
Esta é uma triste curiosidade livresca. A curiosidade vem apenas, na minha opinião, do facto de ser estapafúrdia.
Em 2022, foram feitas 1.269 solicitações para que livros fossem retirados de bibliotecas dos EUA. A grande maioria das obras identificadas foi escrita por ou sobre membros da LGBTQIA+ e pessoas de cor. Foi o valor mais alto de sempre e quase duplicou face a 2021.
No total, o número de livros visados foi de mais de 2500, sendo que destes 3 em cada eram livros de ficção! Em termo de divisão por bibliotecas 58% dirigiram-se a livros de bibliotecas escolares e 40% a bibliotecas públicas.
Pelo que se sabe as solicitações tem cada vez mais origem em “grupos organizados de censura” e tem como principal foco tudo que tem que ver com a comunidade LGBTQIA+ e pessoas de cor, em pleno século XXI!
Para onde vai este mundo?
"Somos alertados com frequência para os perigos do regresso de perigosos bárbaros ansiosos por queimar livros e acabar com as nossas liberdades. Não é um alerta totalmente falso,só que os tais bárbaros empunham a bandeira da inclusão e da "reconciliação dos povos".
ResponderEliminar( do capítulo 13 do livro Manual do Bom Cidadão de Jorge Soley)