
Foi conhecido ontem o vencedor do Prémio Goncout, um dos, senão o mais prestigiado prémios literários franceses.
Normalmente fico a saber do vencedor alguns dias depois quando aparece nas notícias, no entanto este ano estava praticamente online para ficar a saber o vencedor. A razão? Porque havia fortes possibilidades de o vencedor ser um autor e um livro que será editado na próxima semana pela Gradiva, no caso “O Mago do Kremlin” de Giuliano da Empoli, livro que me despertou grande interesse e que certamente será uma das minhas leituras a curto prazo.
O livro em causa foi recentemente vencedor de outro prémio importante, o Grand Prix du Roman de l’Académie française e havia fortes expetativas de ser também o vencedor do Prémio Goncout.
Apesar da expetativa a vitoria foi para Brigitte Giraud com o livro “Vivre vite”, um romance de autoficação. A autora já tem obra publicada em português, nomeadamente o livro “Um Ano Estrangeiro”.
Uma das minhas leituras favoritas dos últimos anos foi precisamente um vencedor de Prémio Goncout, mais concretamente o livro “Anomalia” de Hervé Le Tellier que venceu em 2020.


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