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Sinopse:
Um retrato global do novo nacionalismo que alerta para a ameaça que os homens-fortes representam para a democracia liberal.
Vivemos numa nova era, em que líderes nacionalistas se tornaram um elemento central da política global, surgindo não apenas em regimes políticos autoritários, mas também no coração da democracia liberal. São homens-fortes populistas e conservadores, com pouca tolerância para minorias, dissidentes e imigrantes, que incentivam o culto da personalidade e o desprezo pelo liberalismo e pelas instituições do Estado. O Brexit e a eleição de Donald Trump em 2016 constituem um marco decisivo neste novo nacionalismo, mas esta era teve início no começo do milénio, quando Vladimir Putin assumiu o poder na Rússia. Desde então, homens-fortes ascenderam ao poder em capitais tão diversas como Pequim, Budapeste, Brasília e Washington.
Analisando o percurso de líderes como Donald Trump, Vladimir Putin, Boris Johnson e Jair Bolsonaro, Gideon Rachman, jornalista do Financial Times que entrevistou muitos homens-fortes, procura responder a três perguntas centrais: Quando é que a tendência do homem-forte ganhou tração? Quais são as suas principais características? E por que motivo aconteceu?
The Times<(i>
«Um livro poderoso.»
The Economist

A HISTÓRIA FALA POR SI:
ResponderEliminar" O facto de a Ucrânia não ser propriamente um país, mas uma região onde se encontravam dois impérios, um que influenciava a fronteira ocidental e outro a oriental; o significado do nome do país é “fronteira” e constituía uma espécie de zona desmilitarizada entre dois potentados militares.
Em 1917, com a entrada da Ucrânia para a república soviética, foi decidido, a régua e esquadro, juntar à parte ocidental e central, a parte oriental, tal sucedendo porque a ocidente a atividade económica predominante era a agricultura; para dar uma oportunidade aquela república recém-formada de se desenvolver, foi decidido juntar-lhe 4 regiões muito ricas e industrializadas (as tais 4), com um senão: estas regiões eram habitadas por gente da Rússia.
Esta construção artificial criou um país composto por duas etnias, não apenas com língua distinta, mas com religião e cultura distintas. Uns a puxar mais para a Europa central, outros a puxarem mais para a Rússia. "
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A GULA POR PILHAGEM DO OCIDENTE
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Na Guerra da Crimeia (1853-1856), a Grã-Bretanha e a França capturaram Sebastopol e baniram temporariamente a marinha russa do Mar Negro: o objectivo era impedir o acesso da Russia ao oceano Atlântico.
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O ocidente investiu nos mercenários de Kiev:
- Quando os mercenários de Kiev perseguiram/massacraram russófonos das regiões orientais ds Ucrânia... os europeus do sistema, como seria de esperar, 'assobiaram para o lado'.
-1- generais da NATO já o disseram:
- «o investimento de 60 mil milhões de dólares na Ucrânia foi um óptimo investimento».
-2- mercenários de Kiev já o disseram:
- «os acordos de Minsk não eram para cumprir, destinavam-se a ganhar tempo aos (parvos dos) russos».
[A importância estratégica das regiões orientais da Ucrânia: sim, o ocidente ambiciona o estrangulamento económico da Russia, nomeadamente, impedir o acesso da Russia ao oceano Atlântico]
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Caso a Russia socorresse os russófonos das regiões orientais da Ucrânia (o que veio a acontecer):
- nove, em cada dez, dos mais variados analistas argumentavam: armas da NATO na Ucrânia (para os militares ucranianos, e para mercenários), juntamente com sanções económicas à Russia... e a Russia seria conduzida ao caos: uma oportunidade de 'ouro' para os interesses económicos ocidentais.
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O LEGÍTIMO DIREITO AO SEPARATISMO IDENTITÁRIO
(separatismo-50-50)
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Sim:
-->> na origem da nacionalidade esteve o Ideal de Liberdade Identitário:
- «ter o seu espaço, prosperar ao seu ritmo».
--->>> NÃO, NÃO, NÃO foi o roubo, o saque, a pilhagem: o cidadanismo de Roma!...