
(foto retirada daqui)
Bom domingo e boas leituras!

Tudo o que este senhor escreve é para ter em conta. Acredito que será mais um grande livro.
Sinopse:
E se tudo o que julgávamos saber sobre a história estivesse errado? Niall Ferguson propõe-nos uma nova forma de olhar o mundo: reformulando cada um dos períodos transformadores da história mundial, incluindo aquele em que vivemos, evidencia a existência de um confronto intemporal entre as hierarquias do poder e as redes sociais.
Grande parte da história é hierárquica: trata de papas, imperadores, presidentes, primeiros-ministros e generais. Fala-nos de Estados, exércitos e corporações. É sobre as ordens vindas de cima. Mesmo a história «da base» costuma centrar-se em sindicatos e partidos de trabalhadores. Mas e se isso acontecer simplesmente porque são as hierarquias que criam os arquivos históricos? E se estiverem a escapar-nos redes sociais igualmente poderosas mas menos visíveis, porque menos documentadas, mas que são as verdadeiras fontes de poder e os motores da mudança?


Aqui fica mais uma visita ao Top de Vendas do New York Times.
Na ficção destaco "A Origem que já está há 30 semanas no Top. No campo da não ficção dois destaques, o novo livro de Bob Woodward sobre a presidência de Tump, sobre o qual já aqui falei e que irá ter tradução em português já em novembro, e o livro “Educated” que está há 31 semanas no Top e que vai ter também tradução em português. Falarei aqui sobre este livro nos próximos dias.

Saiu ontem o novo livro do RAP. Cá em casa os seus livros são quase de compra obrigatória, por isso este não vai ser exceção.
Sinopse:
Da crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais ao elogio do silêncio, passando pela acérrima defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard ou do Candy Crush.
Pelo caminho, desmonta-se o mito da auto-ajuda, discutem-se eternos problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam-se intolerâncias alimentares e o complexo de Édipo, e levantam-se questões prementes para os casais da sociedade actual, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre.

É já um género de tradição de férias. A lógia é simples: para um período muito agradável o livro mais agradável, e nesse lote Daniel Silva e o seu personagem Gabriel Allon estão sempre no topo.
Iniciei o livro há dois dias e no momento em que escrevo faltam-me apenas 100 páginas para terminar, por isso deve durar no máximo até amanhã. Devia ser sempre assim: conseguir ler mais de 150 páginas por dia e nem sequer passei uma manhã ou uma tarde toda a ler.

Sinopse:
Quando Nea, uma menina de quatro anos, desaparece, a comunidade fica em choque. Trinta anos antes, Stella, também de quatro anos, que vivia com os pais na mesma quinta, desaparecera e viria a ser encontrada morta na floresta que rodeia Fjällbacka. Nessa altura a culpa foi atribuída a duas adolescentes, Marie e Helen, hoje mulheres.
Poderá ser um acaso o desaparecimento de Nea ter coincidido com o regresso a Fjällbacka de Marie, agora uma famosa atriz de cinema…para interpretar o papel de Ingrid Bergman? Patrik Hedström começa a investigar e, como sempre, conta com a ajuda de Erica, que pretende escrever um livro inspirado na morte da pequena Stella.
Mas à medida que vão desfiando os intricados fios da meada, tudo se torna mais confuso. Como se tal não bastasse, têm ainda de lidar com a perturbação que a presença de refugiados sírios causa na pequena comunidade e com as consequências de um fogo posto no centro comunitário que os acolhe.
Uma sucessão de acontecimentos que abala os habitantes da pacata vila, e acabará por levar o nome de Fjällbacka aos quatro cantos do mundo… sem ser pelas melhores razões.

Deve ser das frases mais ingénuas que alguém pode proferir, mas a verdade é que faz todo o sentido na minha cabeça!

Sinopse:
1,5 milhões de portugueses sofrem de uma perturbação de ansiedade. É provável que muitas vezes se sinta incapaz de lidar com as exigências do dia-a-dia e que este mundo apressado vá imprimindo na sua mente uma velocidade desumana, que lhe provoca inquietação. Frequentemente, nestas circunstâncias, o corpo começa também a dar sinais: o coração bate mais depressa, a respiração torna-se ofegante, a barriga parece ganhar vida própria… Os medos — que podem ser do presente, do futuro, de tudo e de nada — começam a surgir. Às vezes estes medos focam-se em situações específicas, como estar em espaços públicos ou em lugares fechados. E, de repente, a ansiedade está instalada... A ansiedade é uma situação que não olha a condições de vida ou escalões do IRS. Pode afetar qualquer um e é muitas vezes vivida em silêncio e incompreendida pelos que nos são próximos.
Contudo, é uma afeção tratável e, no pior cenário, uma situação que se aprende a gerir. O médico psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia desmistifica e explica as várias manifestações da ansiedade, discute os tratamentos e abordagens terapêuticas mais eficazes e dá-nos pistas sobre como lidar com ela ou ajudar os que nos são próximos a obter a ajuda necessária e adequada. Ilustrado com casos reais, os leitores terão a hipótese de esclarecer todas as suas dúvidas sobre ansiedade, de se reconhecerem nos perfis traçados e de se sentirem apoiados e mais capazes de enfrentar a maior epidemia da nossa era.

Terminei ontem o livro “21 Lições para o Século XXI" de Yuval Noah Harari.
Vamos por partes. Tinha uma expetativa elevada em relação ao livro, conforme aliás tive oportunidade de escrever aqui anteriormente. A expetativa não foi gorada embora, na minha opinião o livro fique um pouco aquém de “Homo Deus”.
Para quem leu o livro “Homo Deus” este acaba por ter um âmbito diferente, no conteúdo, naturalmente, mas também na abordagem.
Aqui os temas são diversos, desde o terrorismo, à liberdade, passando pela ficção científica, a guerra até à (inesperada) meditação.
A diferença na abordagem resulta também (e o autor assume isso mesmo) do facto do livro ser o resultado em boa parte de respostas a perguntas colocadas por jornalistas e leitores. Talvez por isso existam temas que podiam ter sido abordados de forma mais profunda
As ideias apresentadas são uma continuação do livro anterior e no geral, pelo menos para mim, fazem bastante sentido, não necessariamente na perspetiva de que sejam verdade absolutas mas no sentido em que fazem sentido e podem corresponder à realidade.
Tenho de confessar que tenho a sensação de que existe uma parte do livro que não entendi completamente e que muito provavelmente apenas com uma segunda leitura conseguirei atingir. As partes que roçam mais o campo da filosofia a parte final onde o autor entra num registo mais pessoal quando fala sobre um tema inesperado como é a meditação.
Yuval Noah Harari é claramente alguém que merece a pena ler e ouvir, e não o digo porque alguns vultos do nosso tempo já o afirmaram, digo-o porque aquilo que este autor diz e escreve faz muito sentido e tem o mérito de nos por a pensar, algo que vai sendo cada vez mais raro. Confesso que me faz confusão como é que pessoas cuja única coisa de relevante que fazem na vida é escrever críticas sobre livros consegue escrever uma crítica destrutiva em relação ao livro e ao autor, como ainda recentemente li num diário online (voltarei a este tema um dia destes).
Recomendo a leitura deste livro mas diria que, para quem não leu nenhum dos outros livros do autor, seria aconselhável faze-lo antes de se aventurar neste.
Para quem tenha interesse pode ler aqui as primeiras páginas do livro.

Sinopse:
Em Fevereiro de 2006, os Bombeiros Sapadores do Porto resgataram do poço de um prédio abandonado um corpo com marcas de agressões e nu da cintura para baixo. A vítima, que estava doente e se refugiara naquela cave, fora espancada ao longo de vários dias por um grupo de adolescentes, alguns dos quais tinham apenas doze anos.
Rafa encontrara o local numa das suas habituais investidas às zonas sujas, e aquela espécie de barraca despertou-lhe imediatamente o interesse. Depois, dividido entre a atracção e a repulsa, perguntou-se se deveria guardar o segredo só para si ou partilhá-lo com os amigos. Mas que valor tem um tesouro que não pode ser mostrado?
Romance vertiginoso sobre um caso verídico que abalou o País, fascinante incursão nas vidas de uma vítima e dos seus agressores, Pão de Açúcar é uma combinação magistral de factos e ficção, com personagens reais e imaginárias meticulosamente desenhadas, que vem confirmar o talento e a maturidade literária de Afonso Reis Cabral.

Sinopse:
Depois de A Visita do Brutamontes, Jennifer Egan regressa com um emocionante romance histórico que tem a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial em pano de fundo. Os anos 1940. Anos de guerra e de esforço de guerra nos estaleiros navais de Brooklyn. No mesmo espaço geográfico, os sindicatos e as lutas pela supremacia das várias máfias: italiana, irlandesa, outras. Anna Kerrigan é a figura central do romance. Trabalha nos estaleiros (como centenas de outras raparigas) e deseja ardentemente ser a primeira mulher mergulhadora. Isto num tempo em que a vida das mulheres era ainda muito circunscrita. Mas Anna quer sobretudo saber o que aconteceu ao pai, que desaparecera anos antes, sem deixar rasto. A história começa com Anna pela mão do pai, numa visita a casa do encantador mafioso Dexter Styles, em Manhattan Beach, e é nessa mesma praia que, de certa forma, se encontra o seu princípio e desfecho. Por detrás do incrível bulício das docas e da agitada vida da cidade, a toda a volta, o mar: o mar que tudo liga, e que transforma as personagens, que destrói e dá vida, que esconde e revela. Uma narrativa extremamente cinematográfica que evoca o universo de Há Lodo no Cais - transcendendo-o em fôlego e âmbito.
«Este romance arrastar-nos-á para o fundo e, depois, para o largo, com as suas correntezas. Em particular, a luta de Anna enquanto mulher, cuja vontade é maior do que as suas circunstâncias, e que é dramatizada com uma força extraordinária. As suas ressonâncias continuarão a inundar-nos muito depois do fim do romance.» The Guardian
«A Praia de Manhattan é um épico rápido e sinuoso, abundante em pormenores evocativos, metáforas felizes e tributos históricos cristalinos.» Bookforum

Já são conhecidos os seus finalistas do Man Booker Prize deste ano.
A saber, Milkman, de Anna Burns, Everything Under, de Daisy Johnson, The Overstory, de Richard Powers, Washington Black, de Esi Edugyan, The Mars Room, de Rachel Kushner, e The Long Take, de Robin Robertson.
Dos seis finalistas, pelo que consegui verificar, apenas um está já traduzido em português: O Quarto de Marte, de Rachel Kushner.
Uma das finalistas, Daisy Johnson, tem apenas 27 anos sendo o livro Everything Under o seu romance de estreia. Brutal!
Lista completa:
Author (country/territory) Title (imprint)
Anna Burns (UK) Milkman (Faber & Faber)
Esi Edugyan (Canada) Washington Black (Serpent’s Tail)
Daisy Johnson (UK) Everything Under (Jonathan Cape)
Rachel Kushner (USA) The Mars Room (Jonathan Cape)
Richard Powers (USA) The Overstory (William Heinemann)
Robin Robertson (UK) The Long Take (Picador)
O(a) vendedor(a) será conhecido(a) a 16 de outubro.

Sinopse:
Benjamin Zarco e o seu primo Shelly foram os únicos membros da família a escapar ao Holocausto. Cada um à sua maneira, ambos carregam o fardo de ter sobrevivido a todos os outros. Benjamin recusa-se a falar do passado, procurando as respostas na cabala, que estuda com avidez, em busca daquilo a que chama os fios invisíveis que tudo ligam. E Shelly refugia-se numa hipersexualidade, seu único subterfúgio para calar os fantasmas que o atormentam.
Construído como um mosaico e dividido em seis peças, Os dez espelhos de Benjamin Zarco entretecem-se entre 1944, com a história de Ewa Armbruster, professora de piano cristã que arrisca a vida para esconder Benni em sua casa, e 2018, com o testemunho do filho de Benjamin acerca do manuscrito de Berequias Zarco, herança do pai, talvez a chave para compreender a razão por que Benjamin e Shelly se salvaram e o vínculo único que os une.
Um romance profundamente comovente e redentor, com personagens inesquecíveis. Uma ode à solidariedade, ao heroísmo e ao tipo de amor capaz de ultrapassar todas as barreiras, temporais e geográficas.

Começou sexta feira e vai decorrer até dia 7 de outubro o Mercado do Livro do Porto, mais concretamente no Museu da Misericórdia do Porto.
Serão mais 150 mil livros de cerca de 150 editoras portuguesas com valores a partir de 1 €.
Para quem lá esteja ou por lá vá passar fica a nota de uma excelente oportunidade. Só tenho pena de não ser o meu caso.

Sinopse:
Do autor do êxito Contas-Poupança - Viva Melhor Com o Mesmo Dinheiro Programa líder de audiências da SIC Quer pagar menos pelo seu crédito à habitação? E ver as suas poupanças renderem mais? Gostaria de aumentar o seu reembolso de IRS? Sabe como garantir uma reforma digna?
POUPE COM INTELIGÊNCIA E INVISTA NO SEU FUTURO
Ponha o dinheiro a trabalhar para si, em vez de trabalhar para pagar a outros.
Dicas para: - comprar um carro em segunda mão sem correr riscos; - escolher o melhor crédito à habitação ou pagar menos pelo que tem; - evitar as comissões das imobiliárias; - baixar as mensalidades do seu cartão de crédito; - escolher o melhor PPR; - saber qual vai ser a sua reforma; - comprar telemóveis e computadores mais baratos; - saber se uma promoção é falsa. Aumente o seu rendimento mensal sem esforço e realize mais facilmente os seus sonhos.

Para que possa aproveitar estes últimos dias calor. Mesmo que não seja tão requitando, uma boa cadeira e um bom livro podem fazer um bom fim de semana!

Sinopse:
Jovem, brilhante e ambiciosa, Greer Kadetsky acaba de ser aceite na prestigiada universidade de Yale com uma bolsa de estudo. Para entrar, basta preencher um formulário. Algo que os pais, na sua descontracção de hippies da velha guarda, não fazem.
É assim que ela se vê relegada para uma universidade de segunda linha enquanto o namorado, Cory, filho de imigrantes portugueses, concretiza o sonho de ambos e segue para Yale.
Enquanto se debate com a inesperada falta de rumo, Greer conhece a carismática Faith Frank, figura icónica do feminismo americano. Ao assistir a uma palestra de Faith, a chama que Greer temia extinta ilumina-se.
Anos depois, já terminada a faculdade, Cory dedica-se à alta finança enquanto Greer luta pelos seus ideais com fervor. São percursos distintos que os obrigam a confrontarem-se com a complexidade da vida adulta.
Aos poucos, ambos se afastam do futuro que sempre imaginaram para si próprios. E um dia, vão perceber como estão longe daquilo que sonharam ser.

Foi conhecida esta semana a long-list de candidatos ao National Book Award de 2018.
Jamel Brinkley, “A Lucky Man”
Jennifer Clement, “Gun Love”
Lauren Groff, “Florida”
Daniel Gumbiner, “The Boatbuilder”
Brandon Hobson, “Where the Dead Sit Talking”
Tayari Jones, “An American Marriage”
Rebecca Makkai, “The Great Believers”
Sigrid Nunez, “The Friend”
Tommy Orange, “There There”
Nafissa Thompson-Spires, “Heads of the Colored People”
Com toda a honestidade não conheço nenhum dos autores(as), nenhum dos livros tem ainda tradução em português e, pelo que estive a verificar apenas dois tem algum livro anterior traduzido: Rebecca Makkai e Lauren Groff.

Se Miguel Araújo colocou uma pequena parte que seja da sua genialidade neste livro acho que já valerá bem a pena ler.
Sinopse:
Num mundo onde toda a gente discute as grandes questões, Miguel Araújo detém-se nas pequenas questões, nos detalhes maravilhosos, nas particularidades ínfimas que nos escapam no dia-a-dia. Estes textos confirmam a inteligência e o olhar agudo que lhe reconhecemos da escrita de canções. Como um realizador, Miguel desvia a câmara dos protagonistas para se focar nos figurantes, que, ao fundo da cena, circulam, vivem, fantasiam, sem que ninguém os ouça ou lhes dê atenção.
Nestas páginas revemos as histórias da nossa vida: da tia que nos manda limpar os pés antes de entrar em casa, da nossa incapacidade para lidar com as finanças e os impressos, ou do dia em que o corpo nos grita «já não tens idade para isso». Aqui não há espaço para as glórias do músico, mas sim para as cólicas e receios antes de entrar em palco, para a canção que fugiu, para as convicções como pai ou para as surpresas que de repente nos alargam o mundo.

Já está nas bancas e no primeiro dia vendeu “apenas” 750 mil exemplares nos EUA. Entrou com estrondo, certamente divido à credibilidade do autor, Bob Woodward.
O livro pretende retratar a vida na Casa Branca de Trump e é tudo menos elogioso para o Presidente Americano.
Considerando a origem (autor) já sei que vou acabar por comprar e ler, ainda para mais porque já se sabe que o livro via chegar a Portugal na primeira quinzena de novembro pela mão da Dom Quixote.

Sinopse:
O REGRESSO DE SEBASTIAN BERGMAN
A estrela de um reality show é encontrada morta numa escola, com um disparo na cabeça. Amarrado a uma cadeira de sala de aula, posicionado de frente para um canto, com orelhas-de-burro. Um exame longo, de várias páginas, pregado na parte de trás da cadeira. A julgar pelo número de respostas erradas, a vítima falhou no teste mais importante da sua vida.
Esta morte será o primeiro de uma série de assassinatos contra várias personalidades dos media e o Departamento de Investigação Criminal é chamado. Lutam para encontrar provas e finalmente Sebastian Bergman descobre pistas em chats e cartas anónimas publicadas em jornais. O autor das cartas opõe-se à falta de educação entre os modelos da nova geração e fala muito sobre os assassinatos. Sebastian desafia-o e fica claro que o seu oponente sem rosto tem informações sobre os assassinatos a que ninguém além da polícia —e do assassino —tem acesso.
Neste novo caso Sebastian Bergman e sua equipa enfrentam um serial killer complexo e tortuoso, que ameaça a própria existência da equipa.

A noticia é a seguinte:
“Livro publicado na Amazon é candidato a prémio literário francês. Livreiros protestam”
O autor, Marco Koskas, um franco-israelita escreveu um livro que conta a história dos franceses que imigraram para Israel, no entanto, apesar de já ser um autor publicado (12 livros) não conseguiu que nenhuma editora francesa lhe publicasse a nova obra.
Em resultado da recusa o autor publicou em próprio o livro diretamente na Amazon e acabou por ser escolhido como candidato a um prémio literário francês importante – prémio Renaudot. Os livreiros franceses reclamaram porque a Amazon é a maior inimiga das livrarias.
Esta é uma história com vários ingredientes difíceis: novos tempos e novas oportunidade (no passado isto nunca teria sido possível) algum sentimento anti-israelita a aumentar em França e uma grande dificuldade em responder e aceitar novas tendência de mercado como a Amazon.
Sinais dos tempos...

Sinopse:
Em 1937, enquanto a Guerra Civil segue o seu trágico caminho, uma nova missão leva Lorenzo Falcó até Tânger, turbulenta encruzilhada de espiões, tráficos ilícitos e conspirações internacionais. O seu objetivo? Conseguir que o capitão de um navio carregado com ouro do Banco de Espanha mude de bandeira.
Espiões nacionalistas, republicanos e soviéticos, homens e mulheres defrontam-se numa guerra obscura e suja, à qual acabarão por regressar perigosos fantasmas do passado. Entre eles, Eva. Agente soviética, mulher perigosa, desafio irresistível para Falcó…
Após o êxito internacional de Falcó, realidade e ficção voltam a cruzarse de forma magistral sob a pena talentosa de Arturo Pérez-Reverte, num livro onde, mais uma vez, não faltam aventuras, crime, e paixão…

Lembro-me que quando vi estra frase pela primeira vez pensei: é mesmo isto! Mas depois lembrei-me que hoje a impressa sensacionalista garante que esta frase está um pouco ultrapassada e as notícias de capa de alguns jornais parecem saídos de boas histórias de ficção.
Ainda assim, vão existindo casos que confirmam que a frase ainda pode ser verdadeira, como o caso da autora que escreve o um livro intitulado “Como matar o seu marido” e agora está a ser acusada disso mesmo...

Sinopse:
Shadow Moon sai da prisão e descobre que a sua mulher morreu. Derrotado, falido e sem saber para onde ir, conhece o misterioso Sr. Wednesday, que o emprega como guarda-costas, empurrando Shadow para um mundo mortífero onde fantasmas do passado regressam da morte e onde uma guerra entre deuses está iminente. O romance vencedor de prémios Hugo, Bram Stoker, Locus, World Fantasy e Nebula que deu origem ao sucesso televisivo da Starz, com autoria de Neil Gaiman, é adaptado como novela gráfica pela primeira vez!
Compilando os primeiros nove números da série de banda desenhada Deuses Americanos, juntamente com arte adicional, esboços de personagens e capas de David Mack, Glenn Fabry, Becky Cloonan, Skottie Young, Fábio Moon, Dave McKean e mais!

Há cerca de dois anos atrás dei com livro por acaso na lista de bestsellers do New York times. Fiquei extremamente curioso e interessado, mas existia o constrangimento de não estar disponível em português e por isso acabou por cair no esquecimento.
Trata-se de livro um pouco diferente. Foi escrito por um médio de nome Paul Kalanithi, que, aos 36 anos, depois de terminar mais uma década de formação como neurocirurgião, foi-lhe diagnosticado um cancro inoperável no pulmão.
Ou seja, trata-se de alguém que, de um momento para o outro deixou de ser um médico que dava esperança aos pacientes que lutavam pela vida, no seguinte passou a ser ele próprio um paciente que tentava sobreviver, enquanto se interroga, no momento em que é confrontador com a sua mortalidade, com um conjunto de questões existenciais.
Se por um lado é uma história com final triste (o autor faleceu antes de completar o livro), que por estes dias tenho tendência a evitar, por outro sinto uma vontade muito grande de o ler. Talvez porque às vezes é necessário o confronto com a realidade crua da vida para fazermos algo de melhor com a nossa enquanto podemos. É como se fosse necessário vermos/ouvirmos/lermos sobre aquilo que sabemos ser uma realidade, mas que na maior parte do tempo ignoramos porque contamos sempre que haverá ainda muitos amanhãs.
Porque razão me lembrei disto agora? Porque percebi esta semana, por acaso, numa visita ao site da editora Saída de Emergência, que o livro está traduzido em português há mais de 2 anos! Desconhecia por completo. Passou completamente fora do meu radar.
Agora que sou conhecedor desta informação não tenho outra solução senão incluir o livro na minha wishlist para os tempos mais próximos. É uma sensação estranha, mas sinto que preciso ler este livro.

Sinopse:
Sepulcros de Cowboys é fundamental para a compreensão da génese e da evolução de um dos mais fascinantes universos ficcionais dos nossos dias. Depois de O Espírito da Ficção Científica, vem agora a público um novo conjunto de inéditos de Roberto Bolaño: «Pátria», «Sepulcros de cowboys» e «Comédia do horror de França». Em «Pátria», o poeta Rigoberto Belano destrinça os efeitos do golpe de Estado do Chile, nomeadamente na sua família: a mãe perdeu o emprego de professora, o irmão foi torturado e a irmã passou a sofrer de depressão. Em «Sepulcros de cowboys», um jovem chamado Arturo viaja do Chile para o México e o Panamá e daqui de volta ao Chile, de barco. Durante esta viagem, pede a um dos passageiros, um padre jesuíta, que leia a história de ficção científica inacabada, que tinha vindo a escrever sobre uma invasão de formigas extraterrestres - e que acaba com a oferta de um lugar, às ditas formigas, nas Nações Unidas. E, em «Comédia do horror de França», o jovem poeta Diodoro Pilon junta-se a uma misteriosa organização, o Grupo Surrealista Clandestino, que recruta novos membros através de chamadas aleatórias para cabines telefónicas em todo o mundo. Provenientes de uma época em que Roberto Bolaño ainda «ensaiava» os que viriam a ser os seus mais icónicos romances, estes escritos revelam já os grandes temas e as personagens que deram vida a toda a sua obra posterior.

Há muito tempo que andava para comprar este livro, por pura curiosidade, confesso. Desta vez comprei aproveitando uma campanha na FNAC.
É considerando por muitos como um dos melhores livros do último século e neste momento é uma forte possibilidade para cumprir outro dos meus objetivos de leitura para este ano: ler um clássico da literatura portuguesa.

Sinopse:
Corre o ano de 1843 e Grace Marks foi condenada pelo seu envolvimento no brutal homicídio do dono e da governanta da casa onde trabalha. Há quem julgue Grace inocente; outros dizem que é perversa ou louca. Agora a cumprir prisão perpétua, Grace diz não ter qualquer memória do crime. Um grupo de clérigos e espíritos que lutam para que Grace seja perdoada contrata um especialista em saúde mental, uma área científica em expansão na época. Ele escuta a sua história, fazendo-a recuar até ao dia que ela esqueceu. O que encontrará ele quando tentar libertar as memórias de Grace?

Sinopse:
Numa noite de lobos em que todos rezam a Santa Bárbara e os mais velhos recordam uma tragédia antiga, chega misteriosamente à aldeia um estrangeiro e a sua filha Madalena, de três anos, cujos olhos cinzentos tão depressa atraem como assustam.
Nessa mesma noite, a criada do solar vem chamar Violeta para que acuda à sua senhora - pois a hora do parto chegou intempestiva - e Celeste nascerá pouco depois, ignorando que a solidão rodeará grande parte da sua vida. No Fundo do Lugar, onde a água da chuva irrompe em ondas pelas casas mais pobres, é a vez de Samuel - o que desenha bichos no chão dos quintais e imita o canto das aves - temer, como sempre, pela vida da mãe.
Madalena, Celeste e Samuel são os lados desiguais do triângulo donde brotam os fios desta história, contada por três mulheres que se assemelham a fiandeiras do tempo: Antónia, a viúva que tricota camisolas e mantas, acrescentando dias à vida de cada um; Violeta, a que apara nas mãos os filhos da terra e guarda segredos tristes numa gaveta; e Emília, a que ouve em sonhos o afiar de facas e calcula os caminhos que a morte escolhe percorrer.
Os Fios - romance de estreia que revela uma surpreendente maturidade literária - combina de forma magistral a crueza do meio rural com um lirismo inesperado e bem-vindo que torna esta narrativa mágica e poderosamente empática.

Mais uma agradável notícia: a indicação de que a Saída de Emergência irá publicar ainda durante este ano o livro Exit West de Mohsin Hamid.
Este livro foi um dos finalistas do Man Booker Prize de 2017 e está muito bem referenciado e foi identificado pelo ex-presidente Obama como uma das suas escolhas de 2017. Será mais uma comprar e se possível uma leitura de 2018 dependendo da data da publicação.

Sinopse:
Jaime Bunda, cuja alcunha faz óbvia referência a uma exagerada parte da sua anatomia, é um membro de uma família tradicional angolana que sonha ser detective. Graças a uma rara capacidade de observação, e pela influência do primo, um alto funcionário do governo, consegue lugar como detective estagiário nos serviços secretos de Angola.
Apaixonado por literatura policial americana, e cansado de ser gozado pelos colegas após dois anos de estágio sem grandes funções, por fim, Bunda encontra a oportunidade de provar a sua competência quando lhe é atribuído um caso importante: desvendar a violação e o assassínio de uma adolescente.
Bunda parte com entusiasmo para a investigação do crime ainda sem suspeitos e, com os seus métodos excêntricos, aprendidos nos livros, acaba por se envolver numa teia complexa que reúne redes criminosas internacionais, elites do poder e uma misteriosa mulher.
Com Jaime Bunda - Agente Secreto, romance policial satírico que nos apresenta o James Bond angolano, Pepetela oferece-nos um retrato pleno de humor e ironia da sociedade do seu país.

Estou neste momento a meio do livro. Nesta fase, e para quem leu o “Homo Deus” sente uma linha de continuidade e uma natural repetição em alguns pontos. Reforça um dos pontos forte do seu livro anterior: podemos concordar com o que o autor escreve, mas sem dúvida que nos deixa muito material para reflecção. Corresponde às expetativas.
Para quiser ler um pouco mais sobre o livro e sobre o autor ficam algumas sugestões:
“Só se percebermos o que nos faz humanos poderemos continuar a ser humanos” - "Público"
Yuval Noah Harari: "Quando fores grande, talvez não tenhas profissão" - "DN"
Sinopse:
Populismo: Uma ameaça política mundial? Há hoje um espectro que percorre a mundo: o espectro do populismo. Mas de que falamos quando falamos de populismo? O que é que o caracteriza de um ponto vista social, cultural e político? Como pode ser interpretado? Deve ser combatido? Se sim, como? Os termos populismo e populista são diariamente convocados no espaço político, mediático e no senso comum, para classificar adversários políticos e as suas propostas.
Foi a explosão de forças populistas pelo mundo, e a imprecisão e leviandade com que este termo tem sido usado no debate público, que motivaram os autores a escrever este livro. Trata-se de um debate essencial para salvaguardar as democracias e para nelas aprofundar a participação dos cidadãos. A clarificação do conceito, a história e a política do(s) populismo(s), a sua relação com a ideologia, o seu valor instrumental para o centro político e para a direita, a sua aplicação na retórica neoconservadora, mas também as suas expressões entre a esquerda e os seus contextos geopolíticos - são algumas das linhas de força aqui presentes.
Pensar o populismo para o compreender e combater, é o desafio a que este livro se propõe.

Com o Verão a terminar um local de leitura mais acolhedor já a apelar ao Outono.

Sinopse:
As monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil terminaram em repúblicas, a do Brasil em 1889 e a de Portugal em 1910. O projecto de uma monarquia atlântica, em que o reino de Portugal e o do Brasil fariam parte de um Reino Unido, fora desmantelado em consequência das revoluções liberais em Portugal e no Brasil a partir de 1820 - revoluções encaradas em ambos os reinos como uma questão de «independência nacional».
As diferenças entre Portugal e Brasil são grandes, como não podia deixar de ser quando se considera a localização dos dois Estados no globo.
Mas por isso mesmo faz sentido esta análise a partir do que parece ser mais análogo - a monarquia constitucional dos Braganças.
Como é que princípios políticos que eram aparentemente os mesmos se desenvolveram em dois mundos diferentes?
Poder-se-á falar, a propósito das monarquias constitucionais de Portugal e do Brasil, de dois países e um mesmo sistema?
Hoje passam 17 anos do 11 de setembro de 2001. Uma data que mudou o mundo, digo eu com a certeza que é uma ideia partilhada por muitos.
Ainda hoje é um tema que faz correr rios de tinta, quase invariavelmente na versão oficial. E podem perguntar, existe outra? Sim, existe a versão que diz, e tenta provar, que as coisas não aconteceram exatamente como nos tentam contar.
Podem dizer que são teorias da conspiração, mas se calhar é melhor as pessoas informarem-se um pouco mais antes de acreditar piamente em tudo o que nos dizem as autoridades e os jornais.
Pode haver muita invenção, mas é preciso uma crença quase religiosa para acreditar que caiu um avião no Pentágono (ver foto abaixo). E a questão é: se essa parte não é verdade como será com tudo o resto?

Cada um acredita no que quer. Deixo abaixo três sugestões de leitura para quem quiser ir um pouco além do que dizem os jornais e as autoridades. Exagero, manipulação, teoria da conspiração? não sei... tire as suas próprias conclusões.
Em que é que eu acredito? Apenas numa coisa: a versão oficial está muito longe de contar toda a verdade.




Sinopse:
A cada ano são largadas nos oceanos cerca de 12,7 toneladas de plástico, matando mais de 1 milhão de aves marinhas e 100.000 mamíferos marinhos. Em 2050 estima-se que haverá, em peso, mais plástico do que peixe nos oceanos. A poluição pelo plástico é o flagelo ambiental da nossa era, mas como podemos fazer a diferença? Neste guia claro e esclarecedor, assinado pelo destacado activista anti-plástico, vai ajudá-lo a fazer pequenas mudanças que farão uma diferença enorme, desde comprar copos de café reutilizáveis a fazer recolhas de lixo no parque ou praia da sua zona de residência. Alguns conselhos para desistir do plástico:
-Lavar a roupa em sacos próprios para conter as microfibras de plástico, impedindo-as de chegarem aos oceanos (estas são responsáveis em 30% pela poluição por plástico)
-Substituir o champô vulgar por champô em barra
-Como evitar as embalagens supermercado
-Como fazer uma festa de aniversário livre de plástico
-Como convencer os outros a juntarem-se a si nesta demanda anti-plástico
O plástico não vai desaparecer sem dar luta. Vamos precisar de um movimento feito de milhões de pequenos gestos individuais, que juntarão as pessoas de todos as origens e culturas, cuja vontade se vai fazer sentir em todo o lado, desde a aldeia mais pequena ao mais alto dos arranha-céus.

(imagem retirada daqui)
Listas de “Best Of” valem sempre o que valem e, no limite, cada um pode ter a sua seja lá sobre o que for.
A “Signature” publicou uma lista dos melhores 100 thrillers de todos os temos que, mérito lhe seja feito, ao contrário de muitas listas atuais que ignoram literatura mais recente, comtempla obras de um vasto espectro temporal.
Vale o que vale, mas é uma lista muito diversificada com obras para todos os gostos que pode servir de referência para futuras escolhas de leitura.

Sinopse:
Uma obra acessível e esclarecedora sobre o Universo.
Desde o início dos tempos, os vastos mistérios e maravilhas do céu e das estrelas fascinam a humanidade.
Mesmo depois de, neste último século, termos visto importantes e surpreendentes descobertas sobre o nosso planeta, o sistema solar, as estrelas e as galáxias, permanecem agora mais perguntas do que respostas. O que é a matéria negra? Estaremos sozinhos no universo? Viajar no tempo é possível? Existe uma vastidão de possibilidades que ainda estão por determinar.
A colossal escala do universo pode ser intimidante, mas neste livro, de fácil compreensão, embarcamos numa incrível viagem através das mais importantes descobertas astronómicas, desde as crenças das antigas civilizações até às recentes observações pioneiras das ondas gravitacionais previstas por Einstein há mais de cem anos.
Nunca o momento foi tão oportuno para compreendermos o universo, e este guia essencial sobre o cosmos é o lugar perfeito para se começar!

Não sigo esta regra mas penso muitas vezes que o devia fazer. Da mesma forma que faço por alternanar entre ficção e não ficção devia incluir também uma regra para novos e velhos. Opções felizmente não me faltam, e como aconceceu recentemente com o "Velho e o Mar", é fácil perceber que devia ler mais literatura clássica. Vou fazer um esforço para incluir mais "velharias" no meu planeamento.

Sinopse:
A luta épica do jovem robô TIM para se manter vivo num universo hostil, em que os andróides foram colocados fora-da-lei, e em que os caçadores de prémios espreitam em todos os planetas da galáxia. Uma odisseia cósmica, dinâmica e emotiva, que lança homens contra máquinas e mundo contra mundo, e uma das grandes space operas da banda desenhada actual. Jeff Lemire é um dos mais aclamados argumentistas actuais de comics, e Dustin Nguyen, o artista que ganhou com Descender o prémio Eisner para Melhor Arte Pintada em 2015.

Já aqui falei sobre este livro quando terminei a sua leitura mas vou-me lembrado dele e da possibilidade de existir um segundo, terceiro, quarto livro e por ai fora, tendo em conta o número de situações em que podemos de facto se enganados.
Uma situação recente: passeio pela baixa de Lisboa, o pequeno gosta de Tuc-Tuc´s por isso fomos tentar saber em quanto ficaria uma voltinha.
Fizemos dois pedidos e em ambos os casos a abordagem foi a roçar o mafioso. Começa logo pelo facto de quando indicamos que no máximo seria meia hora torcem o nariz. “Quem é que pode fazer meia-hora?” ninguém respondeu.... até que lá vieram dois matarruanos mal-enjorcados, estrangeiros e com ar meio bebido...voltámos costa ainda que percebêssemos que houve um que veio atrás de nós. Nem soubemos preços.
Mais abaixo já próximo do Terreiro do Paço, nova questão nova pergunta “Quem pode fazer meia hora para Tuga. Peço de amigo”. Nova dificuldade de resposta... lá veio um rapazito... “Meia hora normalmente é 40€, mas raramente fazemos... para vocês faço 30€”. 30€ nem pensar dissemos. Obrigado e boa tarde. Ainda vieram atrás de nós... “Vá faço 25€”.
Acabamos por encontrar um rapazito que andava à procura de clientes e que fez quase 40 minutos por 20 €, que ainda assim não é barato.
Moral da história. Os senhores dos Tuc-tuc´s em Lisboa fazem viagens com turistas a cobrar 80€ há hora e para o Tuga fazem uma atenção e só querem cobrar 30 € por meia hora...
Podem-me dizer-me o que quiserem, mas a palavra que se aplica é garganeirice como diria a minha avó. Ganhar dinheiro sim mas a honestidade tem de lá estar.
Por isso tente fazer por não se deixar enganar!

Sinopse:
Viajário Tinta-da-China: o objecto perfeito para as férias «Vamos, regressamos e trazemos memórias. Viajar é ir e voltar - e guardar o diário dos instantes que transformaram o viajante. Os momentos mais felizes de viagem são aqueles de que ficam vestígios.»
Carlos Vaz Marques A Tinta-da-china convida os seus leitores a imortalizarem as suas próprias viagens, inspirados por citações de grandes escritores, escolhidas de entre os livros da icónica colecção de literatura de viagens. Complemento perfeito para leitores-viajantes, o Viajário oferece um espaço para registar viagens longínquas, escapadelas de fim-de-semana ou passeios de domingo.
Uma pequena arca do tesouro, para planear e organizar viagens, mas sobretudo para registar memórias e impressões, eventos e fotografias, inspirados pela melhor literatura.