quarta-feira, 30 de junho de 2021

Novidade - "O País do Solidó" de José Rentes de Carvalho

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Mais sobre o livro aqui


Sinopse:


São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos, mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.


CRÍTICAS DE IMPRENSA


«A escrita romanesca de J. Rentes de Carvalho é um exercício de saturação e exacerbação a que podemos chamar hiperliteratura.»


Público


«É verdade também que importa haver, no grupo extenso e variado de romancistas lusos, quem assuma o papel de retratista das figuraças dos palanques deste tempo.»


Sábado


«J. Rentes de Carvalho retrata Portugal como o vê a partir da Holanda, onde vive há mais de cinquenta anos: um país onde a democracia ainda não saiu do papel, uma sociedade dominada pelo medo do que é e do que há de ser, um povo cuja aparência de brandos costumes esconde uma violência tremenda.»


Rádio Renascença


«Vital, violento, implacável, lúcido e aquiliniano, virtuoso no vocabulário popular e numa escrita que alavanca a tradição oral, O Meças é um livro do desassossego.»


Visão


«Rentes de Carvalho, vivo e ativo, é um dos melhores prosadores da língua lusa.»


João Pereira Coutinho, Folha de São Paulo


«Rentes de Carvalho escreve com a elegância e a destreza de quem maneja o florete.»


José Riço Direitinho, Ler


«O melhor de um livro de Rentes de Carvalho é tudo.»


Sara Figueiredo Costa, Time Out

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