quinta-feira, 8 de junho de 2023

Leituras de maio no Ministério

Cópia de as minhas leituras de agosto.png


Já com alguns dias de atraso, eis o resumo de leituras no Ministério relativas ao mês de maio.


Da minha parte tenho a registar quatro leituras, sendo que duas delas ainda não foram publicadas aqui no blog. Sê-lo-ão nos próximos dias.


O primeiro livro do mês foi “A Flor e o Peixe” de Afonso Cruz cujo comentário registei aqui ontem. Sobre este livro repito o que escrevi por não conseguir encontrar melhores palavras “Um livro belo nas letras e nas imagens à imagem do que de melhor Afonso Cruz nos costuma oferecer. Para ler apreciar e guardar.”


Num registo completamente diferente li “O Fim da Hegemonia Americana” de José Filipe Pinto, uma oportunidade para revisitar o meu curso de Relações Internacionais nesta abordagem muito interessante sobre um mundo atual de múltiplas ordens. Para perceber melhor o mundo em que vivemos.


O audiolivro do mês foi “Why Has Nobody Told Me This Before?” de Julie Smith. Antecipando o comentário que registarei aqui nos próximos dias, trata-se de um livro muito, mesmo muito interessante. Um verdadeiro manual de gestão pessoal para sabermos gerir e aceitar melhor o nosso dia a dia de altos e baixos, sem rodeios, subterfúgios, falsas promessas de felicidade. Muito direto e pragmático.


Por último “Amor Estragado” de Ana Bárbara Pedrosa (cujo comentário sairá na próxima semana). Um livro forte, pesado até, na crueza do tema, muito bem escrito e construído. Lido com muita expetativa que acabou por amplamente correspondida.


Do lado da “sra. Ministra” há a registar também quatro leituras, três já registadas aqui e uma a ser registada nos próximos dias.


A primeira leitura, “Limpa” de Alia Trabucco Zerán, foi resumido da seguinte forma “Uma história sobre as relações humanas e as películas invisíveis que separam as classes, como se duas pessoas que estão lado a lado tivessem os pés firmes em mundos distintos.” Apreciada e com curiosidade noutros livros da autora.


Em relação a “As Coisas que Faltam” de Rita da Nova, o destaque vai para uma escrita limpa que permitiu passar páginas quase sem dar por isso.


Sobre “Leme” de Madalena Sá Fernandes, com cinco estrelas, à data da sua leitura foi registado como “o livro mais bonito que li este ano” e “Não poderia recomendar mais a leitura deste livro”. Parece-me suficiente para perceber o quão apreciado foi.


Por fim, “Os Anos” de Annie Ernaux, cujo comentário sairá em breve aqui no blog. Livro muito apreciado, em particular pela forma de escrita e pela identificação de muito que a autora escreve a realidade portuguesa de quase duas décadas depois.


E foi isto. Muita, mas acima de tudo boa leitura em maio!

5 comentários:

  1. Vocês são o Flash das leituras!

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    1. Maio foi um bom mês, mas nem sempre acontece! O tempo não estica! :)

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    2. Eu leu em média um por mês! Mas como leio em três línguas é mais complicado. Há livros em espanhol que tens de estar mais atento. Foi o caso do último. Comecei agora a ler o Apocalipse com 600 páginas.

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