Mais sobre o livro aqui
Para muitos “Ficções” de Jorge Luis Borges, está no top dos melhores livros alguma vez escritos e, não nego, que esse foi desde há muito o principal motivo que me levou a querer lê-lo.
Sem nunca ter lido o livro, li ao longo dos anos muita coisa sobre o livro, sobre os contos que o compõem, e sobre o autor. Ou seja, quando comecei a ler não ia ao desconhecido. Ainda assim, não consegui encontrar todo o encanto que, muito provavelmente o livro tem.
Bem sei que dizer que um livro como este que é idolatrado por muitos como uma obra prima não me encheu completamente as medidas é ficar disponível para que venham dizer que não tive capacidade para o entender. E eu aceito isso de bom grado. O que não posso é escrever aqui que o li como uma obra prima.
Por partes. Gostei bastantes de todos os contos, li e reli alguma partes, conhecia antecipadamente o sentido e o alcance do que iria ler. A escrita é brilhante, não há dúvidas. Mas não é uma leitura fácil e o meu problema é que se calhar esperava algo diferente.
É ainda possível que o momento escolhido para ler o livro não tenha sido o melhor: período de cansaço físico e psicológico pré-férias.
Por tudo isto aquilo que posso afirmar é que gostei do livro sem que ele tivesse satisfeito as elevadas expetativas que tinhas. Sendo que posso ter sido eu enquanto leito que posso não ter estado à altura da sua leitura, irei lê-lo uma segunda vez, escolhendo um período mais fácil. De qualquer forma recomendo genuinamente a sua leitura e, para quem desse lado já tenha lido, gostaria de ler um comentário honesto sobre a obra.


Sem comentários:
Enviar um comentário