
Este é um pensamento com o qual me identifico muito. A ideia de que os livros ainda são um refúgio neste mundo esquizofrénico, confuso, estranho e mesmo perigoso onde a verdade dos factos é mais difícil de encontrar, e muitas vezes de fazer valer mesmo quando é óbvia (o “espantoso” conceito de pós-verdade).
Esta é uma das poucas verdades que ainda tenho quase como um dogma. Sou praticante, e neste espaço, sem pretender evangelizar ninguém, todos os dias tento contribuir para a disseminar.
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