terça-feira, 15 de outubro de 2019

Booker Prize 2019. E a vencedora é... desculpem... vencedoras...

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Margaret Atwood e Bernardine Evaristo dividem vitória no Booker Prize deste ano, respetivamente com os livros "The Testaments" e "Girl, Woman, Other".


Atwood repete o prémio de 2000, quando ganhou com o livro “The Blind Assassin” e é a autora mais velha a ganhar o prémio aos 79 anos. Evaristo torna-se a primeira mulher negra a vencer o prémio desde 1969.


O prémio deste ano contraria as regras definidas que estipulam que o mesmo não pode ser dividido. Controvérsias à parte ficam as vencedoras e as suas obras.


Mais sobre os livros vencedores abaixo:


"The Testaments"


"Girl, Woman, Other"

6 comentários:

  1. Fascinante.

    Não fazia ideia que era contra o regulamento dividir o prémio. Considerando que este prémio (também monetário) é um patrocínio de uma entidade externa, é arriscar que ninguém vai fazer ondas.

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    1. Uau. Ainda não tinha lido isto. Só o comentário do director do prémio que me fez rir a bom rir. Fiquei com uma imagem visual do juri, a sair da sala aos pulinhos de alegria, por fazerem uma traquinice.

      Mas os comentários são um pouco estranhos. Que a Bernardine deveria ter vencido como forma de rectificar erros do passado, de não valorização dos autores de cor?
      NÃO! Ela deveria ganhar porque o livro dela era o melhor. Ponto final.
      Ainda não li nenhum deles, mas tudo que tenho lido e ouvido (e foi muito, desde a sua data de publicação, com todos os soluços e fanfarra), seja de críticos literários, seja de meros leitores na blogosfera ou no booktube, é que o Testamentos está muito aquém do História da Serva, que será o que verdadeiramente foi aqui premiado.
      E está muito aquém de outros finalistas deste ano.

      O livro da Bernardine Evaristo conto ler até ao final deste ano, porque tenho-o pelo NetGalley, mas confesso que apesar de ADORAR o História da Serva, O assasino cego e (muito) o A Odisseia de Penélope, não tenho o Testamentos na minha lista de prioridades.

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    2. Também já li e ouvi um pouco de tudo. Uma coisa é certa, provavelmente conseguiram que fosse o prémio mais falado dos últimos anos.
      Em relação aos vencedores confesso que pelo menos no muito curto prazo não estou a considerar nenhum deles. No caso do livro de Atwood teria sempre de ler primeiro A História de uma Serva, esse sim a considerar a mais curto prazo.

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  2. A Atwood já era previsível. Estou tão contente com a vitória da Bernardine!

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