
Estive de férias na semana passada num local onde ¾ dos presentes eram estrangeiros. Sorrateiramente foi tentando observar que tipo de livro estariam a ler. Eis algumas conclusões:
Não se pode dizer que tenha detetado um grande número de leitores;
James Paterson (em várias línguas) foi o grande vencedor em número de livros detetados. Lee Child, Lars Kepler, Nora Roberts apareceram de seguida.
Em percentagem diria que papel venceu o digital (esses não consegui identificar os autores) por larga margem. Diria que havia um livro digital por cada seis ou sete em papel.
É verdade que estavam em minoria, não identifiquei um único português a ler um livro.
Percentualmente diria que seriam os ingleses os que vi a ler mais (mais do que alemães, espanhóis, franceses, etc).
Enfim, observações de quem não se consegue desligar dos livros!
Observações interessantes, nunca eu me lembraria de tal.
ResponderEliminarA necessidade de observação é, também por motivos profissionais, algo que me acompanha para todo lado.
EliminarTambém já reparei que Stephen King é um autor popular entre os estrangeiros, pelo menos vejo muitos a lerem livros dele sempre que rumo ao Algarve em Agosto.
ResponderEliminarÉ curioso, porque também são sempre mais estrangeiros que vejo a ler nas férias. No caso dos portugueses, vejo mais mulheres a ler que homens.
Por acaso acho que Stephen King vi apenas um.
EliminarEm relação à diferença entre homens e mulheres na leitura, penso que é algo que fica também evidente quando andamos, por exemplo, de transportes públicos: há sempre mais mulheres do que homem a ler.
Isso foi uma boa investigação!!! Quem se lembraria...
ResponderEliminarAcho que foi apenas o hábito de observar (ossos do ofício) e tempo disponível :)
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