
Passam hoje 20 anos sobre os acontecimentos relatados nestas duas primeiras páginas amarelecidas. Que me recorde (posso estar engando), foi a única vez em que o Público teve duas edições no mesmo dia.
Ontem, com tempo, andei a vasculhar as três caixas de arquivo de papel amarelecido que ainda guardo sobre o 11 de setembro, das quais estes dois jornais são os primeiros elementos.
Ainda hoje é difícil acreditar no que aconteceu, e, possivelmente nem tudo o que aconteceu é já totalmente conhecido. Não sou adepto de teorias da conspiração, mas em relação à queda do avião no Pentágono continuo a ter muitas dúvidas.
Guardei, e ainda guardo este arquivo porque durante muito tempo achei que iria precisar dele para escrever um livro sobre o tema. Nunca aconteceu, mas não me consigo desfazer deste pedaço de história.
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