sábado, 31 de outubro de 2020

Novidade - "O Diário de um Banana 15" de Jeff Kinney

frrft6.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


1ª edição exclusiva de colecionador com dedicatória do autor. Oferta válida até ao limite do stock existente e para encomendas registadas e pagas até 21/10/2020.


Os Heffleys fazem-se à estrada rumo às melhores férias de verão de SEMPRE, mas acabam por mergulhar numa aventura de loucos.


E se achas que ficar preso num parque de autocaravanas muito duvidoso é o pior que lhes pode acontecer, estás bem enganado!


Prepara-te para uma onda de CAOS! O Greg é agora a última boia de salvação para que as férias não sejam um completo desastre. Das duas, uma: ou ele se põe a salvo, ou é desta que vai BATER NO FUNDO!

Novidade - "Da Árvore para o Supermercado!" de Libby Deutsch; Ilustração: Valpuri Kerttula

 


wwewrr4.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Como é que o leite que bebes de manhã foi parar ao pacote?


E como terá sido feito o copo de vidro com o qual bebes o teu sumo preferido?


Neste livro, vais encontrar as respostas a estas perguntas e muitas outras curiosidades sobre objetos do dia a dia que usas. Dos telemóveis à comida, ao lixo e à eletricidade, cada percurso é explicado passo a passo desde a sua origem até chegarem a ti.


No fim, partilha com a tua família e os teus amigos as coisas surpreendentes que descobriste!


Ilustrações muito divertidas e apelativas.


Um livro transversal que irá agradar a pais e filhos, com textos concisos e muito fáceis de seguir que explicam todo o percurso de produção, passo a passo

Notícias sobre Prémios Literários

ADADA.png


 


Foram esta semana noticiados os vencedores de três Prémios Literários, dois a nível interno e outro no estrangeiro.


Prémio Camões: atribuído a Vítor Aguiar e Silva, teórico da literatura, e uma das mais prestigiadas figuras dos estudos literários portugueses. É autor da obra "Teoria da Literatura" (1967) e um opositor do acordo ortográfico.


Prémio Literário Fernando Namora: foi atribuído a Francisco José Viegas pelo livro "A Luz de Pequim". Trata-se de um prémio que distingue anualmente o autor da melhor obra de ficção, romance ou novela, editada no ano anterior.


Prémio Literário de Dublin: atribuído à escritora Anna Burns com o romance "Milkman" que já lhe valera o Booker em 2018.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Novidade - "O que Resta da Nossa Vida" de Zeruya Shalev

SDASSASDSAD.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Para Hemda Horowitz, chegou o momento de acertar contas consigo própria.
Quais as escolhas acertadas que fez ao longo da vida?
E como será o tempo que lhe resta, agora que se encontra confinada a uma cama de hospital?

As horas e os dias sucedem-se e Hemda é assaltada impiedosamente por lembranças: o kibutz da infância, a figura severa do pai, o lago que era o seu único consolo, um casamento sem amor e a incapacidade de amar os filhos, Avner e Dina, de igual modo.

Avner, o filho adorado, cresceu e tornou -se num homem angustiado com a vida que leva, desiludido com o trabalho e preso a um casamento falhado; Dina pôs de lado a carreira para criar a filha, Nitzan, tentando dar-lhe tudo aquilo que ela própria nunca recebeu da sua mãe, mas acabando por ser tomada por um desejo incontrolável de adotar uma criança, contra tudo e todos.

E é durante as muitas visitas que os filhos fazem à sua mãe no hospital que os fragmentos do passado se ligam ao presente, fazendo ressurgir medos e arrependimentos, sonhos e frustrações, num balanço de vidas pontuadas por uma incessante procura da felicidade.

Obra que mereceu os elogios rasgados da crítica internacional, tendo permanecido 29 semanas consecutivas na lista dos livros mais vendidos em Israel.

Tradução direta do hebraico por Lúcia Mucznik.




Críticas de imprensa

 


«Uma poderosa exploração da família, sexo e maternidade.»
The New York Times Book Review


Novidade - "Idiotas Úteis e Inúteis" de Ricardo Araújo Pereira

rfg445.jpg


Mais sobre o livro aqui


Uma compra e uma leitura obrigatória!


Sinopse:


Idiotas Úteis e Inúteis reúne mais de cem crónicas humorísticas que RAP escreveu originalmente para o jornal brasileiro de maior tiragem, a Folha de S. Paulo.
Da vida política brasileira à cirurgia cosmética facial de Rambo, da etiqueta respiratória sob pandemia ao teorema dos macacos infinitos, da higiene pessoal de James Bond ao cabeleireiro de Medusa, da infância Fortnite ao politicamente correcto, este volume percorre os temas caros ao comediante e o seu modo muito particular de observar o mundo.


«Toda a gente tolera os idiotas úteis — que são, aliás, o melhor tipo de idiota. Os idiotas inúteis, pelo contrário, geram muito menos simpatia, uma vez que juntam a inutilidade à idiotice. Mas os idiotas úteis obtêm um certo tipo de redenção porque, sendo idiotas (uma circunstância infeliz da qual, em princípio, nem têm culpa), têm um préstimo. Se quiséssemos estabelecer uma hierarquia entre espertos úteis, espertos inúteis, idiotas úteis e idiotas inúteis, os idiotas úteis ocupariam um honroso segundo lugar, atrás dos espertos úteis mas à frente dos espertos inúteis, que, sendo embora espertos, não nos ajudam em nada.»

Dava um bom retiro livresco 68

cfd78c86660cc94cf70459a7c1ec1332.jpg


Este é um retiro citadino. Não sei onde fica, mas imaginei-o algures em Paris com uma vista desimpedida para a Torre Eiffel.


Fosse qual fosse a época seria sempre um belo retiro, mas nos dias de correm, com a pandemia lá fora a não dar tréguas, acho que ganha uma nova dimensão. Uma abstração do mundo lá fora enquanto de podem ler outros mundos dentro de casa.


Bom fim de semana. Protejam-se e procurem conforto num livro.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Novidade - "Hit Makers - A Ciência da Popularidade na era da Distração" de Derek Thompson

rf5467.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Uma definição simplista de popular é a qualidade de ser-se estimado pela maioria das pessoas. Se acha que um filme, música ou app muito populares apareceram do nada e se tornaram um sucesso num mundo saturado de informação, é porque não está atento.

São poucas as coisas de que a maioria das pessoas gosta. Destruindo os mitos sentimentais sobre os hits que dominam a cultura pop e os negócios, Thompson demonstra que ter qualidade não é suficiente para ter sucesso. Hit Makers é uma viagem pelo último século da cultura pop e a mais valiosa moeda do século XXI - a atenção dos outros.

Novidade - "O Infinito num Junco" de Irene Vallejo Moreu

assaa34.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



A Invenção do livro na antiguidade e o nascer da sede dos livros.
Este é um livro sobre a história dos livros. Uma narrativa desse artefacto fascinante que inventámos para que as palavras pudessem viajar no tempo e no espaço. É o relato do seu nascimento, da sua evolução e das suas muitas formas ao longo de mais de 30 séculos: livros de fumo, de pedra, de argila, de papiro, de seda, de pele, de árvore, de plástico e, agora, de plástico e luz.

É também um livro de viagens, com escalas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, na Villa dos Papiros horas antes da erupção do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra, na cena do homicídio de Hipátia, nas primeiras livrarias conhecidas, nas celas dos escribas, nas fogueiras onde arderam os livros proibidos, nos gulag, na biblioteca de Sarajevo e num labirinto subterrâneo em Oxford no ano 2000.

Este livro é também uma história íntima entrelaçada com evocações literárias, experiências pessoais e histórias antigas que nunca perdem a relevância: Heródoto e os factos alternativos, Aristófanes e os processos judiciais contra humoristas, Tito Lívio e o fenómeno dos fãs, Sulpícia e a voz literária de mulheres.

Mas acima de tudo, é uma entusiasmante aventura coletiva, protagonizada por milhares de personagens que, ao longo do tempo, tornaram o livro possível e o ajudaram a transformar-se e evoluir - contadores de histórias, escribas, ilustradores e iluminadores, tradutores, alfarrabistas, professores, sábios, espiões, freiras e monjes, rebeldes, escravos e aventureiros.

É com fluência, curiosidade e um permanente sentido de assombro que Irene Vallejo relata as peripécias deste objeto inverosímil que mantém vivas as nossas ideias, descobertas e sonhos. E, ao fazê-lo, conta também a nossa história de leitores ávidos, de todo o mundo, que mantemos o livro vivo.

Um dos melhores livros do ano segundo os jornais El Mundo, La Vanguardia e The New York Times (Espanha).




Críticas


«Uma obra-prima.»
Mario Vargas Llosa

«Uma homenagem ao livro, de uma leitora apaixonada.»
Alberto Manguel

«É uma felicidade ler a prosa de Irene Vallejo, ela é uma criadora brilhante e sensível.»
Luis Landero

«Uma exploração admirável sobre as origens da maior ferramenta da liberdade alguma vez dado ao ser humano: o livro.»
Rafael Argullol

«Um livro muito original: sobre a história dos livros, o alfabeto, as bibliotecas… narrado com erudição e envolvência, sentido de humor e elegância, faz paralelos com o presente.»
Laura Freixas

«Amigos leitores: corram a ler O Infinito num Junco.»
Maruja Torres


 






Críticas de imprensa

 


«Os livros que nos desbravam, que nos domesticam, que nos impõem o seu ritmo de leitura, que nos dão cabo dos nervos, não se encontram facilmente entre as novidades nas livrarias e contudo são tão necessários. A mais recente destas descobertas que fiz intitula-se O infinito num Junco e é de Irene Vallejo.»
Juan José Millás, El País

«Vallejo decidiu, sabiamente, libertar-se do estilo académico e optou pela voz do contista, a História entendida não como lista de documentos citados mas como fábula. Para o leitor comum e ávido (de que Virginia Woolf falava) este ensaio encantador torna-se mais comovente e mais cativante por se assumir como uma homenagem ao livro, por parte de uma leitora apaixonada.»
Alberto Manguel, Babelia, El País

«Irene Vallejo criou um livro genial, universal e único.»
Jordi Carrión, The New York Times (ES)

«É possível ser-se um filólogo de exceção e escrever como os anjos. Irene Vallejo enlaça-nos nas suas palavras e transforma o diálogo com o leitor num verdadeiro festival literário.»
Luis Alberto de Cuenca, ABC


Últimas entradas na biblioteca do Ministério - outubro

20201028_162419_resized.jpg


O mês de outubro não foi tão profícuo como setembro, mas ainda assim traduziu-se num lote muito interessante de entradas na biblioteca do Ministério.


Comecemos pelas ofertas: “1 Minuto e 36 Segundos” de Pilar Burillo Simões, enviado pela autora e leitura (muito interessante) em curso neste momento, e “O Mágico de Auschwitz” de José Rodrigues dos Santos, uma oferta da Gradiva.


Do lado das compras temos: “A Biblioteca à Noite” de Alberto Manguel, um livro extraordinário, recomendado para amantes de livros e bibliotecas, já concluído no âmbito do Clube de Leitura do PNL2027 (leitura de outubro).


“Salvar o Planeta começa ao Pequeno Almoço” de Jonathan Safran Foer, um livro muito recomendado, de um grande escritor, aqui num registo diferente;


“Isto tem Piada?” de Jerry Seinfeld, um livro pelo qual tenho muita curiosidade, ou não tivesse eu crescido a ver “Seinfeld”.


Sobre o mundo de Trump comprei dois livros: “Rage” de Bob Woodward, que já estou a ler, e “Demasiado e Nunca Suficiente” de Mary L. Trump, a sobrinha de Donald Trump.


Outra compra da saída da minha wishlist foi “Quichotte” de Salman Rushdie, livro que também pretendo ler ainda até final do ano.


Por fim uma compra que não estava planeada, mas que aconteceu no próprio dia da publicação, “A Ascensão e Queda Dos Dinossauros” de Steve Brusatte. Trata-se do livro que venceu o Goodreads Choice Awards na área de Ciência e Tecnologia em 2018, e cujo tema já era interessante para mim, mas desde que cá em casa os dinossauros se tornaram presença e assunto permanente esta compra ganhou uma nova dimensão.


Em novembro haverá mais, e o que não falta são boas novidades a sair!

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Novidade - "A Ciência de Interstellar" de Kip Thorne

dsfsf4567.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Este livro é uma abordagem à ciência que serviu de base ao filme Interstellar, de Christopher Nolan. Interstellar, um dos principais filmes de Christopher Nolan, leva-nos numa viagem não apenas às mais distantes partes do Universo, mas além deste, até à quinta dimensão (ou ao bulk, como os físicos lhe chamam). Mas, apesar de tanto o enredo como os efeitos visuais do filme parecerem de outro mundo, ambos se baseiam em ciência real, o que foi conseguido graças a Kip Thorne, vencedor do Prémio Nobel da Física que participou na criação do filme.


De buracos negros, wormholes, tempo e espaço distorcidos à gravidade quântica, anomalias gravitacionais, a quinta dimensão ou o tesserato de Christopher Nolan, Kip Thorne explica-nos, de forma detalhada mas acessível, a ciência por trás do filme e o modo como esta se desdobra para criar o enredo e os efeitos visuais. Neste livro, o leitor pode descobrir que há factos científicos tão ou mais estranhos do que a ficção científica.

Novidade - "A Prima do Campo e a Coisa Pública" de Alexandre Andrade

sadsasadada.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


A prima do campo, cujo nome nos é tão familiar como o da prima da cidade, chega a Lisboa trazendo consigo a sinceridade e o bom senso.


As suas aventuras na capital vão ser uma iniciação a um outro modo de vida.


Mas, como em geral sucede com as obras de Alexandre Andrade, não faltam as leituras a outro nível da história desta desprevenida jovem mulher.

Leitura - "O Crepúsculo da Democracia" de Anne Applebaum

daadadada4454.jpg


Mais sobre o livro aqui


Na sinopse de “O Crepúsculo da Democracia” pode ser-se o seguinte: “O Crepúsculo da Democracia é uma análise brilhante de uma transformação política e social que está a deformar as nossas sociedades e permite entrever e mapear o caminho para recuperarmos os nossos valores democráticos.”


Nem sempre as sinopses são totalmente fiéis ao que depois encontramos no interior dos livros, mas neste caso eu diria que a pecar por alguma coisa é por falta e não por excesso.


Trata-se efetivamente de um excelente livro, um misto de testemunho pessoal com análise política de primeira água, para os dar a conhecer algumas das realidades europeias onde a democracia foi colocada em causa por via da manipulação do debate público, a disseminação de teorias da conspiração, a instrumentalização das redes socias, por exemplo em países como a Hungria, a Polónia e mesmo o Reino Unido.


A autora, Anne Applebaum, uma historiadora vencedora de um Pulitzer, revela de forma clara e transparente informação que não é propriamente confidencial, mas que, confesso, desconhecia em grande medida, pelo menos ao nível em que é relatado, sobre como são cometidos atropelos à democracia em plena UE e o seu impacto em países que todos consideramos democráticos.


Este é um livro obrigatório para ficarmos a conhecer esse fenómeno (assustador, diria eu) que se traduz num crescente autoritarismo produzido à custa da democracia e dos seus valores, que damos como adquiridos, mas que, no entanto, vão ficando cada vez mais ameaçados. Um livro muito importante para percebermos o mundo em que vivemos.


O meu obrigado à Bertrand pela oferta.


5Estrelas.png


 

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Novidade - "António Variações" - Fotografia: Teresa Couto Pinto

sdadadadrfg09.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Este é um livro de culto que revela fotografias inéditas de António Variações, captadas ainda quando o cantor começava a afirmar-se no panorama musical e cultural português.


Graças à relação de grande proximidade e amizade entre Variações e a sua fotógrafa (e também agente) Teresa Couto Pinto, que assina esta obra, trata-se de uma colecção de imagens bastante intimista que viaja pelo mundo muito próprio de Variações - a sua estética peculiar, os seus amigos, a sua barbearia e a sua casa - e consegue captar o espírito absolutamente inovador e revolucionário de um dos grandes ícones da música portuguesa de todos os tempos.


O texto de Manuela Gonzaga, biógrafa do cantor, reforça o valor ímpar destas fotografias.

Novidade - "Uma Noite Não São Dias" de Mário Zambujal

dadd09.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Em linha com os livros Cafuné e Crónica dos Bons Malandros, ambos assentes na ironia e em histórias cheias de pormenores imensamente cómicos, Uma Noite Não São Dias é um romance pleno de humor e criatividade a que se junta a prosa escorreita tão característica do autor.
Tudo se passa na Avenida Vertical, nome de uma torre habitacional de 98 andares, símbolo citadino dos novos tempos, onde ocorrem dois misteriosos assaltos: o roubo de um helicóptero no heliporto que encima o edifício e o roubo da coroa da rainha Matilde, que casou com o infante D. Afonso e chegou a rainha de Portugal. É nesta atmosfera de mistério que desfilam as personagens principais: Antony, um historiador, a mulher deste, Grace, e o amigo escultor, James.
«O que vai ler é uma história verídica, a ocorrer, garantidamente, no ano de 2044. É possível que os inevitáveis cépticos e maldizentes tentem beliscar o rigor da narrativa, negando verosimilhança às novidades urbanas, técnicas e de costumes. Não importa, 2044 vem já aí. Depois conversamos.»

“Todas as Palavras”

32948_40039_48148.jpg


 


O programa não me é totalmente desconhecido, mas há muito meses que não passava por ele.


Falo sobre “Todas as Palavras” da RTP, programa semanal dedicado aos livros (e aos autores) apresentado por Ana Daniela Soares e Inês Fonseca Santos.


Cada programa é composto por vários segmentos que incluem entrevistas a autores e apresentação de livros.


São programas curtos, mas muito interessantes que valem bem a pena ser vistos. Sobre livros, é o que interessa.


Deixo aqui o link para o RTP Play onde estão disponíveis todos os programas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Novidade - "O Professor de Desejo" de Philip Roth

adadd.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Personagem tão inesquecível quanto Alexander Portnoy (de O Complexo de Portnoy) e Mickey Sabbath (de Teatro de Sabbath), David Kepesh conduz as peripécias deste romance hilariante sobre um professor dividido entre os instintos, o afeto e o intelecto.

Nos seus tempos de estudante universitário, David Kepesh define-se como «um devasso entre os académicos, um académico entre os devassos». Mal imagina quanto este lema irá ser profético - ou pernicioso.

Porque enquanto Philip Roth segue Kepesh desde a infância em família até ao campo imenso das possibilidades eróticas, de um ménage à trois em Londres às garras da solidão em Nova Iorque, vai criando um romance sumamente inteligente, comovedor e muitas vezes hilariante sobre o dilema do prazer: onde o procuramos; por que razão fugimos dele; e como nos empenhamos em conseguir uma trégua entre a dignidade e o desejo.

Novidade - "A Ascensão e Queda dos Dinossauros" de Steve Brusatte

dasddasd67.jpg


Mais sobre o livro aqui


O livro vencedor do Goodreads Choice Awards de 2019 na área de Ciência e Tecnologia.


Sinopse:



Há sessenta e seis milhões de anos, os dinossauros, as mais temíveis feras que alguma vez habitaram a Terra, extinguiram-se quase de um momento para o outro. No entanto, ainda hoje exercem um enorme fascínio sobre nós, apesar de a sua existência permanecer um dos maiores mistérios do nosso planeta.

Steve Brusatte, paleontólogo especializado em biologia evolutiva e uma das mais brilhantes figuras da paleontologia da atualidade, é responsável pela identificação de 15 novas espécies de dinossauros. As suas investigações científicas e no terreno que resultaram na descoberta de factos surpreendentes sobre estas fascinantes criaturas e deram origem a uma história completa, surpreendente e inovadora dos dinossauros. Recorrendo à ciência e a tecnologia de ponta para dar vida a este mundo perdido, Steve Brusatte lança uma nova luz sobre as suas origens enigmáticas, o seu desenvolvimento espetacular, a espantosa diversidade de espécies, a extinção cataclísmica que sofreram, mas também sobre o seu inquietante legado com que ainda convivemos atualmente.

Contendo mais de setenta fotografias e ilustrações originais, A Ascensão e Queda dos Dinossauros — Uma Nova História de um Mundo Perdido leva-nos numa viagem que começa no início do período Triásico e se prolonga por 200 milhões de anos até ao apogeu dos dinossauros nos períodos Jurássico e Cretácico, quando os T. rex, os Triceratops, os Brontossaurus e outros dominavam a Terra. E, claro, sem esquecer também as teorias científicas relativas ao que provocou a extinção brutal e repentina que varreu os dinossauros do planeta.

Escrita num estilo conciso e cativante, longe dos formalismos académicos, esta é uma obra acessível a todas as idades. Repleta de factos científicos, contém ainda histórias entusiasmantes e divertidas vividas pelo autor no seu trabalho de campo um pouco por todo o mundo, incluindo em Portugal.
Com prefácio de Octávio Mateus




Críticas

 


«Brusatte prova que é um dos mais brilhantes paleontólogos da nova geração através dos seus artigos científicos, mas também que sabe comunicar ciência para o grande público através de livros como este.»
Octávio Mateus

«Steve Brusatte tem feito algumas das mais empolgantes investigações sobre dinossauros na atualidade. Quer esteja a narrar descobertas de fósseis notáveis ou a explicar as mudanças ocorridas em milhões de anos de evolução, Brusatte mostra o quanto a nossa compreensão sobre os dinossauros se alterou durante a última década.»
Carl Zimmer, autor de Evolution: Making Sense of Life


 






Críticas de imprensa

 


«Narra a história épica da ascensão dos dinossauros até ao domínio e à extinção, levando-nos numa emocionante viagem no tempo.»
National Geographic


Que país poderíamos ser se lêssemos alguma coisa?

livros.png


Antes de mais, sinto necessidade de referir que a reflexão aqui apresentada carece de sustentação factual, pelo menos sustentação científica de facto. É um mero exercício de extrapolação da realidade e, no fundo, um desejo profundo e utópico.


A motivação para estas palavras adveio de um período não superior a uma hora e meia, do fim de semana que passou, período esse que compreendeu a deslocação da minha casa até ao supermercado, a realização de compras para a semana, e o regresso a casa. Durante este período, contei, por alto, 10 momento da mais elevada falta de civismo, falta de noção das regras básicas de convivência social, e no fundo de pura estupidez.


Não vou aqui enumerar todas as situações, mas estou a certo que quem me lê desse lado já teve oportunidade de observar algumas das que enumero de seguida: alguém que para um carro a ocupar metade da passadeira no parque de estacionamento do supermercado e, quando alguém o chama a atenção, ainda responde “Então, não cabe no resto da passadeira?”; alguém que implica porque o dispositivo de pagamento onde tem de passar o cartão não está bem desinfetado, enquanto mantém o nariz fora da máscara; alguém que mesmo na era pré-Covid estaria muito perto na fila do supermercado (aquelas pessoas cheias de pressa que ficam encostadas a respirar no nosso pescoço) e quando a outra pessoa alerta para esse facto acha por bem insurgir-se e dizer “Não tenho Covid”; e podia continuar por ai a diante...


O que é que tudo isto tem a ver com os livros? Bem, tem a ver primeiro com as pessoas dos livros e depois com os livros. Já aqui escrevi várias vezes que penso existir de facto uma diferença entre as pessoas dos livros e as outras. Por regra, são seres humanos, coisas que as outras muitas vezes não são. Era capaz de apostar que nenhuma das pessoas que esteve associada às 10 situações que referi acima seria uma pessoa dos livros.


Os livros não são nenhum medicamento milagroso que transforma pedras em pessoas, mas dá-lhes qualquer coisa que preenche um espaço que normalmente está ocupado por ignorância, e muitas vezes por estupidez. Quem lê tem claramente muito mais probabilidades de ser tolerante, de entender que vive em sociedade e não isoladamente num mundo onde só o “Eu” interessa.


Por tudo isto, dei por mim a pensar que país poderíamos ser se este povo lesse, se 70, 80% da população alfabetizada lesse alguma coisa, que ajudasse a transformar alfabetização em literacia, em conhecimento, em informação, ou simplesmente em horizontes mais alargados. A sério, pergunto-me se não seríamos um país melhor, de melhor gente. A falta de livros não é alheia a tudo o que vamos vendo por aí, seja no trânsito, no supermercado ou nas redes sociais.


Não havendo respostas concretas para já, fica a pergunta: que país poderíamos ser se lêssemos alguma coisa, e o desejo de um dia ainda poder ver alguma luz ao fundo do túnel.

domingo, 25 de outubro de 2020

Novidade - "O Bom Soldado" de Ford Madox Ford

d1.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Através do olhar inicialmente ingénuo do narrador, O Bom Soldado conta-nos a vida de dois casais em vésperas da I Guerra Mundial. Um deles é inglês, outro norte-americano, ambos parecem perfeitos.

Mas os leitores depressa se apercebem de que, por detrás de uma fachada de respeitabilidade social, se ocultam dramas amorosos e financeiros, próprios da alta sociedade internacional da época.

Publicado em 1915, O Bom Soldado é o mais famoso romance do escritor e editor Ford Madox Ford, ocupando um destacado lugar nas letras anglo-saxónicas do século XX.

A obra distingue-se pelo uso inovador da narrativa na primeira pessoa num contexto realista, pelo recurso não-cronológico aos flashbacks e pela implacável crítica social.

Novidade - "A Menina dos Anos" de Haruki Murakami; Ilustração: Kat Menschik

dasdadadad.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Naquele dia, o do seu vigésimo aniversário, a jovem atendia às mesas como de costume. Trabalhava sempre às sextas-feiras, mas, se tudo corresse como planeado, nessa noite teria folga.

Numa chuvosa Tóquio, o banal vigésimo aniversário de uma empregada de mesa conhece uma estranha reviravolta quando lhe pedem que entregue o jantar ao proprietário do restaurante, homem recluso e pouco sociável.

Depois das edições ilustradas de Sono e Os Assaltos à Padaria, chega agora A Menina dos Anos, com ilustrações de Kat Menschik.

Notícias do mundo livresco

Notícias.png


- Ana Luísa Amaral venceu o Prémio literário espanhol “Leteo 2020”. Ana Luísa Amaral é uma poeta portuguesa, tradutora e professora de Literatura e Cultura Inglesa e Americana, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.


Embora se dedique essencialmente poesia, tem também publicadas obras de ensaio, teatro, ficção e literatura infantil.


Mais informação sobre a obra da autora aqui.


- A Bertrand tem neste momento em campanha uma seleção de livros na área de política que intitulou de "O Crepúsculo da Democracia”. ‘É uma excelente seleção que abrange as áreas de Eleições Americanas", "Democracia", "História Política", "Política Internacional", “Política Europeia”, para além das novidades mais recentes. Para mais informação deixo aqui o link.


- Bill Gates anunciou que irá publicar um novo livro dedicado ao clima, e mais concretamente à forma de evitar um desastre climático. O livro tem com título "How to Avoid a Climate Disaster: The Solutions We Have and the Breakthroughs We Need" e, pelo que consegui confirmar, ficará disponível em fevereiro de 2021. Mais informação aqui.

sábado, 24 de outubro de 2020

Novidade - "O Corpo é que Paga - A Saúde Física e Mental dos Nossos Filhos" de Pedro Strecht

adadadad11.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais?
Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público.


Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele.


Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.

Novdade - "Três Tristes Tigres - Trava-línguas, piadas e adivinhas" de Luísa Ducla Soares; Ilustração: Paulo Galindro

adad.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Celebramos os 50 anos de carreira de Luísa Ducla Soares com trava-línguas, piadas e adivinhas, numa seleção muito divertida, pois brincar com as palavras é um modo especial de conhecer e saborear a nossa língua.

Livros que chegam até ao Ministério – “1 Minuto e 36 Segundos" de Pilar Burillo Simões

daddadad88.png


Este livro chegou até ao Ministério dos Livros e captou a minha atenção por várias razões.


Desde logo porque na resposta ao email da autora, Dra. Pilar Burillo Simões,  pude começar por escrever "Dra. Pilar", sendo neste caso devidamente justificado o termo "Dra." (contrariamente ao que tantas vezes acontece neste país de “doutores”...) porque estou de facto na presença de uma médica, profissão pela qual tenho um tremendo respeito e consideração.


Adicionalmente, confesso que me cativou o tema do livro: Trata-se de um conjunto de textos escritos ao longo da jornada pessoal da autora na preparação para a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada (a prova que os recém-licenciados em medicina realizam anualmente para escolherem a especialidade e para a qual se preparam durante 1 ano).


Fica para já a sugestão de leitura, sendo que a breve prazo deixarei também aqui o meu comentário (será uma leitura a muito curto prazo). Podem encontrar mais informação sobre o livro aqui.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Novidade - "Um Tempo a Fingir" de João Pinto Coelho

dfssff8889.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Toscana, Itália, 1937. O burgo de Pitigliano assenta, como um ninho de águia, no cume de um rochedo; mas nem a cidade, de túneis e catacumbas, escavada nos seus alicerces consegue abafar os segredos à superfície. É no aperto das suas muralhas que Annina Bemporad, uma judia rebelde, se despede da infância quando acorda a meio da noite com o estampido de um tiro.

Se os estilhaços da tragédia acabam por atingi-la, será a partir de então que ambicionará os sonhos mais arrojados, seja na companhia de Cosimo - um rapaz disposto a dar a vida por ela -, de Alessia - a colega excêntrica que não parece encontrar um fato à sua medida, ou mesmo do enigmático Peppino, que monta espetáculos com o lixo que apanha nas ruas e a quem basta uma palavra para resgatar Annina aos seus momentos mais duros.

Mas, se a beleza da rapariga gera paixões doentias e ódios desmesurados, nada faria supor que pudessem resultar num ato tão tresloucado… Restam-lhe, pois, o desejo de vingança e a queda para o fingimento para sobreviver no mundo virado do avesso em que se transformou a Itália de Mussolini, onde as Leis Raciais, que têm por alvo os judeus, anunciam a chegada dos nazis.

Profundamente imaginativo e rigorosamente documentado, Um Tempo a Fingir é um romance magistral onde desfilam personagens memoráveis e cujo enredo tem a rara qualidade de ser ao mesmo tempo absolutamente inesperado e completamente verosímil.

Novidade - "O Equilíbrio do Poder - Estados, sociedades e o futuro da liberdade" de Daron Acemoglu e James Robinson

adad11.jpg


Mais sobre o livro aqui


Mais uma compra e leitura obrigatória no Ministério! Disponível a partir de hoje.


Sinopse:



Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta «porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?» e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela.

Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.




Críticas

 


«Uma viagem fascinante através dos continentes e da história humana para revelar o ingrediente crítico da liberdade. Nos tempos que correm, não existe investigação mais importante nem livro mais importante do que este.»
George Akerlof, Prémio Nobel da Economia, 2001

«A liberdade não se conquista facilmente. Muitas populações sofrem por causa de governos ineficazes e estão encerradas na prisão das normas e tradições. Neste fresco muitíssimo original, os autores guiam-nos numa viagem pelas civilizações, ao longo do tempo e do espaço. Uma proeza notável apenas ao alcance de Acemoglu e Robinson, que parece destinada a repetir o percurso excecional de Porque Falham as Nações.»
Jean Tirole, Prémio Nobel da Economia, 2014


Diz que hoje é um bom dia para comprar livros!

Há dias para tudo, eu sei, e eu nem sou muito de ligar a isso, mas hoje comemora-se o Dia das Compras na Net, e a única razão para abordar este tema é o facto de ser um bom dia para aproveitar e comprar livros, em particular novidades, com descontos que normalmente não estão disponíveis.


ddddd.png


Da minha parte vou aproveitar e deixo aqui o link para a Bertrand que hoje tem desconto direto de 20% e inclui novidades. Confesso que me esqueci da data e esta semana comprei dois livros que até podia ter guardado para comprar mais barato.


Muito provavelmente as escolham vão recair nos quatro títulos que identifico abaixo. Mas há muito por onde escolher!


dfsdf958.png


"O Equilíbrio do Poder - Estados, sociedades e o futuro da liberdade" de Daron Acemoglu e James Robinson 


"Quichotte" de Salman Rushdie


"A Ascensão e Queda dos Dinossauros" de Steve Brusatte 


"Demasiado e Nunca Suficiente" de Mary L. Trump 


Votos de boas compras, boas leituras e bom fim de semana!

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Novidade - "Mulheres Invisíveis - Como os dados configuram o mundo feito para os homens" de Caroline Criado Perez

dadadadadadr5.jpg


Mais sobre o livro aqui


Este livro é muito, mesmo muito interessante.


Sinopse:



Imagine um mundo onde os telemóveis são demasiado grandes para as suas mãos. Onde os médicos prescrevem medicamentos errados para o seu corpo. Onde, num acidente de automóvel, tem mais 47% de probabilidade de sofrer ferimentos graves. Onde, em cada semana, as suas incontáveis horas de trabalho não são reconhecidas nem valorizadas. Se isto lhe parece familiar, há grandes hipóteses de ser uma mulher.

Mulheres Invisíveis mostra-nos como um mundo largamente construído por e para homens ignora sistematicamente metade da população. Estas páginas expõem o preconceito de género que está na raiz da discriminação que afeta diariamente a vida das mulheres.




Críticas de imprensa

 


“Leiam este livro e digam-me depois se o patriarcado é ape- nas produto da minha imaginação.”
Jeanette Winterson, The New York Times

“Este livro muda tudo. É uma coletânea de factos intransigentes, reunidos com ambição e competência, que nos conta a história do que acontece quando nos esquecemos de considerar metade da população humana. Deveria fazer parte das estantes de qualquer legislador, político ou gestor.”
The Times


Novidade - "Felicidade" de João Tordo

adaadada.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Lisboa, 1973
Nas vésperas da revolução, um rapaz de dezassete anos, filho de um pai conservador e de uma mãe liberal, cai de amores por Felicidade, colega de escola e uma de três gémeas idênticas.
As irmãs Kopejka são a grande atracção do liceu: bonitas, seguras, determinadas, são fonte de desejos e fantasias inalcançáveis.

Respira-se mudança - a Europa a libertar-se das suas ditaduras e Portugal a despedir-se da velha ordem - e vive-se a promessa da liberdade, com todos os seus riscos e encantos. É neste tempo e neste mundo, indeciso entre tradição e modernidade, que o nosso narrador cai num abismo pessoal.

A primeira noite de amor com Felicidade acaba de forma trágica, e o jovem vê-se enredado na malha inescapável das trigémeas Kopejka, três Fúrias que não tem poderes para controlar. À semelhança de uma tragédia grega, o herói encontra-se subjugado por forças indomáveis, preso entre dois mundos.

Felicidade é uma história de amor e assombração nas décadas que transformaram Portugal. Um romance enfeitiçante, repleto de ironia e humor, de remorso e melancolia, em que João Tordo aborda os temas do amor e da morte, e das pulsões humanas que os unem.

Livros & Filmes - "Just Mercy"

gtv145.png


“Just Mercy - A Story of Justice and Redemption” é um livro de Bryan Stevenson que faz parte da minha wishlist há já algum tempo.


O livro é autobiográfico e relata o início da vida de Bryan Stevenson enquanto jovem advogado de Harvard que decide dedicar-se a ajudar presos, negros, que estão no corredor da morte, muitas vezes com condenações erradas e baseadas em provas fracas ou inexistentes, tudo isto no estado do Alabama...


Descobri este livro uma vez por acaso quando pesquisava por entre a lista de bestsellers do New York Times e o interesse que me despertou fez com o que incluísse na lista de livros a adquirir. Trata-se de um dos livros que está há mais tempo no top de vendas do referido jornal. Está há 226 semanas nessa condição, e já venceu vários prémios desde que foi editado em 2015.


Embora ainda não tenha adquirido o livro, no fim de semana passado encontrei a sua tradução cinematográfica e decidi ver.


O filme, protagonizado por Michel B. Jordan e Jamie Foxx, está extremamente bem conseguido e relata de forma muito crua a realidade: o racismo e o preconceito contra a população negra, levado ao extremo no país da liberdade. Excelentes desempenhos de todo o elenco, num filme que recomendo vivamente.


Como muitas vezes me acontece, o facto de ter visto o filme apenas aguçou vontade de ler o livro. Se não até final do ano terá de ser uma leitura em 2021.


Recomendo vivamente o filme e acredito que o livro será ainda melhor, pelo que, mesmo sem o ter lido não tenho qualquer problema em recomendar também.


Fica o link para quem pretender saber mais sobre o livro e sobre o filme.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Novidade - "O Cânone" (vários)

adassad1.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Um livro ambicioso, feito de escolhas mais ou menos excêntricas, com ensaios críticos sobre dezenas de escritores, que propõe um cânone para a literatura portuguesa sem nunca esquecer a grande questão: afinal, o que é o cânone?


«Todas as escolhas são, até certo ponto, excêntricas, e um cânone é sempre uma escolha. O cânone da literatura portuguesa que apresentamos aqui não é mais excêntrico do que outros, e as escolhas e as ausências mais notórias terão a vantagem de chamar a atenção para os hábitos adquiridos de quem lamentará as ausências. […]


Como este livro não é um repositório exaustivo, não vale a pena procurar nele o cânone da literatura portuguesa. Não é boa ideia lê-lo como um guia neutro para a história da literatura portuguesa, ou como uma comemoração política das suas maravilhas. Este não é um livro sobre o esplendor de Portugal, é um livro de crítica literária.»
- Os editores: António M. Feijó, João R. Figueiredo e Miguel Tamen

Novidade - "A Balada dos Pássaros e das Serpentes" de Suzanne Collins

dadadpo11.jpg


Mais sobre o livro aqui


A prequela dos Jogos da Fome.


Sinopse:



A ambição é o seu estímulo.
A competição a sua força motriz.
Mas o poder tem um preço.

É a manhã da ceifa, que dará início aos décimos Jogos da Fome. No Capitólio, Coriolanus Snow, então com dezoito anos de idade, está a preparar-se para o seu momento de glória como mentor nos Jogos. A outrora poderosa casa de Snow vive tempos difíceis e o seu futuro depende da possibilidade de Coriolanus usar o seu charme, inteligência e engenho para vencer os seus colegas na luta por um tributo vencedor.

As probabilidades estão contra ele, pois recebeu a humilhante tarefa de orientar a rapariga do Distrito 12, a tributo menos desejada. Os seus destinos encontram-se definitivamente interligados - cada decisão que Coriolanus tomar poderá levar ao sucesso ou insucesso, ao triunfo ou à ruína.

Dentro da arena, a luta será até à morte. Fora da arena, Coriolanus começa a afeiçoar-se à sua tributo condenada e tem de confrontar a necessidade de obedecer às regras com o seu desejo de sobreviver a todo o custo.




Críticas de imprensa

 


«Para os verdadeiros fãs de Os Jogos da Fome, Suzanne Collins brilha ainda mais ao tecer pormenores fascinantes que dão profundidade ao tenebroso mundo que a autora criou na série original e ao lugar de Coriolanus na história.»
Time Magazine

«Se leu Os Jogos da Fome de uma só vez, prepare-se novamente para uma longa jornada - porque A Balada dos Pássaros e das Serpentes é quase impossível de parar de ler... É extremamente empolgante, provocadora e pertinente.»
Amazon Book Review


Leitura - "A Biblioteca à Noite" de Alberto Manguel

dadadadad.jpg


Mais sobre o livro aqui


Há livros que, depois de lidos, temos dificuldades em encaixar nas categorias normais que utilizamos: muito bom, bom, razoável, medíocre, mau. Este é um desses livros.


Se tiver de utilizar a classificação normal este livro é muito bom, disso não há qualquer dúvida. A questão é que o livro não é só muito bom, é mais do que isso. Não é uma questão de ter sido um livro que me deixou boquiaberto, que me surpreendeu, que me emocionou. É diferente disso e é difícil de explicar.


Para alguém, como o autor desde blog, que tem uma relação de amor com os livros, ler um livro escrito por alguém que vive literalmente, de, para e no meio dos livros, que constrói um verdadeiro manual sobre o modo como eles foram, e são, guardados nessa coisa especial que é a biblioteca, que los leva por todas as suas dimensões possíveis, é algo difícil de descrever.


Em abono da verdade, em muitos momentos é como se tivesse deslizado pelas páginas ao sabor de uma onda suave, ou de uma canção de embalar.


Ler este livro de Manguel é ter acesso a uma versão quase endeusada daquela que é a minha relação com os meus livros e a minha biblioteca. É um nível supremo.


Todas as dimensões que Manguel atribui a uma biblioteca tem algo de identificável para os amantes dos livros e das bibliotecas. Há dimensões para todos, e todos têm possivelmente uma pequena parte que recolhem em cada dimensão (desde a biblioteca enquanto espaço à até à biblioteca enquanto identidade).            


O meu conselho a todos os que desse lado gostam verdadeiramente de livros e de bibliotecas (em qualquer que seja a sua dimensão) é que... não leiam, mas que se deixem levar por este livro e por todas a dimensões que o autor nos consegues dar.


P.S. Mais uma vez um muito obrigado ao Clube de Leitura Plano Nacional de Leitura por me ter apresentado a mais um grande livro.


5Estrelas.png


 

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Novidade - "O Mal sobre a Terra - História do Grande Terramoto de Lisboa" de Mary del Priore

fsfs.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



O grande terramoto de 1755, em Lisboa, não alterou apenas a aparência da, à época, capital do império português. Este fenómeno brutal da natureza alterou, também, a natureza e a dimensão da relação do homem com o Céu e a Terra. Mais, expôs impiedosamente as tensões que, à vez, alimentavam e minavam a sociedade portuguesa da altura.
O fatídico 1. º de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, constitui um dos mais terríficos e fascinantes acontecimentos de todo o século XVIII. A devastação da cidade de Lisboa, a perda de incontáveis vidas, a surpresa e o horror da destruição pelo abalo, primeiro, pela água, depois, e, por fim, pelo fogo, impuseram a subversão da ordem vigente e abriram a porta a fantasmas que povoavam os imaginários mais apocalípticos da época, a começar pela mudança. Com efeito, depois do terramoto, muito, se não tudo, mudaria.
Se Voltaire e Kant dedicaram parte do seu pensamento e escritos a este acontecimento, tal não é menos verdade para inúmeros outros, mais ou menos anónimos, que, tendo vivido o horror e o trauma in loco e sobrevivido para contar, deixaram o seu testemunho sob a forma de cartas, poemas e memórias. Foram estes os documentos que Mary del Priore, reputada historiadora brasileira, leu e releu, analisou e esmiuçou, na bem-sucedida empresa de reconstituir a sociedade, a economia e a geografia lisboeta antes, durante e depois do terramoto.




Críticas

 


«O melhor livro em língua portuguesa sobre o Terramoto de Lisboa.»
Miguel Real


Novidade - "O Último Comboio para a Liberdade" de Meg Waite Clayton

rrt5.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Em 1936, para o adolescente de quinze anos Stephan Neuman, os nazis são apenas uns brutos barulhentos. Stephan faz parte de uma família judia conhecida de Viena e é um dramaturgo incipiente cujos cenários são as ruas da capital austríaca e até os seus esgotos intrincados. A sua melhor amiga é Žofie-Helene, uma rapariga cristã cuja mãe é a editora de um jornal antinazi. Contudo, a inocência livre de preocupações de ambos os adolescentes será devastada quando os nazis tomarem o controlo. Porém, há esperança na escuridão. A holandesa Truss Wijsmuller, mais conhecida como Tante Truss, faz parte da resistência e arrisca constantemente a sua vida para afastar as crianças judias do controlo nazi e levá-las para países dispostos a acolhê-las. Uma missão que se torna ainda mais complicada quando a Alemanha se apodera da Áustria, o Anschluss, já que, por toda a Europa, os países fecham as suas fronteiras ao número crescente de refugiados desesperados. No entanto, Tante Truss está decidida a salvar tantas crianças quantas seja capaz. Quando a Grã-Bretanha decide acolher um certo número de refugiados, terá de se atrever a aproximar-se de Adolf Eichmann (o homem que, anos depois, estará por trás da Solução Final), numa corrida contrarrelógio para salvar jovens como Stephan, o seu irmão mais novo, Walter, e Žofie-Helene. Para isso, terão de empreender uma viagem perigosa para um destino desconhecido no estrangeiro.




Críticas

 


«Uma história absolutamente fascinante e maravilhosamente executada de amor, perda e heroísmo nos dias sombrios que antecederam a Segunda Guerra Mundial.»
Kristin Hannah, autora dos best sellers do The New York Times O rouxinol e A grande solidão

«Que delícia é ler esta história brilhante sobre o Kindertransport. Um romance cheio de compaixão, esperança e amor. Obrigada, Meg Waite Clayton, por nos recordar o que acontece quando as boas pessoas se juntam contra o mal.»
Heather Morris, autora de O tatuador de Auschwitz


Book quote

102020II.png


Esta não será certamente das frases mais vistosas que já trouxe aqui, mas é uma das mais verdadeiras, simples e que me dizem mais.


Há um ano atrás quando fiz obras em casa e comprei estantes novas para a minha biblioteca fiquei muito feliz por perceber que tinha garantido um dos propósitos da compra: ficar com prateleiras vazias.


As prateleiras vazias numa biblioteca são muito pouco estéticas para quem as vê, mas são muito importantes para o proprietário da mesma, neste caso, eu. Onde as outras pessoas veem prateleiras vazias eu vejo espaço para poder ter mais livros e fazer crescer a minha biblioteca. Sim, porque as prateleiras não ficam vazias por muito tempo...


 

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Novidade - "M - Mussolini - O Filho do Século" de Antonio Scurati

ddddd5.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


M - O Filho do Século é a biografia ficcionada de um homem e, através dele, o retrato de toda uma época, a da ascensão do fascismo. Um romance vibrante, com a profundidade de um ensaio e o ritmo narrativo da melhor ficção contemporânea, sobre como uma sociedade se entregou às ilusões de grandeza de um homem.

Num relatório da Segurança Pública de 1919, ele é descrito como "inteligente, de constituição forte, embora sifilítico, sensual, emotivo, arrojado, muito ambicioso e sentimental". Ele sente o ar dos tempos. Fareja-o como ninguém. E sabe o que tem perante si: uma Itália desgastada e cansada da casta política, uma democracia agonizante. Trata-se de Benito Mussolini, ex-líder socialista expulso do partido, agitador político infatigável, editor de um pequeno jornal de oposição. O homem que, mais do que qualquer outro, mancharia de sangue o corpo de Itália e seria responsável por alguns dos episódios mais negros do século XX.

A não-ficção dissecou todos os aspetos da vida de Mussolini e da ascensão do fascismo, mas a ficção ainda não o tinha feito. M - O Filho do Século é um prodigioso romance documental não só pelas fontes históricas em que o autor se baseia, mas sobretudo pelo efeito que produz. Factos sobre os quais acreditávamos saber tudo são agora explorados pelo talento literário de Antonio Scurati, produzindo uma história que soa inédita. Um romance - e este é um ponto fundamental - onde nada é inventado. Uma obra sem precedentes na literatura internacional.

Novidade - "Sapiens: A Origem da Humanidade (Novela Gráfica, vol. 1)" de Yuval Noah Harari e David Vandermeulen; Ilustração: Daniel Casanave

dad.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Há cem mil anos, caminhavam pela Terra pelo menos seis espécies diferentes de humanos. Nos dias de hoje, existe apenas uma: o Homo sapiens. O que aconteceu aos outros? E o que nos acontecerá a nós?

Neste primeiro volume da adaptação do brilhante Sapiens: História Breve da Humanidade para novela gráfica, feita em parceria com o escritor David Vandermeulen e o ilustrador Daniel Casanave, Yuval Noah Harari conta -nos a história de um simples símio que acabaria por se tornar o rei do planeta Terra, capaz de dividir o átomo, voar até à Lua e manipular o código genético da vida.

Carregado de humor e originalidade, Sapiens: A Origem da Humanidade permite-nos assistir, em tempo real, ao primeiro encontro entre sapiens e neandertais, à extinção dos mamutes e dos tigres dentes-de-sabre, e às descobertas que acabaram por definir-nos enquanto caso único na Natureza.

Com 248 páginas ilustradas a cores, este é o livro perfeito para alargar o diálogo iniciado em Sapiens:História Breve da Humanidade,e para apresentar o universo e as ideias de Yuval Noah Harari a novos leitores, curiosos pelo que tem sido a longa e agitada história do ser humano.

Reflexões Livrescas - Isto dos livros pode ser um vício...

REFLEX.png


Esta não é uma reflexão de queixume, é uma reflexão resultado de uma constatação de facto.


Eu adoro livros, adoro tudo o que tem a ver com livros. Desde que me lembro que os livros ocupam uma parte importante da minha vida, mas tenho de reconhecer que nos últimos três anos essa passou a ser uma realidade aumentada.


Por via desde blog os livros ganharam uma dimensão muito maior: porque escrevo aqui todos os dias, porque procuro e seleciono novidades para apresentar, porque leio muito mais, porque estou muito mais atento a notícias sobre livros, porque compro mais livros e estou muito mais atento a promoções, por o Instagram do blog é todo ele virado para os livros, etc.


Em muitos dias toda esta realidade dos livros ganha uma dimensão muito grande e cada vez mais os meus tempos livres (leia-se fora do trabalho e do tempo para a família) são ocupados com eles, e são puxados para eles. E, mais do que isso, são cada vez mais o refúgio para a cabeça cansada, o stress e muitas vezes frustração laboral.


Assim, dizer que os livros são um vício, contrariamente ao que se poderia depreender, é, ao contrário do que acontece com a maioria dos vícios, algo muito positivo. Tem sido este vício que me tem permitido manter uma cabeça mais sã. Ao contrário de outros, este vício dá, não tira. Dá conhecimento, informação, cultura de uma forma abrangente.


Os livros são o meu vício para a vida, e a minha recomendação é que se viciem neles.

domingo, 18 de outubro de 2020

Novidade - "Por Ladrar Noutra Coisa" de Guilherme Duarte

d2.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Zaya foi maltratada, abandonada e presa a uma árvore, resgatada e colocada no canto mais recôndito de um canil, onde os pitbulls e outros cães "perigosos" ficam até morrer. Mas o destino levou até aquele lugar um ser bondoso e extremamente belo*, que a adotou. Agora, com novos donos, nova casa, nova vida... tudo mudou! As relações com outros animais, o seu ódio de estimação por gatos, a vida como influencer, o estranho modo de viver dos humanos, tudo é relatado no diário que alimenta. E já que falamos em alimentar: para a Zaya, bacon é vida.

Por Ladrar Noutra Coisa – Diário de uma bitch é um registo sarcástico e bem-humorado do mundo canino e humano, segundo o ponto de vista de uma cadela que, para além de comer e dormir, gosta de escrever coisas inconvenientes.

*O humorista Guilherme Duarte. Os adjetivos usados são da Zaya.

Ajude-nos a ajudar. Por cada livro vendido serão doados 0.50€ à SOS Animal. A Zaya e o Guilherme Duarte ficam muito felizes.




Críticas

 


O Guilherme Duarte é um Dr. Doolittle da era moderna. Já lhe conhecíamos a verve a meter dedos em feridas várias da sociedade – entre elas, a maneira lamentável como a bicharada ainda é tratada neste país –, mas o seu talento como intérprete de cães também é de louvar. Não sei que milagre é que ele operou para aqui, mas a verdade é que rapidamente me desfiz da ideia de que isto era um livro dele a fazer-se passar pela sua cadela; ao fim de poucas linhas, este é claramente o livro da Zaya. E, tal como acontece com a obra do humano que cuida dela, as palavras da Zaya são um cocktail explosivo de sarcasmo, corrosão, acutilância e humanidade. É um Por Falar Noutra Coisa arraçado de Disney-Pixar, um desenho animado de palavras que chega não apenas a quem gosta e conhece os animais, mas também
a quem, não tendo animais, tem inegável fascínio pela maneira como funcionam os humanos.

 


Nuno Markl, Prefácio




Novidade - "Promete-me, Pai" de Joe Biden

asdadadaad.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Promete-me, Pai é um livro de memórias profundamente comovente sobre o ano que mudaria para sempre a vida de Joe Biden, da sua família e o destino do seu país.

Em novembro de 2014 a família Biden reuniu se para celebrar o Dia de Ação de Graças. O feriado servia habitualmente para fazer o balanço do ano e pensar no futuro, mas este ano era diferente. O filho mais velho de Joe e Jill Biden, Beau havia sido diagnosticado com um tumor cerebral maligno, e sua sobrevivência era incerta.

Eis o testemunho de um político empenhado em servir as pessoas e o relato da sua luta pessoal para enfrentar a perda de um filho.

- A relação de confiança e amizade com Obama
- A candidatura à presidência dos EUA
- Os principais conflitos internacionais
- A recuperação económica da classe média




Críticas de imprensa

 


«Biden combina uma história comovente com um relato de uma eleição e de assuntos de carácter internacional. E ao fazer isso, escreve uma obra para todos, independentemente de qual vertente se prefere.»
The New York Times Book Review

«Pungente, esclarecedor e profundamente comovente.»
The Washington Post


Leituras pré-blog - "Porque falham as nações" de Daron Acemoglu e James Robinson

sadd.jpg


Mais sobre o livro aqui


Excelente livro, sem sombra de dúvida. O tema é bastante atual. Sendo alguém do ramo das Relações internacionais, não tenho dúvidas de que este livro será no futuro um importante instrumento de aprendizagem nesta área.


Fica claro no livro que, mais do que qualquer outro fator, geografia, cultura, clima, etc., são as instituições politicas e económicas criadas pelo homem que estão na génese do êxito económico, ou na falta dele. Os autores apontam ao detalhe inúmeros exemplos destas realidades.


Escrito numa linguagem simples e muito acessível, percebe-se que tenha sido considerado um dos melhores livros do ano (2013). Muito bom.


Nota: comentário escrito em 10/2013.


5Estrelas.png


 

sábado, 17 de outubro de 2020

Novidade - "Vida de Adulta" de Raquel Sem Interesse

dady.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Quica é uma jovem igual a tantas outras. Trabalha demasiadas horas num emprego de que não gosta, tem dilemas existenciais, às vezes gasta mais dinheiro do que aquele que tem, gosta de sair à noite com os amigos, embora não adore a música de dança, tem um problema com fotografias (sofre do oposto da fotogenia) e diz algumas asneiras. O que começou como um projecto de curso transformou-se numa série de tiras que têm acompanhado a vida desta personagem cómica e, ao mesmo tempo, amorosa.
Este livro, além de compilar parte do trabalho e da vida ilustrada da Quica, tem toda uma série de histórias inéditas que marcam os trinta anos da autora e que procuram também ser uma amostra semelhante às vivências de uma geração e de todos aqueles que ainda estão a tentarperceber como é ser «adulto».

Novidade - "O Pedaço que Falta Encontra o Grande O" de Shel Silverstein

sfssfss.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


O pedaço que falta estava sozinho…à espera de alguém que aparecesse e o levasse a algum lado.
Com quem se cruzou e o que descobriu pelo caminho é relatado com simplicidade e compaixão através das palavras e das ilustrações de Shel Silverstein.

Fazia desta livraria a minha casa 19

181020.jpg


Librairie Tropismes, Bruxelas, Bélgica

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Novidade - "Minha Sombria Vanessa" de Kate Elizabeth Russell

d3.jpg


Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Em 2000, Vanessa Wye é uma adolescente de 15 anos ambiciosa e solitária. Sonhando ser escritora, não se importa de estar sempre sozinha, mas abre uma exceção quando Jacob Strane, o seu professor de inglês, lhe começa a dar mais atenção. Antes que Vanessa tenha consciência, iniciam uma relação, e ela acredita que ele realmente a ama.


Em 2017, uma ex-aluna acusa Strane de abuso sexual. Vanessa fica perante uma escolha impossível: ficar calada, acreditando que se havia envolvido voluntariamente naquela relação… ou redefinir a sua grande história de amor como mera violação. Por um lado, não quer rejeitar esse primeiro amor, o homem que a transformou e tem sido uma presença constante na sua vida. Por outro, será possível que ele seja muito diferente do que ela pensava? Será ela apenas mais uma vítima?


Alternando entre passado e presente, Minha Sombria Vanessa é um retrato excecional de uma adolescência conturbada e das suas consequências, levantando questões cruciais sobre liberdade, consentimento, abuso e vitimização, captando de forma brilhante uma cultura em mudança que transforma as nossas relações e a própria sociedade.