quinta-feira, 25 de julho de 2024

Novidade - "Os Náufragos do Wager Uma História de Motim e Assassínio" de David Grann

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Sinopse:




Em 1742, uma embarcação rudimentar - com trinta homens à beira da morte - deu à costa no litoral do Brasil. Eram sobreviventes do Wager, um navio britânico que deixara a Inglaterra em 1740, parte de uma esquadra de navios de guerra com 2000 homens e uma missão secreta: perseguir e capturar um galeão espanhol cheio de tesouros.

Porém, o Wager acaba por naufragar numa ilha na costa da Patagónia. Seis meses depois, outra embarcação ainda mais decrépita deu à costa chilena com três náufragos que contavam uma história muito diferente: os trinta marinheiros que haviam desembarcado no Brasil não eram heróis - eram amotinados.

Entre acusações de traição, rebeldia, assassínio, tirania, quebra de autoridade, o Almirantado queria saber quem dizia a verdade - e enforcar os culpados. A narrativa de David Grann não explora apenas os perigos e a crueldade da vida no mar, desafiando o escorbuto, a violência e a morte: mostra como a cobiça e a ganância se desenvolveram no gene da humanidade e relata o custo físico e psicológico dessas campanhas imperiais.

Depois de, em A Cidade Perdida de Z, contar a história da busca de uma civilização perdida, de em Assassinos da Lua das Flores escrever sobre a tribo Osage cujos membros foram assassinados por causa do petróleo, e de em A Escuridão Branca descrever a solidão e a coragem de um homem atravessando a Antártica, neste livro, David Grann coloca o destino humano entre Moby Dick e Robinson Crusoe, em aventuras coloniais que glorificavam a violência, a exploração e a mentira. Mais do que uma história de motins, é uma história da humanidade.





CRÍTICAS DE IMPRENSA


«É um dos melhores livros de não-ficção que já li e este é maior elogio possível: inveja sem fim, profunda e salgada como o mar.»
The Guardian

«Fascinante, parece um thriller que aborda uma história multifacetada – e o imperialismo – com paixão inaudita.»
Time

«A história marítima mais envolvente que li em anos, uma obra-prima de não-ficção narrativa. Grann mostra como a arte de contar histórias pode moldar destinos individuais e memórias coletivas.»
Wall Street Journal


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