
Chegou esta semana ao Ministério “A Mensageira de Paris” de Meg Waite Clayton, uma gentil oferta da Harper Collins.
Trata-se do mais recente livro da autora que escreveu “O Último Comboio para a Liberdade”, livro sobre o qual li boa crítica.
O pano de fundo é mais uma vez a II Guerra Mundial.
Aqui fica um pouco de contexto da história para quem desse lado possa ter interesse.
A bela e rica Nanée nasceu com espírito de aventura. Para ela, aprender a voar significa liberdade.
Quando os tanques alemães atravessam a fronteira e entram em Paris, esta mulher com um cão adorável e um coração generoso junta-se à Resistência.
Conhecida como A mensageira, uma vez que entrega informações aos que se encontram escondidos, Nanée usa os seus encantos e habilidade para abrigar os perseguidos e colocá-los em segurança.
O fotógrafo Eduard Moss fugiu da Alemanha com a filha pequena para acabar por ficar preso num campo de trabalho francês. A sua vida colide com a de Nanée nesta história arrebatadora de romance e perigo passada num mundo inflamado de paixão pessoal e política.
Inspirada numa herdeira verdadeira de Chicago, Mary Jayne Gold, que trabalhou com o jornalista americano Varian Fry para tirar artistas e intelectuais de França, A mensageira de Paris é a história inquietante de uma mulher indomável, cuja força, bravura e amor se tornam numa fonte de esperança numa época conturbada.
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