quinta-feira, 18 de abril de 2024

Novidade - "Como Funciona Realmente a Migração" de Hein de Haas

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Mais sobre o livro AQUI


Sinopse:




A migração global não atingiu o ponto mais alto de sempre.
As alterações climáticas não irão conduzir à migração maciça.
A imigração beneficia sobretudo os ricos, e não os trabalhadores.
As restrições fronteiriças produziram paradoxalmente mais migração.
Estas afirmações podem parecer contraintuitivas ou mesmo completamente erradas - mas os factos detrás das parangonas contam uma história muito diferente daquelas que ouvimos sobre a migração.

Num livro pioneiro e revelador, baseado em mais de três décadas de investigação, o professor Hein de Haas, especialista de renome nestes temas, desmonta os mitos que os políticos de esquerda e de direita, os grupos de interesse e os média difundem regularmente sobre a migração.

Comparando tendências e perspetivas de «países de destino» ocidentais (Reino Unido, Estados Unidos e Europa), bem como dos «países de origem» na Ásia, na África e na América Latina, Hein de Haas proporciona aos leitores conhecimentos essenciais sobre a migração, baseados em factos e números fidedignos, que mostram a migração não como um problema a resolver ou como





CRÍTICAS


«Hein de Haas desafia muito daquilo que pensamos ser óbvio acerca da migração, destruindo sistematicamente os mitos e denunciando a propaganda de todos os lados do espectro político.»
Ian Morris, historiador, Universidade de Stanford


 






CRÍTICAS DE IMPRENSA


«Um texto claro e rigoroso que proporciona ao leitor comum os utensílios para um debate mais informado sobre as migrações.»
Daniel Trilling, Guardian

«Prepare-se para mudar de ideias. Hein de Haas mostra que tudo o que julgamos saber sobre a migração está errado.»
Simon Ings, New Scientist


2 comentários:


  1. Os socialistas de hoje praticamente abandonaram a velha retórica da "luta de classes", a qual envolvia uma batalha entre as classes capitalistas e proletárias. Há agora uma nova batalha, a qual opõe "opressores" a "oprimidos". As classes oprimidas incluem os grupos LGBT, os negros, as feministas, os imigrantes, os "não-assimilados culturalmente" e várias outras categorias consideradas mascotes. Já a classe opressora é formada majoritariamente por homens e mulheres cristãos, brancos e heterossexuais, de qualquer profissão (empregado ou empregador), que não sejam ideologicamente simpáticos ao socialismo. (do link mises. org. br/ Article.aspx?id=2953

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    Respostas
    1. Como aprofundamento e complemento ao acima exposto

      omarxismocultural.blogspot .com/2015/09/ marxismo-e-o-capitalismo-juntos.html

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