
Já aqui escrevi anteriormente que não sou fã de livros fora do seu formato original, o papel. Gosto de livros na sua essência, gosto pouco dos seus derivados. Livros para mim são objetos que se manuseiam, que podem ser mexidos, apreciados, lembrados quando passamos por eles. Sim, é uma versão de velho quadrado, mas é a minha.
Dito isto, mantendo esta versão como verdadeira, mas não querendo ser híper-quadrado, decidi fazer uma experiência com um audiobook. Porquê? bom, por duas razões em concreto: a primeira é o facto de existirem momentos que até podiam ser aproveitados para ler, mas que logisticamente não é possível, como por exemplo, exercício em bicicleta estática ou elíptica, a segunda é o facto de ter perceção que, por muito que gostasse, o número de livros que nunca vou ler será sempre exponencialmente superior aos que vou ler, por isso, mais vale um audiolivro do que livro nenhum.
Para além das duas razões acima tenho também dois critérios: terão de ser livros que eu não tenho em casa e livros que eu em algum momento já quis ler e não li.
Assim, cumprindo todas estas razões e critérios, comecei ontem a ouvir em inglês “Animal Farm” de George Orwell. Ouvi cerca de 25 minutos e posso dizer que correu bem. Vamos ver que a coisa pega.
O Animal Farm é um livro muito bom :)
ResponderEliminarEu experimentei audiolivros duas vezes e em nenhuma delas resultou lá muito bem...
O meu problema é que facilmente me distraio, mas quero ver se tento novamente com outro livro e outro narrador.
Eu conheço a história mas nunca li o livro :)
EliminarCompreendo a questão da distração por isso é que para mim resulta a fazer exercício.
Eu também aderi, em força, aos audiobooks. Conduzo durante 2 horas por dia, portanto a possibilidade de "ler" durante todo esse tempo é muito bem-vinda. Posso dizer que demorei até me habituar, mas agora, é tão natural como "ler em papel". Parecendo que não, ainda são mais uns 2/3 livros por mês.
ResponderEliminarTambém estou a começar a interiorizar a ideia :)
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