


O júri do prémio descreveu o livro como "Um livro generoso, musical na sua prosa e expansivo na sua estrutura”.


Caso venha a ser traduzido para português será sem dúvida uma leitura a considerar. O último vencedor, “The Underground Railroad”, do também americano Colson Whitehead, deixou-me muito boas recordações.


 


Sinopse (disponível no site Goodreads)


Who says you can't run away from your problems?


You are a failed novelist about to turn fifty. A wedding invitation arrives in the mail: your boyfriend of the past nine years is engaged to someone else. You can't say yes--it would be too awkward--and you can't say no--it would look like defeat. On your desk are a series of invitations to half-baked literary events around the world.


QUESTION: How do you arrange to skip town?


ANSWER: You accept them all.


What would possibly go wrong? Arthur Less will almost fall in love in Paris, almost fall to his death in Berlin, barely escape to a Moroccan ski chalet from a Saharan sandstorm, accidentally book himself as the (only) writer-in-residence at a Christian Retreat Center in Southern India, and encounter, on a desert island in the Arabian Sea, the last person on Earth he wants to face. Somewhere in there: he will turn fifty. Through it all, there is his first love. And there is his last.


Because, despite all these mishaps, missteps, misunderstandings and mistakes, LESS is, above all, a love story.


A scintillating satire of the American abroad, a rumination on time and the human heart, a bittersweet romance of chances lost, by an author The New York Times has hailed as "inspired, lyrical," "elegiac," "ingenious," as well as "too sappy by half," LESS shows a writer at the peak of his talents raising the curtain on our shared human comedy.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Autores que nunca li – J.R.R. Tolkien

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Vem este post a propósito do lançamento de dois livros J.R.R. Tolkien, um que é novidade na tradução em português e outro que é novidade absoluta e que sairá em julho.


Como o próprio título do post indica nunca li nada de Tolkien. Vi os três filmes do “Senhor dos Anéis” e mais do que ter gostado dos filmes, reconheço nas histórias um nível estratosférico de imaginação e criatividade, algo que aprecio de sobremaneira.


Para ser honesto não tenho sequer os livros em casa. Nunca comprei. Mas isso não quer dizer que nunca tenha tido interesse, simplesmente, fica sempre a ideia de que ler os três livros é o equivalente a uma maratona, sendo que, para todos os efeitos nunca serão uma novidade absoluta porque já conheço a história dos filmes.


Não sei se com o novo livro em português, sendo uma história de um só livro, vou arriscar uma leitura, mas é possível que o faça para experimentar. Tenho curiosidade, e embora seja um mundo imaginário (algo que não é bem o meu género literário) consegue ser cativante.


A compra dos livros da saga do “Senhor dos Anéis” esta prevista no âmbito do projeto dos “100 melhores livros de sempre”. Para um dia destes.


 

terça-feira, 17 de abril de 2018

Compras - "O Futuro da Mente" e "No Logo"

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Adquiri estes dois livros na semana passado. Fazem parte do lote de livros de que vou tomado nota, para, logo que possível, adquirir e agendar leitura. São dois livros sobre temas completamente diferentes, mas ambos com muito interesse.


O primeiro, “O Futuro da Mente” é sobre um tema que genuinamente me fascina. Para onde é que a nossa mente, que nos trouxe até aqui, nos pode levar.


O segundo,” No Logo”, é um clássico que já por diversas vezes tinha estado para comprar, mas cujo preço foi fazendo com que deixasse para depois. É um livro contra a ditadura das marcas.  


O objetivo é que ainda possam fazer parte da lista de leituras para este ano (já começam a ser muitos e pouco tempo disponível).

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

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Primeiras impressões: Bom livro. Assustou-me um pouco no início porque desde que fui pai tornei-me muito mais sensível a tudo o que tem que ver com crianças em situação difícil ou degradada. A leitura é bastante fluida e já consegui ler 1/3. Nesta fase não faço a mínima ideia para onde é que se dirige a história, coisa que eu aprecio bastante. To be continued...

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Dava um bom retiro livresco 7

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 Segunda feira é um dia difícil? se pudesse ficar aqui sentadinho com um livro o dia todo seria um dia fantástico!

domingo, 15 de abril de 2018

Novidades Penguin

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Partilho link para algumas das novidades, em inglês, disponibilizadas no mês de abril, pela Penguin Random House.


Há algumas coisas interessantes. Chamou-me à atenção em particular o livro “Educated”, de Tara Westover.

sábado, 14 de abril de 2018

Book quote

 


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Dizer que estas citações são grandes verdades é quase redundante. Se não fossem também não eram utilizadas...


Esta é uma frase que não é assim tão direta mas que, se pensamos bem (pelo menos quem lê com frequência), faz muito sentido e é muito verdadeira.  Podemos nem pernsar nisso mas é muito verdade.


Bom fim de semana!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Shortlist do Man Booker Prize International 2018

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Já são conhecidos os finalistas, “short list”, do Man Booker Prize International 2018.


Com toda a honestidade, apenas conheço dois dos autores, nunca li nada de nenhum deles e não tenho em casa nenhum dos seus livros.


O nome me salta mais à vista é o da escritora coreana Han Kang que já ganhou o prémio em 2016 com o livro “A Vegetariana”, livro esse que já estive para comprar, mas que acabei por trocar por outros.


Li muito recentemente (e escrevi sobre isso aqui) o vendedor do ano passado: “Um cavalo entra num bar” de David Grossman. Não sendo um dos meus livros favoritos de todos os tempos é um bom livro, e é sem dúvida diferente no estilo de escrita, num bom sentido.


Nenhum dos livros tem ainda tradução em português.


Shortlist



  1. Vernon Subutex 1, de Virginie Despentes (França). Traduzido por Frank Wynne e publicado pela MacLehose Press;

  2. The White Book, de Han Kang (Coreia do Sul). Traduzido por Deborah Smith publicado pela Portobello Books;

  3. The World Goes On, de László Krasznahorkai (Hungria). Traduzido por John Batki, Ottilie Mulzet e George Szirtes e publicado pela Tuskar Rock Press;

  4. Like a Fading Shadow, de Antonio Muñoz Molina (Espanha). Traduzido por Camilo A. Ramirez e publicado pela Tuskar Rock Press;

  5. Frankenstein in Baghdad, de Ahmed Saadawi (Iraque). Traduzido por Jonathan Wright e publicado pela Oneworld;

  6. Flights, de Olga Tokarczuk (Polónia). Traduzido por Jennifer Croft e publicado pelas Fitzcarraldo Editions.

Leituras - “Guerra Americana” de Omar El Akkad

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Iniciada nova leitura. “Guerra Americana” de Omar El Akkad foi a escolha.


Já aqui tinha escrito sobre o livro e sobre o interesse que me despertou, por isso, sendo agora a vez de uma leitura na área da ficção (vou alternando entre ficção e não ficção) a escolha acabou por ser cair para este livro.


Não sou um fã incondicional desta tipologia de livro (distopias) mas, regra geral, tenho tido olho para as escolhas que faço e não me costumo desiludir. Espero que seja mais uma vez o caso.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Novidade "A Higher Loyalty: Truth, Lies, and Leadership" de James Comey

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Na sequência da minha última leitura (“Fogo e Fúria”)  registo aqui o lançamento de outro livro que promete abanar novamente os alicerces da presidência (até custa escrever isto) de Donald Trump.


Trata-se do livro de memórias do antigo diretor do FBI, James Comey, que foi despedido precisamente por Donald Trump. Todo o episódio que levou ao despedido de Comey é, aliás, relatado em detalhe no livro de Michael Wolff.


O livro tem sido mantido em segredo e é já, ainda em pré-venda, um bestseller. Dificilmente vou comprar em inglês, mas havendo tradução é uma forte possibilidade de aquisição.


Estará disponível a partir de 19 de abril. 


 


Sinopse:


In his forthcoming book, former FBI director James Comey shares his never-before-told experiences from some of the highest-stakes situations of his career in the past two decades of American government, exploring what good, ethical leadership looks like, and how it drives sound decisions. His journey provides an unprecedented entry into the corridors of power, and a remarkable lesson in what makes an effective leader. Mr. Comey served as director of the FBI from 2013 to 2017, appointed to the post by President Barack Obama. He previously served as U.S. attorney for the Southern District of New York, and the U.S. deputy attorney general in the administration of President George W. Bush. From prosecuting the Mafia and Martha Stewart to helping change the Bush administration's policies on torture and electronic surveillance, overseeing the Hillary Clinton e-mail investigation as well as ties between the Trump campaign and Russia, Comey has been involved in some of the most consequential cases and policies of recent history. 

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Leituras - "Fogo e Fúria" de Michael Wolff

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Estamos algures em 2035, o meu filho, recentemente chegado à maioridade, encontra nas prateleiras da biblioteca lá de casa um que dá pelo nome de “Fogo e Fúria” e começa a folheá-lo e a ler algumas partes. Passado algum tempo abeira-se da minha pessoa com um ar divertido e comenta o grau de imaginação do autor para conseguir colocar no papel uma história estapafúrdia sobre o presidente do, à data, país mais poderoso do mundo, onde este aparece retratado como um perfeito idiota, desequilibrado, mimado e imprevisível. Eu rio-me, tento explicar-lhe que o livro não é de ficção, mas ele devolve-me a risada e não acredita.


Ao acabar de ler o livro “Fogo e Fúria” de Michael Wolff ocorreu-se-me a possibilidade de acontecer o momento acima descrito porque é efetivamente possível.


A livro podia ser uma excelente obra cómico-dramática se não soubéssemos que será, acredito na sua maioria, verdadeira. Todos os contornos da história, a começar pela própria eleição de Donald Trump para presidente dos EUA, são quase absurdos, ainda que infelizmente verdadeiros.


Pensar que temos, e vamos ter, como presidente do país mais poderoso do mundo um individuo com as caraterísticas que o autor aqui apresenta é praticamente imaginar que vivemos uma história de ficção. Como é que é possível? Trump é um personagem, coisa que não seria um problema se ele não fosse presidente.


Os estragos que este homem pode fazer podem nos afetar a todos, por isso, se pensarmos bem no tema, a parte mais divertida do livro pode tornar-se trágica. Trump é um idiota sentado na cadeira mais poderosa do mundo, rodeado de lacaios e de pessoas, muitas, que não serão provavelmente as mais inteligentes e capazes. Sem ser alarmista tem tudo para correr mal.


Ainda que uma parte do livro não seja desconhecida na maioria que foi acompanhando o processo de eleição e o primeiro ano do mandato de Trump, existe todo um outro detalhe sobre momento concretos, decisões tomadas, influências nas decisões que são desconhecidas e que nos conseguem deixar de queixo caído. Há partes do livro onde parece existir alguma falta de ligação entre momentos e contextos, mas acredito que isso se possa dever ao facto de o autor não ter conseguido construir a 100% o puzzle porque certamente houve informação que lhe escapou, ou não teve acesso.


Não seria necessário que mais de 50% do livro fosse totalmente exato e verdadeiro para ser preocupante e profundamente perturbador. Repito a pergunta: como é que é (foi) possível?


Recomendo vivamente a leitura deste livro e desafio quem o faça a encontrar paralelo entre esta realidade e a realidade que hoje se vive em muitas empresas: pessoas que são eleitas/nomeadas/promovidas para cargos, com um discurso populista e lambe-botas, sem competência e/ou vontade de trabalhar e sem preocupação com os outros e com uma necessidade de bajulação permanente. Normalmente dá mau resultado.


Excelente opção de leitura, e não é preciso gostar de política.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Novidades - “Correr para Vencer” de Phil Knight

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Excelente notícia encontrada ondem enquanto percorria a lista de livros em pré-venda na FNAC. “Shoe Dog” ou a tradução portuguesa “Correr para Vencer” de Phil Knight.


Trata-se da autobiografia do fundador da NIKE agora traduzido na língua de Camões.


Li muito boa critica ao livro há uns tempos atrás e fiquei bastante curioso. Cheguei a procurar na Amazon para comprar em inglês, mas depois acabei por não o fazer (havendo outros livros para comprar a opção em português acaba por prevalecer).


Será mais uma comprar e uma leitura para breve. Disponível a partir de 20 de abril.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

O Livro do Lula

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Após a prisão de Lula da Silva foi disponibilizado pela sua editora gratuitamente (até dia 13 de abril) o livro "A Verdade Vencerá: O Povo Sabe Por Que Me Condenam".


Para quem possa ter interesse aqui fica o link para os vários sites onde o livro está disponível.


Eu fiz o download e nem que seja uma página ou outra, vou ver de dou uma espreitadela.


 


 

domingo, 8 de abril de 2018

Dava um bom retiro livresco 6

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Paz, sossego e livros. Numa casa de madeira. Não sei explicar bem, mas a casa de madeira para mim é o pináculo do conforto e do acolhedor.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Book quote

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Não obstante o devido exagero, esta é uma frase em que eu acredito bastante. Se calhar podemos ajustá-la "ninguém que não se dê muito com livros", mas a essência da coisa está lá.

Compras - "Escrito na Água" de Paula Hawkins

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“Escrito na Água” de Paula Hawkins. Esta é uma daquelas compras inevitáveis, mas várias vezes adiada. Desta é que foi.


Era uma compra inevitável porque depois do livro “A rapariga no comboio”, um sucesso enorme, a autora conseguiu colocar o seu novo livro como um dos melhores livros de 2017.


Conseguiu inclusive ser a escolha do “Goodreads” em 2015 e 2017 para o melhor livro na categoria de “Mystery & Thriller” respetivamente com “A rapariga no comboio” e “Escrito na Água”.


Não sei exatamente para quando mas é um livro de leitura obrigatória nos próximos tempos.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Histórias com Livros “Negócios à Mesa” de Danny Meyer

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Li este livro, “Negócios à Mesa”, há muito tempo a trás, mas lembrei-me dele recentemente na visita a um dos restaurantes do chef José Avilez (um dos mais baratos, diga-se de passagem, porque não há “tempo” para ir aos mais caros).


Para ser exato li o livro há exatamente 10 anos atrás. Tomei conhecimento dele depois de ouvir uma entrevista como o autor, e dono de uma das maiores cadeias de restaurantes de Nova Iorque, Danny Meyer no programa “Pessoal e Transmissível” da TSF.


E um livro que, independentemente do seu conteúdo muito virado para uma área específica de negócio, consegue ser um livro de gestão para gestores. Contém em si um conjunto de princípios e de ideias nos quais me revejo e que também acredito serem fundamentais para o sucesso de qualquer empresa e negócio.


Na base de tudo acabam por estar as pessoas: aquelas com quem trabalhamos e aquelas para quem trabalhamos: os funcionários e os clientes.


Dany Meyer tem ideias muito próprias, em muitos casos quase decorrentes do senso comum, mas ao mesmo tempo é pouco vistos nos dias de hoje.


É muito comum ouvirmos dizer que as pessoas são o que realmente importa, um slogan já gasto em muitas empresas e que muitas vezes não passa de retórica.


O livro de Danny Meyer é um daqueles que muito empresário deste país deveria ler e aprender com ele. Não sei de José Avillez leu o livro ou não, mas a ideia com que se fica é que as ideias estão lá todas, e certamente não é por acaso que vai criando um grupo de grande prestígio. Quando se é recebido num dos seus espaços fica-se claramente com a ideia de que funcionários e os clientes são o centro da coisa e que existe uma grande organização por trás.


Só espero que José Avillez continue a crescer e a ter sucesso e, porque não, que escreva também um livro onde possa partilhar o que está na base do seu sucesso.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Novidades literárias de abril

O “Observador” divulgou um resumo das principais novidades literárias para o mês de abril.


Link para o artigo disponível aqui.


O que me chamou mais a atenção foi o livro A Casa Golden” Salman Rushdie. Já estive a dar uma vista de olhos e pareceu-me bastante interessante.


 


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Sinopse


Quando o poderoso magnata Nero Golden imigra para os Estados Unidos em circunstâncias misteriosas, ele e os seus três filhos adultos assumem novas identidades e instalando-se numa grandiosa mansão do centro de Manhattan. Chegados pouco após a tomada de posse de Barack Obama, ele e os filhos ocupam rapidamente o seu lugar no topo da sociedade nova-iorquina.


A história da família Golden é contada sob a perspetiva de um seu vizinho e confidente, René, que descreve o desmoronar da casa Golden: a vida faustosa, um litígio entre irmãos, uma metamorfose inesperada, o aparecimento de uma mulher bela, traição e assassínio, e bem longe, na pátria abandonada, um bom trabalho de informações.


Partindo da nova ordem mundial de verdades alternativas, Rushdie tece a história do ambiente americano ao longo dos últimos oito anos, tocando todos os pontos: a ascensão do movimento Birther, do Tea Party, do Gamergate e da política de identidade; o efeito de ricochete do politicamente correto; e, evidentemente, a eclosão de um vilão ambicioso, desapiedado, narcisista e profundamente conhecedor da comunicação social, que usa maquilhagem e pinta o cabelo.

Livros - A senhora e o senhor (coisas diversas)

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Já escrevi aqui várias vezes que cá em casa os livros são uma paixão partilhada entre os adultos e um interesse cada vez maior do mais pequeno.


Do lado do mais pequeno esta coleção da Presença está no topo das preferências, com particular apreço para os livros que tem nomes com palavras engraçadas como “tagarela”, "fixe" ou “desastrado”. Há noite é uma presença habitual e ao fim de semana também durante o dia.


As histórias são pequenas, mas muito bem conseguidas, com uma componente de humor e outra de aprendizagem.


Cá em casa é um hit!

terça-feira, 3 de abril de 2018

Compras - "A Cor da Liberdade" de Nelson Mandela e Mandla Langa

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Nova aquisição: "A Cor da Liberdade" de Nelson Mandela e Mandla Langa.


Regra geral os políticos não fazem parte do rol de pessoas por quem tenho interesse. Existem, no entanto, algumas exceções e de entre elas Nelson Mandela é uma das mais significativas, embora, para ser honesto eu sinta dificuldades em catalogá-lo como um político.


Aquilo me interessa acima de tudo é a história do homem, sobre o qual já li duas ou três obras no passado. Uma parte muito significativa da sua vida está diretamente ligada às suas conquistas de direitos políticos e mais tarde ao exercício dos mesmos. Mandela é aquelo tipo de pessoa que faz pensar como seria um mundo onde os seus líderes tivessem muitas das suas caraterísticas.


A compra desde livro, que faço intenção de ler durante este ano, vem exatamente do meu interesse pelo homem Mandela embora aqui nos seus tempos de presidente da África do Sul.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Bernard Shaw na Primeira Liga?

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Ontem dei por mim a ouvir o presidente de um clube de futebol da Primeira Liga a citar Bernard Shaw para responder a insultos de outro presidente.


Devo dizer que gosto muito de futebol, aquele que é praticado dentro das quatro linhas. Tudo o resto, em particular no contexto atual do futebol português, simplesmente abomino, independentemente da proveniência clubística (não faço distinções porque tem tudo a mesma essência).


No entanto, ouvir um presidente de um clube de futebol a citar um Prémio Nobel da Literatura (de forma muito esclarecida, dando claramente a ideia que sabia perfeitamente de quem estava a falar...) é o equivalente a ouvir o dono de um restaurante de leitão da Mealhada a fazer uma declaração empolgada sobre uma receita de tofu. Não joga uma coisa com a outra...


Por favor não arrastem a literatura para o antro do futebol!

domingo, 1 de abril de 2018

Dava um bom retiro livresco 5

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 Minimalista, mas acho que não era preciso mais nada para um dia de terapia livresca.