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Sinopse:
Uma narrativa arrebatadora do percurso da Europa Ocidental na sequência do colapso do Império Romano, produzindo ideias, livros, edifícios, obras de arte, gerando os grandes criadores e personagens marcantes da civilização europeia e, por isso, no mundo.
Um roteiro singular para uma viagem pela arte, as realizações materiais, o património imaterial, um encontro com grandes figuras históricas da Europa que fizeram a civilização. Num momento em que novos obscurantismos ameaçam a civilização, a leitura desta obra única é uma bênção e uma esperança.
Civilização ocupa-se de algo que está a cair em desuso: o papel do legado europeu no desenvolvimento do espírito humano. Em especial de grandes homens como Dante, Miguel Ângelo, Bernini, Bach ou Voltaire, embora a lista não se limite aos nomes óbvios. E sendo o enfoque a Europa Ocidental, o autor não ignora o contributo de outras latitudes para o progresso da humanidade. Kenneth Clark foca-se nos episódios cruciais da civilização. Conduz o leitor numa visita emocionante pelas obras do génio europeu, em arquitectura, escultura e pintura, filosofia, literatura e música, ciência e engenharia. Com base numa abrangente contextualização histórica, leva-nos a conviver com o extraordinário elenco dos homens e mulheres que deram nova energia à civilização e alargaram a nossa compreensão do mundo e de nós próprios.

ResponderEliminarA EUROPA IDENTITÁRIA... versus... A EUROPA DO CIDADANISMO DE ROMA
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As décadas XX-XXI são décadas de uma importante clarificação histórica:
- O CIDADANISMO DE ROMA É UM FACTO INCONTORNÁVEL NA EUROPA!
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O cidadão de Roma gosta de projectar uma economia partido do pressuposto da existência de outros como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil.
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Políticos do tipo D. Trump colocam o cidadão de Roma XX-XXI em pânico: 'sem os trabalhadores imigrantes morremos à fome' ("sem os trabalhadores imigrantes as parteleiras dos supermercados ficam vazias").
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O cidadão de Roma XX-XXI possui um discurso de ódio exactamente igual ao cidadão de Roma do passado: ódio às intenções Identitárias.
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O SEPARATISMO IDENTITÁRIO É ABSOLUTAMENTE NATURAL NA EUROPA!
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--»» Por um lado, temos o EUROPEU CIDADÃO DE ROMA: este europeu projecta uma economia partindo do pressuposto da existência de outros... como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil.
--»» Por outro lado, temos o EUROPEU IDENTITÁRIO: este europeu valoriza o Ideal de Liberdade que esteve na origem da nacionalidade: 'ter o seu espaço, prosperar ao seu ritmo'.
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Valorizas a liberdade identitária... então:
-> reivindica liberdade/distância/separatismo do cidadão de Roma.
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O que há a dizer aos globalization-lovers ( EU lovers, etc) é simples e óbvio:
- possuem imensos, imensos, territórios ao seu jeito!...
- não sejam nazis!!!
- ou seja: aceitem a existência de outros!!!
Isto é: os 'globalization-lovers', UE-lovers, etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
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SEPARATISMO-50-50
(separatismo identitário)
---» Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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-» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/