Mais sobre o livro aqui
Conclui a leitura do livro “A Nação das Plantas” de Stefano Mancuso.
É o segundo livro que leio do autor, depois de no ano passado ter lido “A Revolução das Plantas”.
Começo por referir que é um livro que toda a gente devia ler. Desde logo porque, mais até do que o “A Revolução das Plantas”, é um livro que nos mostra de uma forma simples o que estamos a fazer ao mundo em que vivemos e o que, em vez disso, podíamos fazer.
O autor apresenta-nos a uma Constituição da Nação das Plantas, ou seja, uma Constituição imaginada como se fosse escrita pelas plantas. Estranho? Nem tanto, lendo o livro percebe porquê.
São oito artigos a começar num óbvio (ou não) “A Terra é a casa comum da Vida”. Todos os artigos são explicados e contextualizados, no fundo um misto entre o andamos a fazer mal ao nosso planeta e o que poderíamos de facto fazer. Não é um livro ambientalista no sentido mais restrito do tema, diria antes que tem muito de senso comum que muitas vezes é completamente ignorado, tendo sempre por base algo que muitas vezes negligenciamos e que é a importância, a singularidade e o que podemos aprender com as plantas.
É importante referir que o autor não um qualquer. É um reputado cientista italiano. E não, não é um livro aborrecido e enfadonho, antes pelo contrário. É um livro para ler e aprender de forma bastante fácil.
Mais do que recomendável é um livro a tender para o obrigatório. De tão simples que é, é extremamente completo na fotografia que tira à nossa casa Comum pelos olhos das plantas.
Deixo aqui mais uma vez o meu obrigado à Bertrand por mais uma excelente oferta de leitura.


Obrigada. Vou acrescentar à minha lista de livros sugeridos.
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