quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Prémio Casino da Póvoa (Correntes d´ Escritas), ou uma seleção de grande qualidade

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Foram conhecidos na semana que passou os catorze finalistas do Prémio Casino da Póvoa, que será atribuído no âmbito da 23ª edição do Correntes d’Escritas.


A razão para dar destaque particular a este tema hoje prende-se com aquilo que considero ser uma lista de obras de grande qualidade, em que qualquer uma dela poderia ser perfeitamente a minha próxima leitura.


O único que li até ao momento foi “Autobiografia” de José Luís Peixoto. Tenho em lista de espera “Chuva Miúda” de Luís Landero e “O Mapeador de Ausências” de Mia Couto e “Maremoto” de Djaimilia Pereira de Almeida na wishlist, mas para alem destes não há um sobre o qual não tenha já lido em algum momento boa crítica que me tenha despertado a atenção.


Por isso, para quem possa estar à procura de novas leituras, diria que tem aqui um lote excelente de possibilidades.


Lista completa de obras:


"A Lição do Sonâmbulo" de Frederico Pedreira;


"A Melhor Máquina Viva" de José Gardeazabal;


"Afastar-se" de Luísa Costa Gomes;


"Autobiografia" de José Luís Peixoto;


"Chuva Miúda" de Luís Landero;


"Hífen", Patrícia Portela;


"Livro de Vozes e Sombras" de João de Melo;


"Maremoto" de Djaimilia Pereira de Almeida;


"Marrom e Amarelo" de Paulo Scott;


"O gesto que fazemos para proteger a cabeça" de Ana Margarida Carvalho;


"O Mapeador de Ausências" de Mia Couto;


"O Osso do Meio" de Gonçalo M. Tavares;


"Os Doentes do Doutor García" de Almudena Grandes;


"Quartos de Final e Outras Histórias" de Cláudia Andrade.


O júri é composto por Ana Pereirinha, Carlos Quiroga, Carlos Vaz Marques, Isabel Lucas e Isabel Pires de Lima e o vencedor será conhecido no dia 23 de fevereiro na Cerimónia Oficial de Abertura do 23º Correntes d’Escritas.

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