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Sinopse:
Não tinha diários, não escreveu memórias, mas os milhares de livros que reuniu estão profusamente anotados. Talvez essas notas não desvendem a alma do tirano sanguinário, mas revelam o modo como viu o mundo.
Quando se assinalam os 70 anos da morte de Estaline, uma obra que permitem mergulhar na mente de um dos mais sanguinários tiranos do século XX. O legado de Estaline caiu em desgraça com a ascensão ao poder de Kruschev. Nessa altura os milhares de livros que Estaline leu e anotou metodicamente foram dispersos por várias bibliotecas. Descoberto e reunido no período pós-soviético, esse acervo veio a revelar-se o melhor meio para se ter acesso à vida interior do ditador - a chave para a personalidade que fez do seu regime algo de tão monstruoso. É na sua biblioteca pessoal, na forma como ele leu, assinalou e anotou os seus livros, que conseguimos chegar verdadeiramente perto do Estaline espontâneo - o intelectual imerso nos seus próprios pensamentos.

Boa noite
ResponderEliminarSe fôssemos a assinalar todos os aniversários de "tirano sanguinário", apenas nas margens do Atlântico seriam tantos que não chegavam dias para os lembrar.
Zé Onofre
Lamento, mas não percebi o alcance do seu comentário.
EliminarBoa noite
EliminarDesculpe se não me fiz entender, às vezes acontece-me.
Traduzindo - Se lembrássemos todos os torcionários que houve no mundo, no seu aniversário da morte, os dias de um ano seriam insuficientes para dedicar um, a cada torcionário nascido nas margens do Atlântico, isto é Europa, África e Américas.
Logo ou os lembramos a todos, ou estamos a ser injustos com os esquecidos.
Zé Onofre
Trata-se de uma referência a um livro cujo conteúdo é, aliás, bastante interessante. Não entendo a extrapolação que refere. É uma obra sobre uma personalidade importante do século XX em que podemos, ou não, ter interesse.
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