sábado, 31 de julho de 2021

Novidade - "Histórias de um Leque Mágico" de Rosário Alçada Araújo; Ilustração: Carla Nazareth

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Aquele presente que o pai trouxera à Marta do outro lado do mundo parecia especial: um leque grande que tinha sido comprado a um contador de histórias.


O que a menina não sabia é que o leque era mágico. E que algures, lá longe, alguém contava com a sua ajuda para que o mundo das histórias chegasse a toda a gente e alimentasse a fada da sabedoria que vive em cada um de nós.


Uma aventura que convida o leitor a pensar na importância da imaginação e a recordar que esse universo nunca poderá ter fim.

Novidade - "Entrevista à Felicidade" de Azzurra D’Agostino; Ilustração: Barbara Vagnozzi

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


A Joana e o João são duas crianças que de repente se dão conta de que não sabem o que é exatamente essa tal felicidade de que tanto ouvem falar. Resolvem então chamá-la e entrevistá-la para tirarem todas as dúvidas…

Escrito em texto rimado e repleto de ternura e ingenuidade, este livro é um magnífico ponto de partida para a abordagem das emoções, tanto em ambiente familiar como em contexto escolar.

«- Afinal o que é que és? Onde estás, Felicidade?
Vou conhecer-te algum dia? E qual é a tua idade?»

Notas sobre o Top dos States

nyt.pngAcima temos o Top do New York Times da semana passada, e sobre ele gostaria de deixar duas notas:


Por um lado, uma nota de satisfação por ver o novo livro de Daniel Silva, “The Celist” no primeiro lugar do Top. Um grande autor que merece todo o reconhecimento e sucesso.


Por outro, registar duas entradas novas, dois novos livros dedicados aos últimos tempos de presidência de Trump, um de Michael Wolff, “Landslide” e outro de um jornalista do Wall Street Journal, Michael C. Bender, “Frankly, we did win this Election”. Se por um lado estou farto de Trump, por outro continuo a sentir muita curiosidade, em particular nos últimos tempos do seu reinado. Acredito que pelo menos uma delas será uma leitura do Ministério em tempos próximos.

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Novidade - "A Mais Breve História de Inglaterra" de James Hawes

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



À medida que James Hawes avança no tempo, de César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos; o seu destino tem estado sempre ligado aos dos países vizinhos, goste-se ou não; e há mil anos que se rege por um sistema de classes diferente de todos os outros no planeta.

Nunca houve um momento melhor para perceber porque é que Inglaterra é como é - e não há melhor guia do que este.




Críticas

 


«Corrosivo, brilhante e extremamente persuasivo.»
Philip Pullman

«Vibrante – ninguém escreve História tão bem quanto Hawes.»
Nick Cohen


 






Críticas de imprensa

 


«A história completa de Inglaterra... E tudo em poucas horas.»
Mail on Sunday

«Arrebatador.»
Independent

«Cativante.»
New European


Audiolivros, Corridas e Vacina Covid - Parte 2

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No início do mês queixei-me aqui que a primeira dose da vacina contra a Covid 19 tinha deixado sequelas, com aumento significativo da fadiga e reflexo direto nas minhas corridas e, por consequência, no tempo aproveitado para ouvir os meus audiolivros. Referi também que tinha receios sobre com seria o mês de julho porque dia 10 teria de levar a segunda dose da vacina.


Pois bem, no dia 10 levei a segunda dose, e apesar de ter sido alertado de que seria provável a repetição dos sintomas, aconteceu exatamente o inverso! Como não tive qualquer efeito secundário aparente, arrisquei ir fazer uma corrida vinte e quatro horas depois da vacina e, “milagre”, não só não senti qualquer aumento de fadiga como, simplesmente, deixei de sentir as dificuldades que vinha a sentir nas últimas semanas. Em resumo, não sei bem como nem porquê, mas voltei à normalidade, como se não tivesse levado vacina! Não dá bem para perceber...


Com isto, consegui terminar o audiolivro “Os Anjos Bons da Nossa Natureza” de Steven Pinker sobre o qual escrevi aqui na semana passada, e já comecei um novo, “Blink” de Malcolm Gladwell. Sabe bem estar de volta às corridas e aos audiolivros sem restrições!

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Novidade - "Palavra do Senhor" de Ana Bárbara Pedrosa

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


«Leram tudo e entenderam tudo mal. Falam de Sodoma e Gomorra, chacinas, inundações. Dizem que separei famílias, disseminei a fome, escolhi matar pessoas. Com tanto mundo à frente, só um insensato pode julgar que não há Deus. Poderia a vida, esta coisa múltipla e parca, ser obra mera do acaso? Mais tarde ou mais cedo, eu teria de repor a verdade, contar à gente de onde vem, para onde vai, quem é. Pode julgar-se que vem tarde a narrativa fundadora que corrige as anteriores, mas veio na hora certa porque foi a hora que eu escolhi.»


Nem tudo foi como ficou na Bíblia. Os humanos não puderam entender Deus e os boatos ganharam espaço à verdade. Durante milénios, cada um teve a sua história, os mal-entendidos fizeram mossa. Chegou então a hora de Deus esclarecer o que deu azo a versões dúbias.


Uma escrita experimental irreverente, bem-disposta, desarmante e deliciosamente herética.

Booker Prize 2021 - longlist divulgada


Acho que é a primeira vez que tenho um livro lido da longlist do Booker Prize antes da sua divulgação. Na longlist divulgada na passada terça feira consta o livro “Klara e o Sol” de que li já este ano.


A lista é, pelo que me pareceu, extremamente diversificada e dela constam livros que inclusive já espreitei e outros que não conhecia de todo. A maioria dos autores não está traduzido em português.


Abaixo a lista completa dos livros selecionados e respetivo link para quem pretenda ter mais alguma informação.


“A Passage North” de Anuk Arudpragasam


“Second Place” de Rachel Cusk


“The Promise” de Damon Galgut


“The Sweetness of Water” Nathan Harris


“Klara e o Sol” de Kazuo Ishiguro


“An Island” de Karen Jennings


“A Town Called Solace” de Mary Lawson


“No One is Talking About This” de Patricia Lockwood


“The Fortune Men” de Nadifa Mohamed


“Bewilderment” de Richard Powers


“China Room” de Sunjeev Sahota


“Great Circle” de Maggie Shipstead


“Light Perpetual” de Francis Spufford


quarta-feira, 28 de julho de 2021

Novidade - "Portugal e o Mundo numa Encruzilhada" de António Costa Silva

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal.
Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década?


Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.

Leituras - "Unidos - 10 escolhas para um agora melhor" de Ece Temelkuran

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Mais sobre o livro aqui


Decidi-me pela leitura desde livro movido por curiosidade efetiva de ler as palavras de alguém que tem construído a sua vida entre o jornalismo o ativismo e a escrita ficcional.


A primeira coisa que salta à vista é que a autora tem efetivamente uma grande capacidade de escrita, sem dúvida. A segunda é que o livro é alicerçado num profundo idealismo, e não refiro isso com uma conotação necessariamente negativa.


Trata-se de uma leitura que deve ser realizada com uma mente aberta, independentemente da confrontação que possamos fazer de algumas das suas ideias com a “realidade” e de podermos até achar que há alguma potencial ingenuidade em relação a outras.


Há dois factos apresentados no livro que são incontornáveis: existem problemas graves para os quais as elites governativas parecem não encontrar soluções; muitas vezes menosprezamos a capacidade de das pessoas de unirem para poderem fazer a diferença.


Este é ainda um livro marcado pelo contexto pandémico, e pelo agudizar de desigualdades e fragilidades a nível global, motivo pelo qual também se pode extrair dele outro tipo de elações que, de outra forma, seriam mais difíceis de aceitar.


Sendo eu por natureza algúem bastante racional e pessimista, este não é um livro fácil de digerir, mas tenho de admitir que contém muitos princípios de ideias válidas, talvez em alguns em alguns momentos excessivamente poetizados pela autora, mas ainda assim muito válidos. A verdade é que não podemos continuar a olhar para problemas com soluções que já sabemos que não funcionam.


A minha recomendação é que o(a) leitor(a) leia e tire as suas conclusões. Cada cabeça sua sentença. Vale bem a pela a leitura para refletir sobre o atual estado do mundo de uma perspetiva diferente.

terça-feira, 27 de julho de 2021

Novidade - "Líbano, Labirinto" de Alexandra Lucas Coelho

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


O povo do Líbano foi abandonado pelo pacto do Líbano, quando já não faltavam provas de que esse pacto é mortífero. E dentro do labirinto o país pressente a explosão geral. Ela está a acontecer já.


Eis o que me chega a cada dia dos amigos, foi chegando ao longo dos meses em que este livro se estendeu, como uma conversa que não queremos terminar. 


Passámos juntos a quarentena, mortos e vivos, esses romanos, esses otomanos, esses palestinianos, esses sírios, a voz de Fairuz, o sorriso de Ali, o pão, o manjericão, o pequeno-almoço em Baalbek, a neve que até hoje Caroline me envia das montanhas, onde imagino que mais abaixo os ciclâmens estejam floridos, com as suas pétalas de pássaro, a sua cintura carmim.


E junto ao mar aquela cidade chamada Beirute.

(Pequenos) Apontamentos livrescos do Ministério em férias de verão

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Para mim é um clássico do verão. Não é um ato de voyeurismo, mas na praia ou na piscina, não consigo evitar, quando passo, e à minha volta, tentar perceber se há ou não livros em leitura.


Este ano não tem diferido muito do normal de anos anteriores: poucos livros e poucos leitores. O maior aglomerado de leitores que encontrei foi na semana passada no hotel em que fiquei, havia mais do que o normal, mas a maioria eram estrangeiros, portugueses muito poucos...


Parece que afinal o tempo disponível para ler não é grande argumento... quando há tempo continua a não haver muito leitura...

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Novidade - "A Causa das Coisas" de Miguel Esteves Cardoso

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Sinopse:


«A Causa das Coisas é um almanaque e um ensaio de ontologia social; é um inventário de espécies e uma ambiciosa pesquisa etnográfica; é uma história (e não simplesmente uma história cultural) através dos objectos, um álbum enciclopédico, um showroom ambulante; é a autobiografia de uma época, um compêndio de imagens para memória futura, um folhetim sentimental, uma machine à voir, um diário repleto de anotações de passagem e um interminável trabalho de arquivação.


Dom Afonso Henriques e o Totoloto, o mata-bicho nacional e Joyce, a neura e o sebastianismo, a farinha Predilecta e Lévi-Strauss, a maledicência e o mimo, o verbo "haver" e as couves, a Cartilha Escolar de Domingos Cerqueira e Strindberg, o chá e o papel selado, a lista telefónica e o luto.


Mas A Causa das Coisas aborda um tema apenas, insiste numa única preocupação, investiga somente a causa de uma coisa: Portugal. E constitui, como que a brincar, como se não o quisesse, um dos ensaios mais sérios, mais originais sobre o que somos.»
  Do prefácio de José Tolentino Mendonça

Novidade - "O Hotel de Vidro" de Emily St. John Mandel

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Mais sobre o livro aqui


Bastante curiosidade em relação a este livro!


Sinopse:



Um enredo em que suspense, sobrevivência e culpa medem forças lado a lado com amor, desilusão e consequências absolutamente inesperadas.

Vincent é a bela empregada de bar do Hotel Caiette, um palácio de vidro e cedro na extremidade mais a norte da Ilha de Vancouver. Jonathan Alkaitis, um financeiro de Nova Iorque, é o proprietário do hotel. Quando entrega a Vincent o seu cartão de visita acompanhado de uma gorjeta, começa assim uma vida em conjunto.

Nesse mesmo dia, uma figura encapuçada escrevinha um recado na parede de vidro do hotel: «Porque não engoles pedaços de vidro?» Leon Prevant, executivo de transportes marítimos de uma firma chamada Neptune-Avramidis, vê o recado no bar do hotel e fica profundamente abalado.

Treze anos mais tarde, logo após a implosão de um imenso esquema Ponzi em Nova Iorque, Vincent desaparece misteriosamente do convés de um navio da Neptune-Avramidis.

Cruzando as vidas destas personagens, O Hotel de Vidro alterna entre o navio, as torres de Manhattan e a natureza selvagem da região remota da Colúmbia Britânica, pintando um retrato avassalador de ganância e culpa, de fantasia e ilusão, de arte e dos fantasmas do passado.




Críticas de imprensa

 


«O romance perfeito.»
The Washington Post

«O tema do que é ou não real - seja o amor, o dinheiro, os lugares ou a memória - está, desde sempre, no centro da ficção de Emily St. John Mandel. Imagens tão líricas quanto hipnóticas transportam-nos para uma espécie de presente alucinatório, em que ficamos suspensos perante todos os pormenores tão definidos e, no entanto, tão voláteis.»
Wall Street Journal

«Uma história fascinante sobre moral distorcida e vidas desreguladas. Uma leitura imersiva.»
The Economist

«Com uma escrita luminosa, Emily St. John Mandel mostra-nos quão facilmente caímos numa teia de consequências inesperadas. Memorável.»
Kirkus Reviews

«Notável. Uma obra-prima.»
NPR

«Nos livros de Emily St. John Mandel, o quotidiano encontra o extraordinário, como naquele momento em que uma pessoa normal para e se pergunta como chegou aqui.»
The New Yorker

«O mundo tem tanto de terrível como de belo, e isso é também o que vislumbramos neste livro.»
The Boston Globe


Campanha Bertrand 26 de julho

Deixo o registo para quem possa ter interesse. Campanha da Bertrand durante o dia de hoje com descontos entre os 20% e os 50%. Novidades com 10%. Muito por onde escolher. 


Em www.bertrand.pt

Últimas entradas na biblioteca do Ministério

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Julho foi um mês (um pouco) mais comedido em termos de reforços para a biblioteca do Ministério dos Livros, ainda assim, são de registar como destaques as seguintes entradas:


Comecemos pelas ofertas, da Bertrand: “Humanidade – Uma História de Esperança” de Rutger Bregman, o mesmo autor de “Utopia para Realistas” e “A Ciência do Sistema Humanitário” de Matt Richtel, uma das recomendações de verão de Bill Gates. Dois excelentes livros que muito agradeço à Bertrand. Dois excelentes livros a incluir nas minhas leituras em breve.


Para além do livro Matt Richtel, mais duas compras no campo da ciência: “Uma série de felizes coincidências” de Sean B. Carroll e um muito interessante “Até ao Fim dos Tempos” de Brian Green.


Um livro muito interessante, e a minha segunda leitura do momento, “A Máquina do Ódio” da jornalista brasileira Patrícia Campos Mello.


“O Instituto para o Acerto dos Relógios” de Ahmet H. Tampinar, um livro que me deixou com água na boca há já algum tempo depois de ouvir a sua apresentação por Carlos Vaz Marques no “Governo Sombra”.


“O Clube do Crime das Quintas Feiras” de Richard Osman, um livro do qual li ótimas críticas e que achei muito curioso. Uma boa leitura de férias, diria eu.


Finalmente a minha leitura do momento, “Loba Negra” de Juan Gómez-Jurado. Se havia livro que eu sabia que quando saísse me obrigaria a largar qualquer outro, seria este. A continuação de um dos melhores livros que li no ano passado, “Rainha Vermelha”. Em leitura neste momento, e a não desilude.


E bom, menos entradas no último mês, mas todas de qualidade. Agosto costuma ser um mês mais parado, mas não faço prognósticos. Só sei que também não me posso esticar muito.


Para além de todas as recomendações que já aqui deixei, espero que possam encontrar aqui mais alguma boa escolha para as férias.

domingo, 25 de julho de 2021

Novidade - "As Canções das Árvores" de David George Haskell

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Haskell visitou por diversas vezes uma dúzia de árvores, explorando ligações entre pessoas, micróbios, fungos e outras plantas e animais. Leva-nos a conhecer árvores em cidades (de Manhattan a Jerusalém), em florestas (amazónica, norte-americana, boreal) e em zonas que estão na linha da frente da mudança ambiental (erosão do litoral, encostas ardidas, zonas de guerra). Em cada um destes lugares, o autor mostra como a história humana, a ecologia e o bemestar estão intimamente interligados com a vida das árvores.

Bibliotecas do Mundo 49

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Hillary Rodham Clinton Children’s Library - Little Rock - Arkansas - EUA

sábado, 24 de julho de 2021

Novidade - "A Toupeirinha Vai Viajar" de Orianne Lallemand e Claire Frossard

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Toc, toc, toc! Quem está a bater à porta da Toupeirinha?
A Toupeirinha decidiu ir visitar o seu primo da Escócia. De repente… Toc, toc, toc! Quem está a bater à porta? Parece que afinal não vai viajar sozinha. 1, 2, 3, 4… Os seus amigos da floresta vão-lhe aparecendo pelo caminho e querem juntar-se a ela. Será que chegam todos ao destino? Que dificuldades vão encontrar? E como será o primo? Que grande aventura vão viver!

Novidade - "O Monstro da Vergonha" de Tânia Carneiro; Ilustração: Ana Luísa Oliveira

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


«Dentro de mim vive um Monstro
Esse Monstro chama-se Vergonha
Ele é muito grande e ocupa muito espaço
E tira-me o espaço todo a mim.»

A história de uma menina que vence um monstro e que no final sobe ao palco da escola, para representar uma peça de teatro, sem medos.

O papel principal é dela!

Novidade - "Quiz para Miúdos Curiosos" de Júlio Alves

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Mais sobre o livro aqui


Muito útil para férias!


Sinopse:


Que osso tem o mesmo nome de um elemento químico radioativo?
Qual é o peso máximo de uma bola de futebol?
Por que alcunha ficou mais conhecida a heroína portuguesa Brites de Almeida?
Como se chama o meridiano que marca os 0 graus de longitude?

Bem-vindo ao incrível mundo do quiz!

Neste livro, encontras 30 jogos, cada um com 25 perguntas e 4 hipóteses de resposta. Vais testar os teus conhecimentos e aprender mais sobre temas tão diversos como cultura geral, História de Portugal e do mundo, geografia, corpo humano, desporto, ciência e tecnologia, jogos e passatempos, mundo animal, banda desenhada e animação, cinema e televisão, música, ambiente e ecologia.

Este passatempo nasceu nos pubs, em Inglaterra, mas rapidamente ganhou adeptos em Portugal, onde já são muitos os que aderem a esta forma divertida de testar conhecimentos. Júlio Alves, pioneiro em Portugal na organização de quizzes, traz-te agora a oportunidade de te juntares à diversão.

Reúne os teus amigos ou põe-te à prova a solo.

Este desafio vai garantir-te horas de diversão!

(Ainda mais) algumas listas e sugestões para livros neste verão

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Se ainda não foi de férias ou ainda não escolheu o que ler nas mesmas, aqui fica a terceira parte das listas com que me vou cruzando e que podem ajudar a escolher. Muita diversidade e muita qualidade também.


Se não teve oportunidade anteriormente, veja também aqui e aqui as dois posts anteriores com mais listas e também as sugestões do Ministério dos Livros.


Boas leituras e boas férias!


NIT


Observador (João Carlos Espada)


Evasões


Rádio Renascença

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Novidade - "Devemos Contar à Presidente?" de Jeffrey Archer

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Florentyna Kane, a primeira mulher eleita presidente dos Estados Unidos, é o alvo de um assassino.

Depois de anos de grandes sacrifícios e adversidades, Florentyna torna-se presidente, mas, no dia em que toma posse, forças poderosas movimentam-se para lhe tirar a vida. O FBI tem uma fonte fidedigna que sinaliza a tentativa de assassinato. São 19h30 e é a 1572.ª ameaça do ano. Às 20h30, uma hora depois, cinco pessoas conhecem todos os pormenores do atentado. Às 21h30, quatro delas estão mortas.

O único sobrevivente, o agente especial Mark Andrews, sabe que para evitar o ataque tem 6 dias, 13 horas e 37 minutos. Começa a corrida para tentar salvar a presidente.

O último romance da série Kane e Abel.

O meu retiro livresco por estes dias

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Entre calor e piscina, tranquilidade e agitação de um pequeno que adora água, tempo dedicado à leitura num local muito convidativo. O meu retiro livresco por estes dias. E com um grande livro, já agora, para informar desde já quem posso ter interesse.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Novidade - "Frankenstein em Bagdade" de Ahmed Saadawi

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


A tragédia e o absurdo, o horror, o patético e o cómico, num cenário de ruínas e resiliência humana... que a muitos no Ocidente deve pesar na consciência. Metáfora expressiva de uma realidade que nós, ocidentais, conhecemos muito mal. Frankenstein em Bagdade é uma obra extraordinária que retrata com horror e humor negro arrepiantes o mundo surreal de uma cidade aniquilada.


Vencedor do Prémio Internacional de Fição Árabe


 

Notícias Livrescas - especial memórias

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- O livro de memórias de Barack Obama, escrito há mais de 25 anos, será agora adaptado em edição para jovens leitores.


- A atriz Viola Davis irá lançar um livro de memorias em 2022. O livro irá ter como título “Finding Me”. Lançamento previsto para julho de 2022.


- Ao que parece a casa real britânica não tem descanso: o príncipe Harry está a escrever um livro de memórias para ser publicado também em 2022.


- A escritora Bernardine Evaristo irá publicar em outubro deste ano um livro de memórias ao qual deu o título "Manifesto". O livro aborda a viagem da escritora desde “as margens até ao palco principal”.

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Novidade - "A Arma Perfeita - Guerra, sabotagem e medo na Era da ciberguerra" de David E. Sanger

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Em 2015, um grupo de hackers russos invadiu o sistema de computadores da Comissão Nacional Democrática nos E.U.A. As fugas de informação provocadas por esse ataque mudaram o futuro da democracia americana para sempre. Mas o ataque não terminou aí: nesse mesmo ano, os russos não só invadiram as redes da Casa Branca, como também colocaram implantes na rede elétrica americana e nas centrais nucleares, capazes de deixar grandes áreas do país sem energia elétrica de um momento para o outro.

Foi o culminar de uma década de escalada da sabotagem digital entre as grandes potências mundiais, em que os americanos se tornaram vítimas involuntárias das batalhas da China, do Irão, da Coreia do Norte e da Rússia no ciberespaço para se boicotarem entre si.

A Arma Perfeita é a narrativa sobre como o aumento do uso de ciberarmas transformou a geopolítica de uma maneira que não acontecia desde a invenção da bomba atómica. Além de serem baratas, é fácil negar a responsabilidade pelo seu uso e são muito eficazes para alcançar uma série de finalidades maliciosas — de danificar infraestruturas a semear a discórdia e a dúvida.

É por isso que atualmente as ciberarmas são os instrumentos preferidos tanto de democracias como de ditadores e terroristas.

Audiolivro - "Os Anjos Bons da Nossa Natureza" de Steven Pinker

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Sem muitos rodeios, a primeira a nota a registar sobre este livro é simples: deve fazer parte da categoria dos livros obrigatórios para qualquer pessoa que se interesse pelo mundo em que vive e pela natureza humana.


Há uns anos atrás Bill Gates disse deste livro que teria sido o livro mais importante que tinha lido na vida. Depois de o ouvir / ler sou perfeitamente capaz de perceber o porquê de tal afirmação.


Trata-se de uma obra sobre violência ao longo da história, mas acima de tudo sobre a sua relação com a condição e evolução humanas. Steven Pinker fez um trabalho absolutamente brilhante de pesquisa, organização e explicação de séculos de violência ao longo da evolução do Homem, nos mais variados espectros e dimensões. A conclusão? Por muito que isso nos pareça estranho a violência dos nossos dias é, em comparação, muito inferior à que teve lugar no passado, e não é preciso recuar muito.


Steven Pinker leva-nos por uma viagem que nos demonstra com toda a clareza que afinal os tempos que vivemos podem der vistos como um copo meio cheio, muito mais do que um copo meio vazio. Podemos argumentar que com tudo o que sabemos hoje talvez pudéssemos estar melhor, mas é preciso fazer a viagem com o autor para compreender que o percurso foi logo.


Uma nota minha para registar que a religião e a ignorância são dois dos fatores que ainda hoje potenciam uma grande parte da violência que conhecemos. E pensar como teria sido o mundo com menos metade do peso que ambas tiverem nos últimos (não é preciso mais), quinhentos anos.


Lido, ou ouvido este é um livro, repito, obrigatório. Uma obra de referência e um livro de calibre superior. Vale cada minuto e cada página. Um dos meus livros favoritos dos últimos anos.


(Nota: este livro foi ouvido e lido mais ou menos na proporção de 75% - 25%).

terça-feira, 20 de julho de 2021

Novidade - "Loba Negra" de Juan Gómez-Jurado

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Continuar viva
Antonia Scott não tem medo de nada. Só de si mesma.

Nunca foi
Mas há alguém ainda mais perigoso do que ela. Alguém que até a pode vencer.

Tão díficil
A Loba Negra está cada vez mais próxima e Antonia, pela primeira vez, está assustada.

Depois do sucesso de Rainha Vermelha, com mais de 800 mil exemplares vendidos em Espanha, o autor best-seller Juan Gómez-Jurado regressa com mais um livro empolgante. O livro de que todos estavam à espera.




Críticas de imprensa


«É literalmente impossível não ficar agarrado. Antonia Scott é a melhor coisa que já aconteceu ao thriller internacional nos últimos anos.»
ABC


Revisitar "Rainha Vermelha" para avançar para "Loba Negra"

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Ontem estive a reler o final de um dos livros que mais gostei no ano passado, “Rainha Vermelha” de Juan Gómez-Jurado. Lembrava-me genericamente de praticamente tudo, mas quis garantir que estava mesmo fresco.


Porquê? Porque hoje sai para as livrarias a tradução da segunda livro que conta com Antonia Scott como a personagem principal, “Loba Negra”, e porque esse vai ser o meu livro de férias nos próximos dias. Se havia um livro de que estava à espera, e que me levaria a parar praticamente qualquer outra leitura que tivesse a decorrer seria este, e a verdade é que chegou com timing cirúrgico.


Ainda não posso recomendar “Loba Negra”, mas posso recomendar vivamente “Rainha Vermelha” com um dos melhores policiais que li nos últimos anos. Dentro de poucos dias terei alguma coisa a dizer sobe a “Loba Negra”.


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segunda-feira, 19 de julho de 2021

Novidade - "Humanidade - Uma História de Esperança" de Rutger Bregman

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas?

Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na «banalidade do mal» devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança.

Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?




Críticas

 


«Fez-me olhar para a humanidade com outros olhos.»
Yuval Noah Harari, autor de Sapiens, Bestseller do New York Times e do Sunday Times Livro do ano do Guardian


 






Críticas de imprensa

 


«O Sapiens de 2020. Bregman tem um talento gladwelliano para filtrar relatórios académicos e encontrar histórias que são verdadeiras joias. Um livro arrojado e provocador.»
The Guardian

«Como Bregman demonstra convincentemente neste livro, não somos a espécie egoísta que pensávamos ser e a civilização não é um verniz que estala assim que é posto à prova. A principal mensagem: chegou a hora de um novo realismo, assente na crença de que os seres humanos são bons.»
Forbes

«Humanidade prova a capacidade que Bregman tem de sintetizar bibliotecas de pesquisa académica e transformá-las em leituras absorventes.»
Financial Times

«Uma história social cativante. Bregman apresenta um argumento persuasivo para uma remodelação mais humana das instituições e políticas públicas.»
The New Yorker


(Pequenos) Apontamentos livrescos do Ministério em férias de verão

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Hoje inicio uma rubrica nova que irá andar por aqui até final do verão.


É uma forma de registar pequenos e leves apontamentos livrescos neste período do ano que é também ele mais leve, com mais algum descanso e descontração proporcionados pelas férias.


Assim, o primeiro apontamento vai para... a areia da praia e para a forma chata como o vento a empurra para dentro das páginas de um livro que tentamos ler na toalha. Ontem, numa tarde bastante ventosa na Costa da Caparica, consegui trazer para casa quase meio quilo de areia dentro do livro “Unidos” que estou a ler. Como não gosto de deixar areia dentro dos livros, depois de chegar a casa, aspirei entre todas as páginas que li... tarefa demorada, mas recompensadora. Livro novamente livre de areia!

domingo, 18 de julho de 2021

Novidade - "Vai, Brasil" de Alexandra Lucas Coelho

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Lá fora toca forró. Anunciam vólei para daqui a pouco, e depois o almoço. Luís traz a sua coroa de penas e um saco de plástico cheio de flautas. Sopra numa, enquanto os netos correm em volta e um bebé dorme na rede. As tábuas separam o quarto dos adultos para um lado e das crianças para outro. Não há camas, só redes, e o chão é sempre de terra. A mulher, Raquel, mexe um grande balde com suco de cajá. "É para o pessoal merendar", diz ela. O pessoal do torneio. Chegando a hora de almoço, toda a gente faz fila com uma tacinha, centenas de tacinhas. A luz eléctrica foi inaugurada ontem.

Kit para um domingo de verão

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Bom domingo!

sábado, 17 de julho de 2021

Novidade - "O Bando das Cavernas - Sempre a Abrir!" de Nuno Caravela

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Sinopse:


O Tocha, a Ruby, o Menir, o Kromeleque, o Tzick e o Sabre estão sempre metidos em mil e uma aventuras, cada uma mais mirabolante do que a outra. Mas, desta vez, és tu quem vai entrar nos desafios que o bando tem para ti!


Neste livro, há enigmas para decifrar, labirintos para resolver, jogos para aplicares as tuas capacidades de memória, sudokus, entre muitas outras atividades divertidas. O nível de dificuldade vai aumentando e, à medida que fores progredindo, ganhas medalhas de mérito.


Inclui a oferta de 3 jogos de tabuleiro e um dado para recortar e montar.


Preparado para os maiores desafios d’O Bando das Cavernas?

Novidade - "O Livro das Minhas Emoções - A Raiva" de Stéphanie Couturier e Maureen Poignonec

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


Nesta manhã, o Ricardo acorda um pouco rabugento.


Alguém não o larga: é a terrível Raiva.


Parece que o dia vai ser complicado!


Uma história concebida por uma sofrologista com os conselhos para aprender a gerir a Raiva.

Fazia desta livraria a minha casa 30

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Librairie Jousseaume - Paris - França

sexta-feira, 16 de julho de 2021

Novidade - "Verão" de Ali Smith

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



«Por essa altura, tornou-se moda adotar a postura de não querer saber. Tornou-se moda, também, insistir que aqueles que queriam saber, ou que diziam querer saber, ou eram uns pobres falhados ou estavam só a exibir-se. Parece que foi há uma eternidade. Mas não foi — foi literalmente há escassos meses.»

Fevereiro de 2020: debruçada sobre o ecrã do telemóvel, Sacha, de 16 anos, assiste, tweet a tweet, post a post, à violência racial, à ameaça de uma pandemia global, aos fogos florestais, ao radicalismo e às mentiras descaradas dos políticos.

Também a família de Sacha parece estar em perigo de desmoronar: desde o seu irmão, Robert, cujo promissor brilhantismo parece ofuscar-se sob um tédio perigoso, à mãe, Grace, incapaz de encontrar plena satisfação na sua vida atual, preferindo a memória distante dos seus tempos de atriz; e, na casa ao lado, ao pai, que, influenciado por Ashley, a nova mulher, se tornou ele próprio uma pessoa diferente.

Em toda a parte, a vida parece existir num permanente estado de transição, ora voltando atrás e repetindo o passado, emulando-o com roupagens diferentes, ora trazendo o futuro de repente, prenhe tanto de perigo, como de esperança. Eis a derradeira estação do Quarteto. Eis o Verão.




Críticas de imprensa

 


«Um poema em prosa que é uma homenagem à memória, ao perdão, ao compreender o lado bom da vida e ao aproveitar o momento.»
The New York Times

«Verão é o trabalho ousado e valioso de uma escritora que se coloca diante da escuridão dos tempos de hoje e traz a si todo o calor e luz do nosso verão interior.»
The Washington Post


(Mais) algumas listas e sugestões para livros neste verão

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Conforme tinha indicado quando apresentei aqui as primeiras listas e escolhas de algumas publicações para livros de verão, haveria de voltar ao tema, por isso cá estou, e desta vez já com escolhas também de publicações tugas.


Há muita coisa interessante, isso posso garantir!


Visão


Idealista


Finantial Times


MIT News


Foreign Policy


Evening Stantard


Observador


Observador (programa "Conversas à Quinta")

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Novidade - "Bad Blood - Fraude multimilionária em Silicon Valley" de John Carreyrou

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Mais sobre o livro aqui


Li em inglês há algum tempo e recomendo vivamente este livro. Excelente.


Sinopse:



A inacreditável história da ascensão meteórica e do chocante colapso da Theranos, a multimilionária startup de biotecnologia fundada por Elizabeth Holmes, pela voz do jornalista que a contou em primeira mão e a perseguiu até ao fim, apesar da pressão da carismática CEO e das ameaças dos seus advogados.

Esquemas elaborados, intriga corporativa, episódios de capa de revista, relações familiares destruídas e a morte de uma empresa avaliada em dez mil milhões de dólares: a história que Bad Blood nos conta parece ficção, mas é pura realidade.

Em 2014, a fundadora e CEO da Theranos, Elizabeth Holmes, era vista como a versão feminina de Steve Jobs: uma brilhante ex-aluna de Stanford cujo unicórnio prometia revolucionar a indústria médica com uma máquina que tornaria as análises ao sangue mais rápidas e eficientes.

Apoiada por investidores como Larry Ellison e Tim Draper, a Theranos vendeu ações numa rodada de levantamento de fundos que a valorizou em mais de 9 mil milhões de dólares - o que fez o valor de Elizabeth Holmes aumentar para cerca de 4,5 mil milhões de dólares. Mas houve um pequeno problema: a tecnologia não funcionou.

Em Bad Blood, John Carreyrou conta a história fascinante da maior fraude corporativa desde a Enron, um conto de ambição e arrogância em Silicon Valley.

Este é um thriller da vida real que não vai conseguir parar de ler.




Críticas

 


«Esta história está para lá do que imaginei. Não consegui parar de ler.»
Bill Gates


 






Críticas de imprensa


«Uma história fascinante e muito bem contada. A verdade exposta em Bad Blood é um caso de David e Golias.»
Financial Times

«Tão assustador como um thriller. John Carreyrou relata o caso Theranos na perfeição.»
The New York Times Book Review

«Revelador. Um retrato tão vívido quanto cinematográfico da corrupção em Silicon Valley .»
Kirkus

«Esplendidamente escrita, esta história é o retrato acabado de como o empreendedorismo visionário pode acabar mal. Muito mal.»
Publishers Weekly

«Lê-se de uma só vez. A verdade sobre os crimes de Elizabeth Holmes, tal como nos mostra Bad Blood, tem mesmo de ser conhecida - para que casos destes não voltem a acontecer.»
Booklist

«Uma parábola do pensamento mágico de Silicon Valley.»
Vogue


O pequeno & os livros - a ciência

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O pequeno cá de casa anda numa onda de ciência: como é que as coisas acontecem, como se fazem, quem as inventou, e por aí em diante.


Utilizando alguns livros para crescido que temos na biblioteca cá de casa, mas também, verdade seja dita, à boleia de alguns vídeos do Youtube sobre as mesmas temáticas, agora no final do dia prefere quase sempre ouvir uma leitura sobre quem inventou a pastilha elástica, o que há no espaço, ou quem foi Alexander Fleming e Leonardo Da Vinci, do que ler uma história. Por vezes perguntamos se não prefere antes ouvir uma história, para ser diferente, mas, regra geral, ele prefere os livros que temos comprado com curiosidades sobre o espaço, a natureza, o corpo humano. Entre os preferidos estão, “Porque não sinto a Terra a girar”, “O Grande Livro da Ciência”, “O Corpo Humano” e “Espreita Perguntas e Respostas sobre o Espaço”.


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Não existiu nenhuma força especial da nossa parte para que isto acontecesse, é dele, é curiosidade dele. É verdade que são temas que cá em casa são apreciados e comentados, mas não foram impingidos, ele gosta genuinamente de ouvir tudo o que pode sobre curiosidades da ciência e da natureza.


Hoje decidi escrever sobre este tema porque acabei de receber uma encomenda para mais um livro nesta linha: “Pai tens de arranjar um livro que tenha mais curiosidades sobre a Natureza”. “De que tipo?”, perguntei. “Não sei, escolhe tu, desde que seja sobre coisas que eu ainda não sei”. E pronto, vamos lá à procura.

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Novidade - "Pessoas Comuns" de Diana Evans

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



O livro abre com uma festa particular de celebração pela primeira eleição de Barack Obama. A lista de convidados compõe-se de pessoas interessantes, bonitas, talentosas, promissoras, e bem-sucedidas, entre os 30 e os 40 anos. Aqui encontramos pela primeira vez o casal formado por Melissa e Michael: ele, um executivo de ascendência jamaicana; ela, jornalista de ascendência nigeriana. Têm dois filhos pequenos e sentem já o efeito da erosão do tempo e do quotidiano na relação. Também em Londres, mais a sul, vivem os amigos Stephanie e Damian: ele, filho de um ativista político de Trinidad; ela, filha de um empresário branco e de mãe indiana. Têm três filhos. São estas as principais personagens e é através delas que se faz a astuta observação do casamento moderno, da maternidade e da paternidade.

O título original do romance, Ordinary People, decalca o de uma canção de John Legend, em que se cantam as fases que se seguem aos ardores da paixão. Mas este livro não é só sobre isso: traz também à superfície as questões de raça, geração, género, e as pressões múltiplas sobre o sentido de identidade, pessoal e cultural. Um magnífico retrato da Londres moderna e da sua classe média negra.




Críticas de imprensa

 


«Um filme não conseguiria captar a energia pura e a efervescência da prosa triste e divertida, magnífica de Evans.»
The Guardian

«Com uma observação astuta do casamento e da maternidade e paternidade, com sublimes descrições de sexo e toda uma playlist a acompanhar, este romance é tudo menos comum – é uma preciosidade.»
Library Journal

«Profundo e viciante, é um romance sobre homens e mulheres perdidos nas crises e nos fantasmas do início da meia idade.»
Booklist

«Há qualquer coisa de radical na maneira como Evans representa a vida de(stes) adultos negros – uma maneira fiel, completa e serena.»
Financial Times

«Evans é uma escritora soberba.»
The Daily Telgraph

«As melhores cenas de sexo desde Expiação de McEwan (…) e a perspicácia sardónica de Updike em Casais Trocados.»
The Observer

«Um retrato lírico da Londres contemporânea.»
Sunday Times

«[Evans] é excelente nos diálogos e também uma cronista emotiva de Londres em todos os seus estados de alma e disfarces.»
Daily Mail

«Cintilante, rico, complexo e serenamente radical. Um prazer da primeira à última página.»
Literary Review

«Evans é uma escritora soberba. A sua prosa é sempre magnífica.»
Daily Telegraph

«Uma escrita excecionalmente sensitiva. O livro tem uma atmosfera melancólica, aveludada. Pessoas Comuns também oferece um desenho preciso da classe média negra britânica e uma reviravolta ousada no quinto ato.»
The New Yorker


Leitura - "A Biblioteca da Meia-Noite" de Matt Haig

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Mais sobre o livro aqui


Normalmente quando termino o último paragrafo de um livro já tenho formulada a minha apreciação geral sobre o mesmo, por vezes até bem antes disso. Não foi o caso com este “A Biblioteca da Meia-Noite” de Matt Haig. Neste caso senti a necessidade de mastigar um pouco o que li antes de formular a minha opinião.


Antes de mais é preciso dizer que, com tudo o que tinha lido, a expetativa era elevada, bastante elevada. Para todos os efeitos foi o livro de ficção de 2020 na escolha dos leitores do Goodreads Choice Awards e depois disso já tinha lido, de leitores portugueses, várias críticas muitas boas desde a publicação em português.


Em resultado do referi anteriormente, é possível que, mais uma vez, tenha criado uma expetativa demasiado elevada, ou errada, à cerca do livro, apesar de que, é preciso dizê-lo, o livro tem efetivamente muita qualidade. Que não fiquem dúvidas sobre isso.


A história tem um ponto de partida extremamente original, a ideia de que alguém, Nora, no caso, quando entre a vida e a morte pode aceder a um local, uma biblioteca, onde tem livros infinitos sobre variações da sua vida que poderá experimentar até encontrar a “vida perfeita”.


A escrita do autor não é sublime, é de qualidade com muitos traços de normalidade, a construção da história não tem reviravoltas nem “gatos escondidos”, e as personagens são, por assim dizer, banais.


O (a) leitor(a) deste post pode pensar que o que acabei de escrever no parágrafo anterior é uma crítica negativa, no entanto não é, e é aqui que entra a parte mastigar um pouco o que li. O livro não é uma fantasia sobrenatural, é antes uma mensagem que o autor passa através da forma “normal” como nos conta a história, aproximando-a dos mortais, dos sentimentos das pessoas reais no dia a dia, que muitas vezes deambulam entre o desespero, a procura da felicidade, a ausência de autoestima, e não valorização das pequenas coisas.


O que Matt Haig nos dá, se quisermos de forma brilhante, neste livro é uma oportunidade de reflexão sobre as nossas vidas, a que vivemos e todas as que podíamos ter vivido, mas com uma nota de importância e de alguma esperança para a possibilidade de fazermos sempre algo de diferente que nos tire da amargura dos piores dias. Desse ponto de vista acho que é um livro 5 estrelas, e se assim analisado, não desilude.


Não vou adiantar muito mais assunto sobre o livro, Tudo o que posso dizer é leiam, acompanhem Nora Seed, façam a viagem com ela, calcem os sapatos dela, e tirem as vossas conclusões. Diria que não se vão arrepender.

terça-feira, 13 de julho de 2021

Novidade - "Pelo Socialismo!" de Thomas Piketty

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:












«Se, em 1990, me tivessem dito que, em 2020, publicaria um livro intitulado Pelo socialismo!, julgaria que se tratava de uma piada de mau gosto.
Só que, trinta anos depois, em 2020, o hipercapitalismo foi demasiado longe e, agora, estou convencido de que devemos pensar numa nova superação do capitalismo, uma nova forma de socialismo, participativo e descentralizado, federal e democrático, ecológico, miscigenado e feminista. A história decidirá se a palavra "socialismo" está definitivamente morta e deve ser substituída. A meu ver, penso que pode ser salva e até que continua a ser o termo mais apropriado para designar a ideia de um sistema económico alternativo ao capitalismo. Seja como for, não podemos contentar-nos com ser "contra" o capitalismo ou o neoliberalismo: é preciso ser também, e acima de tudo, "a favor" de outra coisa, o que exige que designemos de uma forma precisa a sociedade justa que temos em mente, seja qual for o nome que acabemos por decidir atribuir-lhe. »

Com um prefácio inédito, complementado por gráficos, quadros e textos adicionais, este livro compreende o conjunto das crónicas mensais publicadas por Thomas Piketty no jornal Le Monde entre setembro de 2016 e julho de 2020.