
Diz-me a aplicação do telemóvel onde registo as minhas corridas que em 2021 eu corri um total de 1145 kms e quase 91 horas. Não diz, no entanto, que nestes 1145 kms e 91 horas eu ouvi 14 audiolivros, alguns na totalidade outros parcialmente.
Efetivamente os audiolivros tiveram um peso significativo no total de leituras de 2021. Embora não tenham sido um exclusivo das corridas (também foram presença em algumas idas para o trabalho e no passeio dos canídeos), e em alguns casos tenham sido divididos entre audiolivro e livro físico, a verdade é que o número é expressivo.
Já aqui o afirmei e repito, estou rendido aos audiolivros, não como forma de substituir a leitura, mas como forma de aumentar o número de livros a que consigo aceder em circunstância que de outra forma não conseguiria. Sem audiolivros o número de livros que teria conseguido ler/ouvir teria sido manifestamente inferior.
Em particular nas corridas os audiolivros tornaram-se uma companhia permanente, e hoje, quando não tenho nada selecionado para ouvir, até me parece estranho porque as duas realidades misturam-se completamente: eu saio para correr e ouvir o meu audiolivro.
Uma realidade já retomada em 2022 que tenho a certeza produzirá frutos semelhantes no final do ano.
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