Mais sobre o livro aqui
Os livros servem um conjunto de propósitos variados, entre eles está o de ajudar a compreender e ajudar os nossos filhos. A escolha desta leitura veio precisamente nesse sentido.
O livro acabou por se revelar um pouco mais teórico do que estava à espera, não obstante ter presente que teria sempre de o ser já que estamos no campo da filosofia. Ainda assim, trata-se de um livro com uma importante mensagem sobre a filosofia enquanto base estruturante da capacidade de pensar e de ter visão crítica sobre tudo, de não aceite nada por totalmente adquirido, de questionar.
Acredito verdadeiramente que a ideia acima deve ser estruturante de um ser humano, e é a falta dela que leva a que observemos tanta superficialidade, adesão a ideias sem fundamento e defesa de ideais sem sustentação real, ou pura e simples a atos de estupidez.
A ideia essencial a reter com este livro é que temos, enquanto pais, um papel importante a desempenhar da dinamização da capacidade de pensar, no sentido lato da palavra, e que a filosofia é uma ótima ferramenta para o conseguir. Uma leitura para tirar apontamentos, com a ajudas dos ensinamentos dos mais importantes filósofos.
Em bom rigor, acho que nunca tinha refletido muito sobre isso, mas eu sou um bom exemplo disso, e até à leitura deste livro nunca me tinha apercebido bem da importância que teve a leitura de “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder.

Um tema polémico para mim! Nunca gostei de filosofia. Li e tenho o livro " O Mundo de Sofia", por obrigação, se me perguntarem do que falava, não me lembro de nada.
ResponderEliminarSão gostos e escolhas. Gosto de filosofia mais pela parte da liberdade de pensar do que propriamente das ideias dos grandes filósofos.
Eliminar