
É assim que estamos em relação ao livro “Uma Terra Prometida” de Barack Obama, a um terço das quase oitocentas páginas, já com bem mais de dois meses passados desde o seu início.
Mais uma vez refiro que esta demora que não tem nada a ver com a qualidade do livro, ou melhor, até tem, mas não pela negativa. De alguma forma tenho estado a fazer com o livro aquilo que, acredito, quem gosta de whisky faz com uma garrafa de 18 anos: vai bebendo aos poucos, para apreciar e para fazer durar a garrafa.
Acontece, porém, que não posso continuar indefinidamente mente com este ritmo, por isso vou fazer um ataque forte para avançar no livro e fazer por terminar até meio de março.
O livro é, no terço que já li, tudo o que esperava dele. Está muito bem escrito, de forma simples e direta, sem narcisismos, sem falsas modéstias, com muitos erros assumidos. Está contada como se fosse uma história, e entre acontecimentos, sentimentos e reflexões é uma narrativa muito bem construída.
Se desse lado estiverem na dúvida para escolher um próximo livro, tem aqui uma excelente proposta. Caso tenham interesse podem encontrar mais informação aqui.
Sem comentários:
Enviar um comentário