quarta-feira, 13 de maio de 2020

Hoje o post é especial...

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Sou um namorado desnaturado, e um marido também. Hoje é um dia especial, um dia de aniversário e não tenho propriamente nada para te oferecer. A não ser, esta meia dúzia de palavras. Sim, hoje este post é dedicado a ti, e não me vou esquecer dos livros pelo meio.


É verdade que este é um espaço sobre livros, mas é verdade também que é um espaço de profundo amor, normalmente pelos livros, mas hoje com uma derivação, para um amor maior.


Podia começar por dizer que há 13 anos que és a mulher da minha vida, ma se calhar sempre foste. Se acreditasse que estas coisas estão escritas, então esta estaria a bold e sublinhado. Sendo honesto, acho que nem sei explicar bem porquê, porque nós (à primeira vista) não fomos feitos um para o outro, em algumas coisas somos o perfeito oposto, no entanto... a coisa resulta, simplesmente, mesmo quando não resulta em pequenos momentos. A exceção confirma a regra. É assim, uma verdade científica.


A grande vantagem de poder escrever aqui que te amo muito é que, a não ser que me apaguem, estas palavras ficam aqui registadas, não para sempre, porque esse conceito não existe, mas certamente durante muito tempo. No futuro posso sempre mandar-te um link deste post quando te quiser lembrar que te adoro. É uma prova que fica.


É isto. Sou eu a escrever que te amo. Mais uma vez, desta vez em prosa e não em verso, como tantas vezes aconteceu, mas com o mesmo sentimento. Treze anos já são uma boa parte da minha vida contigo. pelas minhas contas são cerca de 31%, quase um terço. O meu objetivo é chegar aos 75%. Para isso, pelas minhas contas, tenho de cá andar até perto dos 120 anos.


Algo que não posso esquecer: agradecer a tua paciência para os meus defeitos, para a forma com eu giro os teus defeitos, para tudo o que tu fazes por mim e que eu muitas vezes reclamo, para o facto de te preocupares mais com a minha saúde do que eu (muito mais, diria) e por me ajudares tantas vezes a ser uma melhor pessoa. Não é pouco, não é nada pouco.


E os livros? Sim, os livros. Eles sempre estiveram presentes. O primeiro presente que te ofereci, ainda apenas um aspirante a namorada foi... um livro. O último presente que te ofereci, em conjunto com o elemento que nasceu de nós os dois foi... um livro. E foste tu quem fez força para que criasse este espaço, e és tu com quem quase todos os dias falo sobre livros, porque os livros são mais um dos elementos que nos unes. Tu és uma pessoa dos livros e eu tinha de escolher uma pessoa dos livros.


Obrigado por estares aí. Adoro-te muito.

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