
Esta é uma frase simples, mas carregada de significado.
Retirado da parte final do brilhante livro de Irene Vallejo Moreu, “O Infinito num Junco”, esta frase simboliza não só uma das linhas condutoras da História do Livro que a autora nos conta, mas também uma verdade que lhe confere (ao Livro) a dimensão de uma das maiores invenções da Humanidade.
Acredito que esta conclusão é universal e não apenas dos amantes dos livros, embora estes (onde me incluo) lhe atribuam uma valência bem maior. O livro como elemento perpetuador da memória e da história é um dos principais feitos do Homem, e a prova maior disso está em tudo o que não sabemos antes dele e dos seus antepassados, e em tudo o que não esquecemos porque eles passaram a existir.
É por isso também que acredito que o livro não perderá o seu valor. Precisamos dele para perpetuar o que sabemos, para não nos esquecermos do bem e do mal, para registar e diferenciar o que interessa do que não interessa, e a verdade da mentira.
É uma sorte ter os livros para matar o esquecimento.
O livro não pode perder o seu valor, e para mim, principalmente em papel!
ResponderEliminarSubscrevo. Estamos de acordo!
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