Mais sobre o livro aqui
Sinopse:
Havia uma família — pai, mãe e irmãos. Depois, nesse microclima único e irrepetível — como são todas as famílias —, nasceu um menino. Uma criança de olhos bem negros, que se perdem no vazio; uma criança sempre deitada, com bochechas rosadas e pernas translúcidas, nas quais se veem pequenas veias azuis; um bebé com um fio de voz puro e feliz, pés arqueados e palato elevado — um bebé eterno, uma criança inadaptada que traça uma linha invisível entre a família e o resto do mundo.
Esta é a história de uma família: da que existia antes; da que se confronta com um bebé que descobrem diferente; da família que parece ir desabar e depois se transforma e reconstrói, lenta, dolorosa e amorosamente em redor de uma criança; da família que se adapta ao que cada um sente, na pele, no corpo, na alma; e da família que fica, depois daquele menino, que criou um laço inquebrantável, entre irmãos, para sempre.
Esta é a história desse menino pelos olhos dos três irmãos: do mais velho, que o adora e protege; da irmã do meio, que se revolta e quer proteger a família; e do mais novo, que reconcilia as três vozes e une as histórias de O Nosso Irmão.
Le Figaro
«Intenso e tão vivo, este é um romance delicado - e o mais tocante da rentrée literária.»
Le Parisien
«Esta história toca-nos intimamente, como a imagem da montanha que a envolve - austera e majestosa.»
L’OBS
«Luminoso e com uma escrita subtil, neste livro uma realidade difícil caminha, lado a lado, com a beleza da diferença.»
Point de Vue
«Um romance de uma vitalidade selvagem, onde os lugares, as personagens e a linguagem são protagonistas, escrito por quem transformou a perda, primeiro, em lugar de paz, e, depois, num tesouro.»
Elle
«O que é ser normal? De que é feita a diferença? Nestas páginas, a vertigem da leitura ganha um novo sentido.»
Le Soir

Sem comentários:
Enviar um comentário