
Nunca tive grande desejo de saber praticar bem desportos como o vólei, o hóquei em patins, o andebol e outros, mas sempre tive o secreto remorso de não ter aprendido a jogar ténis.
Lembro-me de ainda muito miúdo (10 anos se calhar) ter requisitado um livro da biblioteca que explicava as regras e de ter improvisado com uns amigos no campo de futebol uma rede para batermos umas bolas com umas raquetas velhas.
Em paralelo sempre gostei de ver uma boa partida de ténis. Uma boa partida de ténis deve ser dos espetáculos desportivos mais bonitos de assistir. Vi muitas finas de Wimbledon, Roland Garros e afins, e admirei muitos tenistas, desde o caído em desgraça Boris Becker, passando Michael Chang, Agassi e Pete Sampras até Rafael Nadal, mas tenho uma admiração diferente por Roger Federer.
Federer tem a particularidade de juntar duas componentes que nem sempre coexistem, um atleta de excelência (acho que os melhores jogos de que me lembro ele estava lá) e uma muito boa pessoa, ou pelo menos uma pessoa com caraterísticas ditas normais. Foi precisamente por isso que desde há muito tinha interesse nesta sua biografia assinada por René Stauffer e que só agora chegou até à biblioteca do Ministério.
Ainda não li nenhuma biografia este ano, por isso faço toda a intenção de fazer desta a primeira a muito curto prazo. Como sempre, quando o fizer, haverá comentário registado.
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