quarta-feira, 1 de agosto de 2018

"Os livros e os papéis que vão para o lixo" por José Pacheco Pereira

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 (imagem retirada no Google)


 


No seu último artigo de opinião no `"Público", José Pacheco Pereira fala, como o próprio título indica, sobre livro que vão para ao lixo. Livros que são vendidos como papel ao quilo, da mesma forma que caixas de cartão, porque alguém os deitou fora e porque também não há quem os aproveite.


Custa-me e entristece-me, mas por muito injusto que possa parecer, diz muito de nós enquanto povo no que diz respeito à nossa ignorância. E já agora, como diz Pacheco Pereira, também não tenho dúvidas de que vai acontecendo cada vez mais por aí. Eu também já vi acontecer.


 


Para ler na totalidade aqui: "Os livros e os papéis que vão para o lixo"

4 comentários:

  1. Porque é que não doam a alguma instituição ou biblioteca?

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    1. É uma boa questão... mas pelos vistos também há bibliotecas / instituições que não os aceitam. Acho que tem tudo a ver com o valor que é dado aos livros!

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  2. Bom dia,
    estava um bocadinho de pé atrás no texto do JPP, até ver a fotografia... é um triste exemplo, de facto, mas espero que mesmo assim seja mais isolado do que parece. Nas bibliotecas de Lisboa, pelo menos, não vejo as secções de DVD e informática a ganharem espaço aos livros. Por outro lado, já levei para casa, a título de empréstimo, edições muito antigas de alguns livros que me parece que já deviam ter ido para a reciclagem. Imagino que gerir uma biblioteca seja um exercício de balanceamento mais difícil do que parece.

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    1. Boa tarde. Não será certamente fácil (gerir uma biblioteca) e com certeza existem realidades diversas. A questão é que, por defeito, mesmo que seja a exceção e não a regra é mau. Ainda assim, custa-me a acreditar que não existam alternativas ao ato de deitar ao lixo uma biblioteca.

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