sexta-feira, 3 de março de 2023

Novidade - "As Identidades Assassinas" de Amin Maalouf

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:




Denúncia apaixonada da loucura que incita os homens a matarem-se uns aos outros em nome de uma etnia, língua ou religião, As Identidades Assassinas é uma tentativa de perceber porque é que, na história da humanidade, a afirmação de um sempre significou a negação do outro.

Na sua condição de homem situado entre o Oriente e o Ocidente, que gravita sobre toda a sua obra, seja ela literária - como em A Odisseia de Baldassare ou Escalas do Levante - ou histórica - como em As Cruzadas Vistas pelos Árabes -, quando se pergunta a Amin Maalouf se se sente mais libanês ou mais francês, ele responde: «O que me torna eu mesmo e não outra pessoa é que estou na estrema de dois países, duas ou três línguas, várias tradições culturais. É precisamente isso que define a minha identidade. Seria eu mais autêntico se amputasse uma parte de mim mesmo?»





CRÍTICAS DE IMPRENSA

 


«Tendo-se tornado em tempos recentes o tema das identidades (étnicas, nacionais, culturais...) novamente tão equívoco e criminoso (...), esta intervenção do autor de As Cruzadas Vistas pelos Árabes é oportuníssima. Trata-se de um manifesto indignado e por vezes colérico contra a loucura presente e (politicamente) oportunista, à qual Maalouf (que nasceu e cresceu no Líbano e vive em França desde os 27 anos) contrapõe a sua própria identidade: "O que me torna eu mesmo e não outra pessoa é que estou na estrema de dois países, duas ou três línguas, várias tradições culturais."»
Público


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