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Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. Publicado originalmente há 40 anos, A História de uma Serva, protagonizado pela personagem de Defred, tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo. O livro de cabeceira de uma nova geração.
Críticas de imprensa
«O romance mais intenso e poético de Atwood.»
Maclean’s
«A História de Uma Escrava vem na honrosa tradição de Admirável Mundo Novo e outros alertas de distopia. É imaginativo, até audacioso, e expressa uma arrepiante sensação de medo e de perigo.»
The Globe and Mai
«Ferozmente político e negro, se bem que cheio de espírito e sabedoria, este romance é cada vez mais vital nos nossos dias.»
Observer
«Merece as mais elogiosas das críticas.»
San Francisco Chronicle
Maclean’s
«A História de Uma Escrava vem na honrosa tradição de Admirável Mundo Novo e outros alertas de distopia. É imaginativo, até audacioso, e expressa uma arrepiante sensação de medo e de perigo.»
The Globe and Mai
«Ferozmente político e negro, se bem que cheio de espírito e sabedoria, este romance é cada vez mais vital nos nossos dias.»
Observer
«Merece as mais elogiosas das críticas.»
San Francisco Chronicle
Excertos
«Adaptado a uma série de televisão de enorme sucesso, o livro tornou-se um êxito de vendas mundial, traduzido em mais de quarenta línguas. A sequela, Os Testamentos, torna a explorar a questão da identidade: como é que alguém se vira contra os seus e se transforma em agressor?
Atwood teima em explorar o mal. A História de Uma Serva é hoje tido como um espelho das injustiças das nossas sociedades doentes, nos Estados Unidos, no Afeganistão, na Argentina, na Hungria e em tantos outros regimes totalitários. Em Portugal, apareceu um grafito numa parede de Lisboa que dizia: CHEGA = GILEAD. Começaram a surgir mulheres vestidas com o icónico traje das servas da sociedade misógina de Gileade em manifestações anti-Trump.
Defred tornou-se uma heroína lendária do nosso tempo.» Do Prefácio de Alberto Manguel.
Atwood teima em explorar o mal. A História de Uma Serva é hoje tido como um espelho das injustiças das nossas sociedades doentes, nos Estados Unidos, no Afeganistão, na Argentina, na Hungria e em tantos outros regimes totalitários. Em Portugal, apareceu um grafito numa parede de Lisboa que dizia: CHEGA = GILEAD. Começaram a surgir mulheres vestidas com o icónico traje das servas da sociedade misógina de Gileade em manifestações anti-Trump.
Defred tornou-se uma heroína lendária do nosso tempo.» Do Prefácio de Alberto Manguel.

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