
A ideia de que é extraordinariamente difícil um novo autor conseguir ver a sua obra publicada é bem conhecida e há inúmeros casos que o fundamentam.
Um dos melhores exemplos será o caso da autora britânica, Doris Lessing, vencedora do Nobel, que já escritora reconhecida, enviou dois romances, “The Diary of a Good Neighbor” e “If the Old Could”, para o seu editor, não como Doris Lessing, mas utilizando um pseudónimo, Jane Somers. O editor britânico da escritora recusou os dois romances... e ambos acabaram por ser publicados mais tarde... por outra editora.
Muito interessante. Desconhecia esse facto.
ResponderEliminarRevelador do mundo de aparências em que se vive. Um/a autor/a consagrado/a é sempre valorizado/a, mesmo quando a sua obra ou uma das suas obras tenha muito pouco ou nenhum valor.
E depois há aquelas pérolas escondidas ou nunca valorizadas. Geralmente só as editoras independentes as acolhem. Aquelas editoras sem qualquer suporte e que em períodos de crise desaparecem.
É uma triste realidade cá e lá fora. Se não tiver none não vende. Mais facilmente vende um pseudo livro de uma figurinha de um reality show do que um bom livro de um autor novo. Mais ainda quando somos um país que não lê.
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