
Já aconteceu há algum tempo, mas ainda não tinha tido oportunidade de falar aqui do tema.
Há mais de 15 anos que não entrava no Palácio Nacional de Mafra, e já havia sido falado cá em casa várias vezes como um local de passeio, pelo que, recentemente fomos em família fazer uma visita. Os adultos para revisitar, o pequeno para ficar a conhecer coisas de outros tempos da nossa história.
Tratando-se do Palácio Nacional de Mafra, o momento alto não podia deixar de ser a visita à sua extraordinária e imponente Biblioteca (de seu nome completo Biblioteca Monástico-Real do Palácio Nacional de Mafra), que, sem exagero, aparece muitas vezes no lote das mais belas e importantes da europa e do mundo.
O pequeno, acima de tudo, quis saber o porquê de não poder passar as divisórias e ir inspecionar tudo mais de perto (“Tantos livros antigos!” Posso abrir alguns?” - fartou-se de dizer). Eu fiquei, mais uma vez, esmagado pela grandiosidade e beleza daquele espaço. Por muito piroso que possa parecer, tenho noção de que era capaz de ficar ali horas só a contemplar. É um espaço absolutamente magnífico.
Não lhe vou chamar magia, mas há um “quê” de especial em visitar alguns locais quando estes estão ligados a coisas, sentimentos, paixões que nos são próximos. Para um amante de livros a Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra é um desses locais. Recomendo vivamente uma visita.
Fui lá há pouco tempo. Parece quase um quadro com as cores monocromáticas. Também tenho pena de não se poder andar a "bisbilhotar", mas é para proteger a biblioteca em si. A igreja também vale muito a pena.
ResponderEliminarÉ um local onde nenhum livrólico fica indiferente.
EliminarBoas leituras!