
Esta será provavelmente uma das verdades mais disfarçadas, ou escondidas, se preferirem, da leitura.
Aposto que que se está a ler estas linhas já estará a fazer a matemática do porquê, e se é leitor ou leitora frequente chegou rapidamente à conclusão de que é pura realidade. Muitas vezes, senão a maioria, acontece de forma puramente inconsciente, sem pensar, mas acontece. Ir ao lugar da história que estamos a ler, pensar na fala ou na emoção de um personagem, relembrar que aquele autor tinha de facto razão quando chegou a uma determinada conclusão no seu ensaio, e por aí em diante.
É uma realidade repetida entre leituras, entre páginas, entre livros. Uma realidade que dá aos leitores algo de útil em que pensar quando não estão mergulhados nos livros, e que os retira de tanta coisa desnecessária que por aí abunda.
Continuemos a ler para ter no que pensar quando não estamos a ler.
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