
Há algum tempo atrás escrevi aqui sobre como os audiolivros tem vindo a ganhar a importância no meu dia-a-dia e nos meus hábitos relacionados com os livros (para não dizer hábitos de leitura que me soa sempre esquisito quando falo de audiolivros).
Esta crescente importância tem sido fortemente potenciada pelo meu regresso ao exercício físico desde abril, com maior incidência a partir do mês de maio. As duas coisas, corridas e audiolivros tem andado de mãos dadas.
Desde sempre que me habituei a ouvir música enquanto corro, primeiro com os velhinhos MP3 e nos últimos anos através do telemóvel, mas não sou daqueles corredores que precisa de música para me motivar a correr. Precisamente por isso, foi fácil fazer a transição da música para os audiolivros.
Hoje corro mais ou menos 30 kms por semana, divididos por 4 dias, o que equivale a sensivelmente 3 horas de audição. São mais 3 horas (às vezes mais) de “leitura” do que normalmente conseguia fazer.
Tenho comprado alguns e tenho ouvido outros que estão disponíveis no Youtube, mas apenas de já tiver comprado o livro físico, como aliás aconteceu com o livro que terminei no final da semana passada, “Hábitos Atómicos” e sobre o qual irei escrever durante esta semana.
Tem sido uma excelente conjugação que até a mim me surpreendeu. E hoje o que acaba por acontecer é que os audiolivros e as corridas puxam um pelo outro. O audiolivro ajuda a corrida e a corrida ajuda o audiolivro. Funciona, é o que vos digo!
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