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«Uma estreia satírica arrebatadora.» VOGUE, “Os Melhores Livros de 2026”
Natalie Heller Mills é uma mulher americana tradicional: uma esposa e mãe deslumbrante que vende um estilo de vida pioneiro aos seus milhões de seguidores nas redes sociais. O rancho onde vive tem um charme rústico irresistível, o marido é um cowboy atraente, e cada um dos seus seis filhos é mais perfeito do que o anterior.
Que importa se há amas e produtores nos bastidores, se a cozinha esconde eletrodomésticos de nível industrial, se o marido é herdeiro de uma dinastia política? Se os seguidores de Natalie não sabem é como se não existisse. E as “Mulheres Zangadas”? As elitistas que a acusam de ser uma iconoclasta antifeminista? Estão doentes de inveja. Porque Natalie não está apenas a viver a vida perfeita — está a construir um império.
Até que, numa manhã, acorda numa vida que não é a sua. A casa, o marido, os filhos — tudo lhe é familiar, mas está errado. A cozinha não tem eletricidade; os filhos estão sujos e estranhos; e o marido é agora um agricultor competente. Na trave de madeira sobre a porta, está gravada uma data: 1855.
Ainda ontem selecionava fotografias para o Instagram; agora, espera-se que carregue lenha e lave roupa à mão até os dedos sangrarem. Ter-se-á tornado a estrela involuntária de um reality show? Será possível que tenha viajado no tempo?
Quando sofre um ferimento brutal, Natalie percebe duas coisas: esta não é a sua vida; e tem de escapar, custe o que custar.
Críticas de imprensa
«Burke mantém o leitor na dúvida… Não fazia ideia para onde a história ia e fiquei genuinamente surpreendida no final.»
Véronique Hyland, Elle
«O mais perto que estaremos de entrar na mente real e imperfeita de uma tradwife… O humor é delicioso. A escrita de Burke é honesta e acessível. Ela não está a tentar difamar Natalie; está a tentar mostrar-nos a sua versão sem filtros. No fim de contas, esse é o paradoxo de Yesteryear — e o que faz valer a pena lê-lo.»
The Cut
«Causticamente divertido e por vezes comovente… Burke traça com mestria o retrato de uma mulher cujas arestas vivas e enorme competência a colocam em conflito com todos à sua volta… Mais do que uma história exuberante e sangrenta sobre a queda de uma tradwife… emocionalmente ressonante.»
Los Angeles Times
«Hipnotizante. Um engenhoso e requintado ‘cuidado-com-o-que-desejas’… Na prosa mordaz de Burke, Natalie é uma anti-heroína eletrizante.»
The New York Times Book Review
«Uma sátira social afiada e espirituosa que funciona também como um thriller tenso e uma inquietante obra de especulação… Extraordinariamente perspicaz sobre os tempos complicados e contraditórios em que vivemos.»
Boston Globe

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