terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Novidade - "A Mãe de Frankenstein" de Almudena Grandes

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:



Em 1954, o psiquiatra Germán Velázquez regressa a Espanha para trabalhar no manicómio feminino de Ciempozuelos, a sul de Madrid. Depois de partir para o exílio em 1939, viveu quinze anos na Suíça, onde foi acolhido pela família do doutor Goldstein.


Naquela instituição psiquiátrica, Germán reencontra Aurora Rodríguez Carballeira, uma mulher inteligente e paranoica, tristemente célebre por matar a tiro a própria filha. Ali conhece também María Castejón, que cuida dela com enorme desvelo e gratidão. A amizade que acaba por nascer entre a jovem auxiliar e o doutor Velázquez leva o leitor a descobrir não apenas a sua origem humilde como neta do jardineiro da instituição, os anos de criada em Madrid e a infeliz história de amor que protagonizou, mas também o que levou Germán a abandonar a tranquilidade suíça e regressar a Espanha. Almas gémeas a fugir dos seus passados, ambos querem dar uma oportunidade a si próprios, porém vivem num país humilhado, onde os pecados se convertem em crimes, e o puritanismo – defendido pelo regime de Franco – encobre todo o tipo de abusos.


Em A Mãe de Frankenstein, Almudena Grandes regressa ao período mais difícil da história de Espanha, destacando as feridas imensas que uma guerra interminável provocou.




Críticas de imprensa


Uma cascata de soberba ficção e verosimilhança, sem fissuras. Um imenso prazer literário.


Babelia





A precisão infalível de Grandes ao evocar a atmosfera de uma sociedade dominada pelo medo combina com o brilho do seu monólogo interior.


The Times





«A precisão infalível de Grandes ao evocar a atmosfera de uma sociedade dominada pelo medo combina com o brilho do seu monólogo interior.»


The Times Literary Supplement





«Um caso absolutamente singular na literatura espanhola.»


La Opinión de Málaga





«Uma cascata de soberba ficção e verosimilhança, sem fissuras. Um imenso prazer literário.»


Babelia





«Grandes desenha uma coreografia entre personagens reais e fictícias marcadas por um enorme rigor histórico.»


El País




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