quarta-feira, 27 de maio de 2020

Novidade - "E, de Repente, a Alegria" de Manuel Vilas

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Desde o coração das suas memórias, um homem que arrasta tantos anos de passado como ilusões de futuro, recorre às suas recordações para iluminar a sua história. A história de um filho que tem de aprender a viver sem os pais, e de um pai que precisa de aceitar a viver mais longe dos filhos. Uma história que por vezes dói, mas que sempre acompanha.

Neste romance, a meio caminho entre a ficção e a confissão, o protagonista viaja pelo mundo e pelas suas memórias. É uma viagem com duas faces: a face pública, em que o protagonista-autor encontra os seus leitores; e o lado íntimo, em que aproveita cada momento de solidão para procurar a sua verdade.

Uma verdade que começa a despontar – dolorosa e inesperadamente - depois da morte dos pais, do divórcio, do afastamento do vício. Uma verdade que ganha novos matizes à medida que toma forma uma nova vida ao lado de um novo amor, uma vida em que os filhos se transformam na pedra angular sobre a qual gira a necessidade inadiável de encontrar a felicidade. Ou a alegria.

Se Em tudo havia beleza procurava no passado o caminho para regressar ao presente, aqui Manuel Vilas escreve uma história que vai buscar ímpeto ao passado para se lançar para o futuro e tudo o que ele pode trazer de inesperado. Depois da dor do auto-conhecimento, esta é a história da busca esperançada da alegria, essa reivindicação de fé e coragem em tempos convulsos, essa força maior da vida, que, como a beleza, pode estar em qualquer lugar.




Críticas de imprensa

 


«Uma crónica de celebração vital, da procura da verdade e da beleza entre os estilhaços do medo.»
El País

«A busca de uma verdade íntima e pessoal colocou Manuel Vilas nesse lugar raro dos escritores literários que sabem falar às pessoas de tu para tu.»
El Periódico


 «E, de repente, a alegria é um livro poético e electrizante, que não é propriamente uma sequela de Em tudo havia beleza, mas sim um novo e duro olhar sobre o mundo. Uma dignificação da dor, da perda e dos processos que nos impelem a seguir em frente. Há algo solar neste livro. Há algo curador.» Joaquín Pérez Azaústre, La esfera de papel, El Mundo

 

«Um livro magistral, difícil, fácil, eloquente, complexo, admirável na sua simplicidade enfurecida, contraditoriamente elementar e sábio, enorme, terno e sombrio: tudo isso é para mim E de repente a alegria, de Manuel Vilas.» José Luis Ibáñez Salas, La Nueva Tribuna


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