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Os livros parecem saber encaixar-se na minha vida nos momentos em que mais os preciso. Lá chegam eles, com mensagens nas linhas e nas entrelinhas, fazendo-me pensar os meus dias.
Agora que tenho dois filhos temo coisas diferentes, tenho medos que reparto pelos dois, custa-me pensar que não venham a ser amigos, que um seja mais bom que mau e outro mais mau que bom, receio que não faça bem a minha parte para que sejam em medida equilibrada, boa gente.
Este "Véspera" marcou-me particularmente pela importância de saber aceitar cada filho como é. Deixar para lá as comparações. Mesmo que aconteçam sem dar conta. Saber que aquilo que funciona com um, pode não funcionar com o outro e está tudo certo na mesma.
Fiquei com pena de não conhecer de carne e osso um tal de padre Tadeu. Todos precisávamos de um padre Tadeu nas nossas vidas.

Esta autora é extraordinária. Tive a oportunidade de a conhecer também pessoalmente e só posso dizer: que beleza de pessoa.
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