
O Nobel da Literatura de 2021 foi atribuído pela academia ao autor, romancista e contista tanzaniano Abdulrazak Gurnah.
A distinção fui justificada da seguinte forma “O prémio foi atribuído ao romancista nascido em Zanzibar [região autónoma da Tanzânia] e ativo em Inglaterra, pela sua capacidade de mergulhar de forma intransigente, mas também compassiva nos efeitos do colonialismo e nos destinos dos refugiados que estão num abismo, divididos entre culturas e continentes”.
O autor, para mim desconhecido, devo confessar, publicou o seu primeiro livro no final da década de oitenta e o último no ano passado. Tem apenas um livro traduzido para português, “Junto ao Mar”, publicado pela Difel em 2003. As suas obras mais conhecidas são precisamente a referida anteriormente a par de “Paradise” e “Desertion”.
Pelo que conseguir perceber, no geral, mais uma vez as apostas ficaram a anos luz de acertar no vencedor.
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